A Politica da Educação do atual governo para os próximos 20 anos.

036-1-educacao

Há no Brasil milhões de homens e mulheres que ante do governo Lula e Dilma, não tinha o direito a frequentar ao ensino universitário, e, tinham a necessidade do conhecimento e novas descobertas do desenvolvimento da educação universitária de boa qualidade. Foi avidamente transformando a educação porque só era para poucos que tinha essa condição; estes dois governos que tinha um elevado apreço ao social e a educação focalizaram sua politica mais baseada na educação para todos e focalizou na revolução da educação, dando oportunidades principalmente aos desprovidos de condições econômicas e do conhecimento acadêmico que era só privilégio da elite econômica.

Mas isso causou ataques constantes e muita resistência das classes mais abastadas da sociedade, com apoio da federação das indústrias de São Paulo, mídias e políticos opositores a politica do social voltado para educação de cotas para negros, índios, e pobres, nas universidades publicas e nas particulares o governo destinou verbas para subsidiar em até 100%  das matriculas e mensalidades em todo território nacional.

Entretanto, é preciso acompanhar este governo atual de que tente enganar a sociedade com propagandas disfarçam-te. Com objetivos de retirar recursos da educação para outras áreas, com estoicos de desbastarem a educação como gastos supérfluos. Não tenhamos portanto, vergonha de alertar as massas, estas manobras para esvaziar a educação em prol da meritocracia plutocrática do partido ‘PSDB’ , vem aplicando nos estado que governam, fechando escolas nas periferias das cidades deste país.

Estes ciumentos querem esconder suas reais intenções de abafarem as oportunidades que geram o conhecimento em suas vidas sociais no dia-a-dia. Tentam através de a grande mídia culpar o retrocesso da sociedade apenas aos governos de Lula e Dilma da crise atual. Entretanto, já se esqueceram de quem governa este país e o congresso de conservadores de sôfregos, fátuos, excluvistas e presunçosos da equanimidade. Destruiu plano de governo com suas barbaras anciã da destruição do quanto pior é melhor, para a politica de partidos que não tem o compromisso com os menos privilegiados da sociedade; tal como: (PSDB, DEM, PPS, PSB, PMDB, PR, PP, e outros de menores relevâncias no senário politico brasileiro).

A PEC 241/2016 sintetiza o fundamentalismo econômico da facção política que usurpou o governo: quer congelar os gastos sociais federais pelos próximos 20 anos, ao valor de 2016 – ano recessivo.

Propõe, assim, um rompimento com o núcleo dos direitos sociais previstos na Constituição, revogando os patamares mínimos definidos na Carta para a saúde e a educação. É alarmante pensar que, caso o Brasil tivesse feito durante os governos Lula e Dilma o crescimento vegetativo proposto pela PEC, teríamos aplicado menos R$ 253 bilhões em saúde, menos R$ 437 bilhões na assistência social e menos R$ 454 bilhões em educação.

A única certeza que advém da PEC 241 é que o País terá que trabalhar ainda mais para fortalecer o capital especulativo e rentista que, só nos últimos 12 meses, receberam do governo federal R$ 454 bilhões – quase meio trilhão de reais – de serviço da dívida.

A PEC do desmonte, que cobra investimentos em saúde, educação e assistência social ao povo brasileiro, só não coloca limites para o gasto específico com os juros da dívida. Esse valor já exorbitante irá aumentar astronomicamente nas próximas décadas. E a nação deixará para depois os investimentos na saúde, na educação, na assistência social e, inclusive, no apoio à nossa indústria nacional.

Como uma vez nos disse Karl Marx, a história se repete não só como tragédia, mas como farsa. E o horizonte que temos é que o remédio, de efeito incerto, será aplicado em uma superdose em que somente um golpe na democracia poderia permitir.

O efeito colateral – este sim indubitável – agravará ainda mais a doença do paciente que, nesse caso, se trata dos empregos dos brasileiros. Um agravamento que poderá ser irrecuperável por atingir em cheio o projeto nacional de bem-viver definido em nossa Carta Constitucional de 1988.

(*) Patrus Ananias, ex-ministro do Desenvolvimento Social e do Desenvolvimento Agrário, é deputado federal pelo PT-MG

Fonte: Esquerda Diário

Governo Temer acaba com programa Mais Educação

036-2-temerm-educacao

O programa Mais Educação foi criado em 2008 e visava destinar recursos para atividades de Educação Integral, deixando os alunos mais tempo dentro da escola, com o intuito principal de resolver os problemas de alfabetização e combater o trabalho infantil na zona rural.

As escolas da rede pública dos ensinos municipais, estaduais e federais aderiam ao programa a fim de induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular, com o desenvolvimento das atividades nos campos de educação ambiental, esporte e lazer, direitos humanos, etc.

Em 2015 o MEC já apontava problemas na continuidade do programa. No ano anterior, em 2014, os recursos chegavam para cerca de 60 mil escolas em todo o país. Em 2015 os repasses começaram a diminuir, chegando em 2016 com uma previsão orçamentária de 70% de corte.

Em janeiro de 2016, de cada cinco escolas cadastradas no programa, uma ainda não havia recebido os recursos. Neste mesmo ano, apenas 26 mil unidades acabaram recebendo os recursos. O então ministro da educação, Aloisio Mercadante, anunciou que essas 26 mil escolas respondem por 70% dos problemas de alfabetização no país. Os cortes, portanto, afetaram boa parte do programa, mas não a totalidade.

Agora com o governo Temer o programa deixou de existir completamente. Segundo o MEC, o programa foi considerado problemático por não haver avaliação de resultados e apresentar “distorções graves entre o número de alunos declarados na inscrição do programa e os dados do Censo Escolar”. A partir de agora o governo não vai abrir novas inscrições para 2016.

A partir do final de 2014, a crise econômica mundial começa a pegar mais forte no Brasil e os governos passam a despejá-la nas costas dos trabalhadores. Os cortes em programas como o Mais Educação são amostras disso. E agora com o novo governo golpista de Temer o programa deixa de existir por completo, avançando na retirada de um dos direitos fundamentais da população que é o acesso à educação.

TÓPICOS RELACIONADOS

Governo Temer / Michel Temer / Ajustes fiscais   /  Educação

Anúncios

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s