A politica externa de o governo Michel Temer


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A politica externa de o governo Michel Temer
A questão do direcionamento da politica externa brasileira pelo governo do Temer, e seus acordos na calada da noite, é um assunto de profunda importância para o direcionamento de um Brasil omisso e sem uma face, no cenário mundial das relações entre estados.

Existem muitos pontos obscuros, da aproximação imediata de uma reciprocidade quase que canina com a nação Americana.

O caminho arbitrário pelo qual este governo golpista teima em passar simboliza um ato destrutivo de uma politica independente que vinha sendo incrementada a partir do governo Lula e consequentemente, nos da presidenta Dilma; está sendo descontruída e, mudando sua direção de 180 graus.

Os movimentos civis têm grandes importâncias; entretanto, é preciso que passem a se manifestarem em quanto a tempo; porém, é de responsabilidade do congresso aceitar ou não esta politica entreguista e de alienação, submissão ao império do norte, que se encaminha a passos largos.

A esquerda deve ser totalmente contra, ou simplesmente assumir uma posição sem voz nas relações internacionais. Apesar de sermos brasileiros, há opiniões em relação a essa nova politica externas adotada pelos traidores, com uma variedade de opiniões convergente e divergente deste contexto.

O Brasil passa por uma agitação interna econômica e politica; pois sua politica externa vinha recuperando sua independência, soberania e mobilização para preservar a paz e a segurança, principalmente no continente Sul Americano com uma aproximação e ratificando projetos de causas sociais, principalmente como potencia pacificadora entre as nações.

Nada é mais poderoso do que a força das pessoas. Ela é semelhante à força da terra que exerce sobre todos os objetos no campo gravitacional.

O incidente diplomático que causou um desconforto ao governo do Uruguai, do ministério das relações externas sobre a coordenação de seu ministro atual, resultou, todavia, desconfiança na maioria dos países latinos; de que ele apena está representando interesse do império do norte, com até a promessa da compra de votos, para que não seja passada a presidência rotativa do MERCOSUL para os venezuelanos.


Celso Amorin - Lula

A politica externa no governo Lula, tinha como diretrizes principais a contribuição na busca de um maior equilíbrio e atenuação do unilaterismo, com os fortalecimentos bilaterais e multilaterais, com a finalidade de intensificações nas negociações politicas e econômicas; beneficiando-se de um maior intercambio econômico, financeiro, tecnológico e cultural. Enfatizava a busca principalmente com países emergentes e em desenvolvimento, e estreitamento das relações com os países do Continente Africano. Já com relação ao conselho de segurança das Nações Unidas o Brasil almejava um assento permanente para defesa dos objetivos sociais permitindo um maior equilíbrio entre nações.


Antonio Patriota

Já no governo Rousseff era redirecionar e aprofundar o domínio comercial, no campo da diplomacia, expandindo a presença em outros continentes e desempenhar importante papel no G20 sobre a mudança climática e em outros contextos multilaterais e, tinha como prioridade estratégica diplomática a oposição a sanções econômicas e intervenções militares, cooperação com potencias emergente.

Durante estes dois governos estabeleceu-se como uma potencia regional desempenhando relevante papel de segurança coletiva, bem como na cooperação econômica do Hemisfério Sul. Sua politica externa era voltada para integração econômica e politica a fim de reforçar relações duradouras com seus vizinhos, desenvolvendo um consenso em torno de suas posições.

No Brasil atualmente não há uma definição de politica externa. Falta igualmente a aptidão, engenho, bom senso e moralidade, neste facto é que constituem a politica deste governo golpista; neste país foi instalada a rotina do acaso diversamente influenciada pela inveja, intriga, vaidade, frivolidade e interesse excluso. Aqui há a postergação dos princípios e o desprezo. O combate à corrupção e privilegio é feito através da traição se entrechocando à escalada, todos procuram penetrar na arena, insaciáveis dos gosos da vaidade.

A descredibilização que atinge o Itamaraty com a nomeação de um politico profissional e traidor da própria pátria, não são pontuais nem subjetivos. É um processo que ultrapassa as circunstancias e a tradição desta nação. E que radica na constatação quotidiana, seja qual for a sua ideologia. O que torna esta conjuntura inquietadora angustia, estreladas e quase lutuosa é a desconfiança. Não podemos confiar uma pasta de tão grande responsabilidade há um politico que trabalha para grandes aglomerados do império do norte.

O povo é sábio, não confiam em politico tão espectaculasamente, porque lhes bradam em vão. Esta desconfiança gera a indiferença. Não se pressentem soluções nem resultados, vendo estes políticos pisarem o solo, sem actos, factos e sem resultados. O que enxergamos é de que cada vez a nação fica desguarnecida. Dispõe-se em concílio para jurar a uniformidade servil. A pátria está fatigada da fraqueza deste governo golpista do Temes e seus aliados com promessa de novos programas e diretrizes.

A herança do Barão do Rio Branco, Rui Barbosa, não pode ser destruída e sim preservada pelo Itamaraty, é a continuidade com suas adaptações à realidade internacional contemporânea.


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O ministério das relações exteriores por ser um órgão de formulação da politica exterior do Brasil e manter relações diplomáticas e promoção do interesse da nação e não o, de entregar nossas riquezas, tais como: ‘Pre-Sal’, as petroleiras internacionais com negociatas factíveis e de uma fátua anacrónica para com as riquezas do Brasil, em detrimento da educação e da saúde da sociedade brasileira.

A luz de tudo isso, temos uma nova e mais sinistra sensação de inelutável realidade. Compreender este momento só a história irá contar do quanto mais às coisas mudam, mais continuam as mesmas.

Por quê? Desde a descoberta pelos portugueses, vivemos uma farsa. Faça sua análise exata deste momento critico da sociedade, e depois tentem ver com muita modéstia e prudência, se coaduna com os princípios ético de um ministro da republica, que circula e movimenta os círculos aristocráticos nos quais eles concordam tão prontamente com o seu ponto de vista; na destruição do projeto de partilha aprovado pela maioria congressista, presumivelmente devido as beneficieis que são ofertada e, a mais da impressionante mixórdia, ou ser como um pequeno córrego, que é transparente por não ser profundo!

Por acreditar que a nossa história é uma preparação vacilante e imperfeita; mas essa ideia de entregar à área do pre-sal é mera presunção da entrega do patrimônio brasileiro. O filósofo Voltaire dizia que ‘ em geral só os sapientíssimos, em todo início de uma nova ordem, sempre disseram as mesmas coisas, e os que não têm razão de ser, que em todas as épocas formam a imensa maioria, também à sua maneira sempre agiram da mesma forma e fizeram o oposto; e assim continuará a ser. Porque, deixaremos o mundo tão tolo e deprovado quanto o encontramos’.

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