O Golpe de 2016, e o trono é monumento à corrupção

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Quando analisamos friamente os noticiários dos grandes veículos de comunicações deste país; logo se chega a conclusão do final da peça teatral que está sendo produzida e exibida ao público, com seu roteiro já determinado o seu desfecho final.

Do ponto da lei que é executada por um partido chamado de judiciário,  passou a agir escandalosamente em apena do como destruir o Partido dos Trabalhadores (PT), e seu líder, e deixar de investigar denuncias de bilhões de reais, no desvios de obras do governo do Aécio em Minas Gerais, do Serra no desvio do Roda-anel em são Paulo, do Eduardo Cunha na Petrobrás, procuram criminalizar o Presidente Lula e o PT, logo se chega a conclusão de que não estamos em um estado de direito no Brasil.

Não podemos simplesmente esperar que essa farsa jurídica, nos leve a ruptura constitucional, da liberdade democrática, que lutamos por mais de vinte anos, com a prisão do líder máximo da esquerda brasileira, sem comprovação de crime e, simplesmente por capricho da direita, de leva-lo as barras dos tribunais fascista.

A esquerda é preciso acordar e colocar seus aguerridos militantes nas ruas já. É preciso que todos unidos busquem um consenso para resistir esta avalanche direitista. Não da para pensar em si próprio e deixar que a luta de mais de trezes anos, seja extinta do contexto social desta nação tão desigual.

Onde está os movimentos sociais e sindicatos organizados e cinquenta e quatros milhões de pessoas que acreditaram em um programa de governo, voltado para o social. Com uma grande paralização ante que seja tarde, é preciso denunciar aos órgãos internacionais esta farsa democracia, o que está acontecendo neste país, levando cidadãos, as prisões sem condenação.

As eleições para prefeitos e vereadores será apenas a confirmação dos fatos, com violentos ataques à pessoas de bem, mais que pensam diferentes. O que estamos vendo é só as elites econômicas, mais principalmente os que se uniram em torno da grande articulação para afastar Presidenta Dilma e principalmente Lula da disputa em 2018.

O Temer e seus aliados tais como: PSDB, PMDB, PP, PPS, DEM e outros. Sabem que é precisa desta eleição para legitimar o golpe parlamentarista de 2016.

Tenha absoluta certeza que após o termino das eleições, estes fascistas vão gratear aos quatros canto do Brasil e internacionalmente de que, são os legítimos sucessores do puder; a mídia golpista só está a espera e, se for confirmada a derrota das esquerdas neste pleito, tudo está sendo direcionado para isto. Logo será exibido em grandes manchetes, de que o Brasil segue em frente e não vai olhar para trás. Dando o aval interpretativo de agirem violentamente contra os movimentos sociais, que serão tratados como uma milícia armada da esquerda.

Entres os conchavos golpistas, eles prevê privatizações em massa a o menor valor possível, tal como o acontecido no desastroso governo do Fernando Henrique Cardoso do PSDB, com privatizações das teles e Vale do Rio Doce, que logo o anunciou de suas vendas elas passaram à  valer três vezes mais, entrega da nossa Petrobras as grandes empresários internacionais a preço de banana nanica, reforma da previdência social com precarização dos serviços prestado, cargas horárias passando para até 12 horas trabalhadas ao dia, contratação com imensa flexibilidade e com a destruição da CLT.

Quando a sociedade tomar pé já será tarde do ponto de vista social, fatos estes vão se tornar propostos no congresso.

Se encontrarem resistência nas ruas pelos movimentos sociais, eles já têm experiências de sobras, do como serão os combates; todos nós já somos conscientes de que formulam eles lidam com os movimentos sociais e contrários aos seus ideais; com bombas, porradas, prisões arbitrariam transformando em caos.

Após as eleições, haverá prisões de lideranças sociais, para buscar a desarticulação da sociedade organizada. Não foi preciso o termino das eleições, prendeu um cidadão quando se encontrava em um hospital acompanhando sua esposa para ser internada, para ser operada de câncer, não tiveram o mínimo de respeito e dignidade a aquele momento crucial de um ser, onde fica o direito de defesa que tantos defensores maquiados de cidadãos de bem defendem?

Prenderam um cidadão sem ter provas ou indicio mínimo; quando é investigado alguém, que é de interesse dos barões da mídia o investigado ganha destaque nos noticiários com entrada a cada minuto com materiais de acusações, e não dão o direito de defesa.

