O MERCOSUL é uma panela de pressão preste à explodir, com governos neoliberais, à serviço do império do norte

Mercusul

MERCOSUL vive momento conturbado repleto de problemas e preocupações econômicas e sociais, oscilando para uma direita conservadora e seguindo a cartilha do tio sân.

Está distanciando entre o ideal e a realidade e, às vezes, incorre em autorrejeição de seus próprios ideais, e são consumidos pelo medo e pela insegurança de seus representantes.

A América do Sul é uma agitada panela de pressão preste a explodir a qualquer momento, é como uma aeronave tentando decolar sem taxiar na pista e ir ganhando velocidade gradativamente, não conseguirá subir. Mesmo que levante voo, se não tiver combustível e uma boa manutenção, não vai permanecer à voar.

Nos latinos historicamente somos povos culturalmente e economicamente dependente de outros povos. Evidentemente se, quiser ser um povo livre e independente culturalmente, economicamente e politicamente é preciso que desenvolva projetos nossos; tanto no campo cultural como tecnológico. Acalentando o sonho de uma América do Sul livre do domínio do grande império. É preciso lutar para concretizar o ideal da liberdade, igualdade e fraternidade. Importante, não é chegar ao topo e, sim como se manter.

Há um ditado Russo que diz: “conhecimento é luz; ignorância, escuridão”. Entretanto, não basta ser poliglotas e tecnólogos, ou bacharéis, aristocráticos e sim nos autoaprimorar e não ficar na estagnação. Aprender conduz ao progresso e à prosperidade, tanto social como econômica; mas se ficar na dependência de outros povos, será apenas um servidor de nossas riquezas abastecendo o império do norte mais uma vez.

Só analisar o procedimento dos governantes; e que não nos representa idealisticamente e economicamente, na Argentina, Brasil e Paraguai; logo chegamos a conclusão que simplesmente cumprem ordem do império.

Fonte: Ladiaria Uruguay

A Venezuela y que canciller de Brasil pareció querer comprar el voto de Uruguay

Presidente Maduro
Presidente Maduren

Nin dijo que países del Mercosur le hacen “bullying” a Venezuela y que canciller de Brasil pareció querer “comprar el voto de Uruguay”.

“La decisión adoptada por parte de nuestros socios mercosurianos es eminentemente política: lo digo con todas las letras. Se saltean lo jurídico, que es este libro que estoy mostrando, que contiene el cuerpo normativo, y aduciendo razones que no están aquí, quieren eludir, erosionar, hacer bullying a la presidencia de Venezuela. Esa es la pura verdad”, dijo el canciller Rodolfo Nin Novoa el miércoles ante la Comisión de Asuntos Internacionales de la Cámara de Representantes, según consta en la versión taquigráfica.

Sostuvo que la prioridad del gobierno uruguayo es “salvar al Mercosur” y evitar la “parálisis” del bloque, pero “no echando a Venezuela del Mercosur”. “Al revés: todo el mundo habla de la integración latinoamericana, y resulta que aparece la tentación de echar a un país si no nos gusta”, cuestionó. Estimó que durante este semestre es probable que no haya resoluciones del Mercosur, “porque no va a haber cumplimiento por parte de algunos países a la convocatoria donde se toman las resoluciones que después aprueban los ministros”. Hizo notar que eso fue lo que sucedió durante el semestre anterior, ya que el trabajo que realizó Uruguay en ejercicio de la presidencia pro témpore del Mercosur no se vio plasmado en resoluciones, porque no se reunió el Consejo Mercado Común (CMC) para aprobarlas. “Esto nos duele mucho, porque todo el trabajo que hicimos durante seis meses no tuvo como resultado ninguna resolución, ya que cuando convocamos para el traspaso de la presidencia -como dice la norma-, dos países nos dijeron rotundamente que no

iban a venir, no iban a mandar al embajador ni iban a tener ningún tipo de representación”, lamentó.