02No Brasil do oligopólio midiático, utiliza critérios puramente pessoais/políticos. Portanto, esta simbiose entre o poder judiciário e a mídia comandada pelos barões do quarto poder, fere e está matando a democracia e o conceito de justiça.

COMPLÔ DE AGENTES DO ESTADO E MEIOS DE COMUNICAÇÃO

03Nenhum líder político brasileiro teve sua intimidade, suas contas, seus movimentos tão vasculhados, num verdadeiro complô contra um cidadão, desrespeitando seus direitos e negando a presunção da inocência. E apesar de tudo, apenas uma ação judicial foi aceita contra Lula, sob um pretexto fragilíssimo: o de supostamente conspirar contra a Justiça, denúncia que tem por base apenas o depoimento de um réu confesso, que acusou o ex-presidente, sem provas, para se livrar da prisão.  Assim mesmo, alguns agentes de estado e o conjunto da grande mídia tratam Lula como previamente condenado. É o linchamento jurídico-midiático e a incitação ao ódio contra a maior liderança política do País.

Há agentes infiltrados em movimentos sociais em todo o país e até na América do Sul, ativando o movimento do voo do condor adormecido.

Na grande mídia golpista serão excluídos os jornalistas éticos e corretos, só permanecerá os que rezarem a cartilha fascista do neoliberalismo do império do norte, ou simplesmente devido ao medo de perderem o sustentos de seus familiares. O medo, colocará em situação de submissão.

Na lava-jato a vaidade dos procuradores está acima da lei, fazem denuncias frágil, Superior Tribunal de Justiça, a mídia golpista dita as regra, no Ministério das Relações Externas, eles o chama de amigo. O Brasil está dividido uns comemoram as acusações e prisões arbitrarias e acusações infundadas, outros contrário denunciam, portanto, virando um balaio de gato, onde ninguém se entendi.

Não podem as esquerdas ficar apenas esperando erros dos golpistas para contra atacar. É preciso unificar movimentos progressistas com o objetivo de defender a democracia, garantindo alguma unidade, colocando como ponto central a reconstrução das esquerdas e sair, dessa eleição com aliança confiável, solidária e capaz de resistir os ataques.

Se o golpe parlamentarista for bem sucedidos, vai estreitar as margens no campo progressista nos próximos vintes anos, podendo ser pior. Este projeto da ponte para o futuro me faz relembrar a propaganda da época de chumbo no Brasil “ame-o ou deixe-o”. Foi durante o governo Emílio Médici (1969/1974), que foi o período mais violento da ditadura, foi onde ocorreram os ataques da guerrilha e a ditadura respondia com mais violência e censura por isso eles criaram esse slogan pra dizer que quem não estava satisfeito que fosse embora do país, na maioria das vezes, o governo expulsava mesmo.

 Fonte: Folha/Uol – Alexandre Rezende/Folhapress

O trono de Aécio é monumento à corrupção

04Cidade inspirada em Brasília custou R$ 1,2 bi e deixa legado de custos, congestionamento e poluição.

Me senti dentro das páginas do livro “Autoimperialismo”, de Benjamin Moser, ao visitar Belo Horizonte, semanas atrás. No aeroporto de Confins, peguei um táxi rumo à Praça da Liberdade, no coração da cidade. O trânsito na rodovia fluiu bem por alguns quilômetros, até que tudo parou.

De repente surgiu à direita o imenso conjunto de construções brancas com vidros pretos, a Cidade Administrativa, uma aberração arquitetônica inaugurada no governo de Aécio Neves (PSDB), quintessência da chamada “arquitetura monumental” ou faraônica.

“Trata-se da mais cara obra do tucano nos oito anos em que permaneceu à frente do Estado, entre 2003 e 2010”, informou a capa da Folha (26/6). Faltou dizer que além de “a mais cara de Aécio”, é certamente uma das mais inúteis do Brasil desde a inauguração de Brasília, em 1960.

O custo total do “Palácio de Aécio”, R$ 1,2 bilhão, correspondente ao orçamento inicial para a construção da linha 3 do Metrô de BH; seria suficiente para construir e manter um hospital de grande porte por dez anos; idem para centenas de escolas… O leitor pode eleger um milhão de coisas úteis para o povo de Minas que poderiam ser feitas com o R$ 1,2 bilhão que foi para o ralo.

Em que país democrático, no século 21, a principal realização de um governante poderia ser a construção de seu gabinete? Só no Brasil do “autoimperialismo”. Há 50 anos, outro mineiro, alçado à Presidência, levou megalomania semelhante ao Planalto Central, com danos para a economia e a moral brasileiras até hoje.

Cito só um claro efeito negativo: longe das metrópoles, o poder não se submete à pressão popular. O ronco das ruas de verdade não chega aos palácios das cidades imperiais, exatamente porque elas são construídas longe dos centros vivos: os reis da França moravam em Versalhes, não em Paris; o imperador do Brasil morava em Petrópolis, fora do Rio; Juscelino levou os palácios para Brasília… Se a capital brasileira fosse o Rio, o grito das ruas teria forçado eleições diretas em 1984 e a queda de Dilma em 2013.

É preciso dar um desconto a Juscelino: 60 anos atrás, não se falava de poluição e aquecimento global. Não considerar isso no projeto de uma obra no século 21 é prova de irresponsabilidade ou desinformação doentia.

A impropriedade não se restringe ao custo bilionário da obra inútil: uma vez inaugurada, ela eterniza gastos imensos de energia, perda de tempo e emissão de poluentes com o deslocamento de pessoas até a pirâmide; congestiona vias e força a construção ou ampliação de novas artérias. No caso de Minas, são 30 mil pessoas forçadas a uma viagem diária de 20km para ir e voltar ao trono de Aécio.

E tudo isso por quê? A resposta veio nas semanas seguintes, nas notícias sobre a delação premiada do presidente da OAS e a auditoria da Andrade Gutierrez (Folha, 13/7): ambas dizem ter pago percentuais sobre os custos da obra.

Assim como a transposição do rio São Francisco, as hidrelétricas na Amazônia, as refinarias inacabáveis e tantas outras realizações surrealistas dos governos do Brasil recente, seu fim não é o que parece. A corrupção se autonomizou e submeteu todas as outras razões. A obra é feita para girar o caixa das empreiteiras. Depois, os “autoimperialistas” criam a desculpa. A Cidade Administrativa é um monumento à propina.

Fonte: Estadão

PF investiga fraude em obra do Rodoanel

Suspeita é que aumento de R$ 170 milhões com terraplenagem teria sido autorizado para beneficiar empreiteiras; Dersa nega

FR10 SÃO PAULO - SP - 20/03/2015 - ECONOMIA - RODOANEL TRECHO NORTE LOTE 1 - OBRAS - Fotos do Rodoanel trecho norte lote 1, com início na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, está em ritmo lento por causa do envolvimento da Mendes Júnior na Lava Jat

FR20 SÃO PAULO – SP – 20/03/2015 – ECONOMIA – RODOANEL TRECHO NORTE LOTE 1 – OBRAS – Fotos do Rodoanel trecho norte lote 1, com início na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, está em ritmo lento por causa do envolvimento da Mendes Júnior na Lava Jato.Empresa está sem dinheiro para tocar a obra e pode perder o contrato com o governo de São Paulo. FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

Construção. Inquérito foi aberto no dia 16 de fevereiro após denúncia feita por um ex-funcionário da Dersa; Trecho Norte tem 47,6 km de extensão.

SÃO PAULO – A Polícia Federal (PF) em São Paulo investiga suspeita de superfaturamento e fraude à licitação nas obras do Trecho Norte do Rodoanel, contratada pela Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), empresa controlada pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB). Investigadores da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros (Delefin) apuram se o aumento de ao menos R$ 170 milhões nos custos de terraplenagem da construção foi autorizado pela estatal para beneficiar empreiteiras.

A Dersa nega qualquer favorecimento às construtoras que executam os seis lotes da obra e afirma que teve de incluir novos serviços nessa etapa da construção por questões geológicas, por causa dos riscos de impacto em moradias do entorno, além de grandes deslocamentos de terra que não estavam previstos. “A gente solicitou uma série de avaliações ao IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) nesse sentido. Identificada alguma discrepância, ela vai ser corrigida”, disse o presidente da empresa, Laurence Casagrande.

O inquérito foi instaurado no dia 16 de fevereiro pela Delefin, delegacia especializada no combate a desvio de recursos públicos, após denúncia feita por um ex-funcionário da estatal. Segundo o delator, os custos com terraplenagem subiram mais de R$ 420 milhões depois de a Dersa assinar aditivos contratuais com os consórcios que executam a obra, em 30 de setembro de 2015, incorporando composições de preços e incluindo novos serviços, mas sem alterar o valor final do contrato.