Por otra parte, contó que el canciller paraguayo Eladio Loizaga le aclaró por teléfono que no se refería a Uruguay sino a Venezuela cuando dijo que si a un país no le gusta lo que está sucediendo en el Mercosur, “que se vaya”. “Me dijo que no se refería a Uruguay, y que si así lo creíamos, que lo disculpáramos en nombre del pueblo paraguayo: no tuvo ninguna intención de decir que si a Uruguay no le gusta, que se vaya. Estaba pensando en Venezuela”, contó Nin en comisión. El canciller uruguayo consideró que no fue una “buena señal” que Venezuela asumiera la presidencia del bloque “con tres socios, después de las cosas que se dijeron de ellos”.

Nin confesó que a la cancillería uruguaya no le “gustó mucho”, por otra parte, que el canciller brasileño José Serra “viniera a Uruguay a decirnos que venían con la pretensión de que se suspendiera el traspaso y que, además, si se suspendía, nos iban a llevar en sus negociaciones con otros países, como queriendo comprar el voto de Uruguay”. “A mí eso me molestó bastante y también le molestó mucho al presidente”, afirmó Nin.

Tradução em Português

Maduro                 

Min disseram que os países do MERCUSUL torná-lo “assédio moral” para a Venezuela e ministro das Relações Exteriores dos brasileiros parecia querer “comprar o voto do Uruguai”.

“A decisão tomada pelos nossos parceiros é eminentemente mercosurianos políticos: Eu digo com todas as letras”. A lei, que é este livro que eu estou mostrando, que contém o órgão regulador são ignorados, e por motivos que não estão aqui, eles querem para evitar, corroer, tornando o bullying para a presidência da Venezuela. Essa é a verdade , “disse o chanceler Rodolfo Min Novo a na quarta-feira perante o Comitê da Câmara dos Representantes de Assuntos Internacionais, conforme registrado no registro estenográfica”.

Ele argumentou que a prioridade do governo uruguaio é “salvar o MERCOSUL” e evitar a “paralisia” do bloco, mas “não jogar para a Venezuela o MERCOSUL”. “Pelo contrário: todo mundo fala sobre a integração latino-americana, e verifica-se que a tentação de levar um país se não gosta aparecer”, ele perguntou. Ele “estima que, durante este semestre é, provavelmente, há resoluções do MERCOSUL”, porque não haverá o cumprimento por parte de alguns países para a chamada em que as resoluções aprovadas após os ministros são tomadas”. Ele observou que foi o que aconteceu durante o semestre anterior, como o trabalho que ele fez Uruguai em exercício da Presidência Pro Tempore do Mercosul não foi incorporado nas resoluções, porque o Conselho do Mercado Comum (CMC) não cumpriu as aprovar. “Isso nos muito dói, porque todo o trabalho que fizemos durante seis meses não resultou em qualquer resolução, porque quando chamamos para a transferência da presidência, como diz os dois países normais nos disse categoricamente que eles não vêm, ele não iria enviar o embaixador ou eles teriam qualquer representação “, lamentou.

Por outro lado, ele disse que o ministro das Relações Exteriores do Paraguai Eladio Loizaga disse por telefone que ele não estava se referindo a Venezuela Uruguai, mas quando ele disse que, se um país não gosta do que está acontecendo no MERCOSUL, “você vai”. “Ele disse que não estava se referindo ao Uruguai, e se assim que nós pensamos, que disculpáramos em nome do povo paraguaio: ele não tinha intenção de dizer que se o Uruguai não gosta de sair. Eu estava pensando em Venezuela”, disse Min na comissão. Ministro das Relações Exteriores do Uruguai considerou que não era um “bom sinal” que a Venezuela assumiu a presidência do bloco “com três parceiros, depois das coisas que foram ditas sobre eles.”

Min confessou que o Ministério das Relações Exteriores do Uruguai não “gostava”, por outro lado, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra “chegou ao Uruguai para nos dizer que veio com a alegação de que a transferência deve ser suspenso e, se suspensa, eles estavam indo para trazer em suas negociações com outros países, como a querer comprar o voto do Uruguai”. “Para mim, isso me escutas muito chateado e também o presidente”, disse Min.

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