Nesta terça-feira, 22, o Ministério Público Federal (MPF) intimou a Dersa a enviar cópias de todos os contratos e aditivos relacionados ao Trecho Norte. O Estado questionou o órgão para saber se ele abriu uma outra investigação sobre o Rodoanel ou apenas colabora com a PF, mas não obteve resposta para essa pergunta. A apuração de suposto desvio virou alvo das instituições porque a obra recebe repasses do governo federal.

As modificações foram feitas a cinco meses do fim do prazo contratual da obra, que deveria ter sido concluída em fevereiro. No mês passado, em visita ao local, Alckmin disse que já havia executado 53% dos 47,6 quilômetros que vão ligar as rodovias dos Bandeirantes e Presidente Dutra e concluir assim o anel viário da Grande São Paulo. Agora, a promessa é entregá-lo em março de 2018.

Aumento. Pelos contratos assinados em 2013, no valor total de R$ 3,9 bilhões, o custo previsto com terraplenagem em toda a obra era de R$ 423,7 milhões. Planilhas de pagamentos da Dersa obtidas pelo Estado mostram que, até janeiro deste ano, o valor atualizado para esse serviço era de R$ 845,4 milhões, um aumento de 99,6%.

A Dersa afirma, contudo, que uma parte significativa desses valores na planilha de pagamentos se refere a serviços reajustados de terraplenagem feitos em outras fases da construção, como obras de artes especiais e túneis, e não na fase de terraplenagem prevista no contrato. Assim, afirma a estatal, o aumento real desse serviço foi de R$ 170 milhões, ou 40,2% do previsto na soma dos contratos.

O maior acréscimo (385,6%) foi registrado no lote 2, executado pela construtora OAS, investigada pela Operação Lava Jato e cujo sócio já foi condenado no escândalo de corrupção da Petrobrás. Nele, os valores subiram, principalmente, por causa do aumento do serviço de transporte de material por mais de 15 quilômetros (R$ 12,3 milhões) e da inclusão do serviço de remoção de rocha (matacão) em escavação (R$ 22,3 milhões).

O segundo maior aumento, segundo a Dersa, aconteceu no lote 1, do consórcio Mendes Júnior/Isolux Corsán, também investigado na Lava Jato. Nele, houve acréscimo de 69,8%, ou R$ 30,2 milhões, principalmente com o serviço de desmonte de rocha com uso de argamassa expansiva, que não estava prevista. Esse técnica, mais cara, é usada para destruir uma rocha sem precisar explodi-la, eliminando o impacto de vibração da terra e reduzindo o risco de danos à rede elétrica existente.

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Dersa informa que fez auditoria e colabora com apuração

O presidente da Dersa, Laurence Casagrande, disse que duas auditorias internas feitas pela estatal a seu pedido desde o início de 2015 não constataram nenhuma das irregularidades apontadas pelo ex-funcionário que denunciou o suposto desvio de recursos do Rodoanel Norte à Polícia Federal e que encaminhou, no mês passado, um pedido para que a Corregedoria-Geral da Administração (CGA) investigue o caso.

A CGA informou que vai ouvir o denunciante e outros funcionários da Dersa e de empresas terceirizadas e que prepara diligências na obra com equipes especializadas. Segundo o órgão, “a Dersa colabora com a investigação”.

Segundo Casagrande, que disse estar à disposição da PF, os custos de terraplenagem aumentaram em 40,2% porque novos serviços tiveram de ser incluídos ou aumentados em razão de questões geológicas, riscos de danos a moradias do entorno da obra e do maior número de deslocamentos de material que não estava previsto.

“Nós não temos compromisso com o erro”, disse. “Isso aqui está sob análise e o projeto ainda está no meio. Se você mediu a menor, você aumenta. Se mediu a maior, desconta. Há saldo de contrato suficiente para, se eventualmente encontrarmos algum erro, ele ser corrigido.”

Previsto. Ele afirma que o aumento de gastos com a remoção de rochas grandes e de argamassa expansiva, que elevaram o custo de terraplenagem, mostrou-se necessário durante o avanço das obras, embora não estivesse previsto no projeto básico. “É fato que há variações entre o projeto básico e o executivo. Essa avaliação ainda está em processo de conclusão. Diria que o projeto básico foi razoavelmente assertivo”, disse.

Segundo Casagrande, os preços dos novos serviços são provisórios, foram orçados pela Dersa e sofreram o mesmo desconto dado pelas empreiteiras na licitação. A Dersa espera concluir essa análise até maio para definir os reajustes dos seis contratos da obra.

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