O Golpe de uma elite preconceituosa que não aceitam a diferença

congresso

A opinião publicada e não pública, é uma medida que evoluí, nos porões da mídia conservadora e golpista para formação da mente social, formulando politicas neoliberalista sobre o jugo do imperialismo econômico privado, sobrepondo ao publico.

É a manipulação burocrática estatal associada a segmentos da classe dominantes, que pode ser de forma lenta mais continuada, sem ruptura institucional e utilizando-se da própria ordem legal alterando um plano de governo por um novo projeto de poder.

Ela é realisticamente visto aos olhos dos desprovidos de ser beneficiado socialmente, onde fica explícita a exortação enfadonha de ideias vazias, de que serão socializados os prejuízos e privatizados os lucros. Podemos presumir a evolução da grande dificuldade deste governo ilegítimo e elitista; sair de um extremo sem cair no oposto.

A pobreza destes fascistas os torna mesquinhos, insignificantes, que sente prazer em praticarem, vinganças, contra um governo eleito pela maioria do povo brasileiro. Sem disfarces daquilo que realmente fazemos, e não o que deveríamos fazer; porque é impossível unir a sabedoria da serpente à inocência da pomba, sem um conhecimento prévio da natureza do mal; por que sem isso, a virtude fica exposta e desprotegida. Um proverbio italiano: ‘tanto buono che val niente – tão bom, que de nada vele; no teatro de nosso dia-a-dia, só os deuses e os anjos devem ser espectadores.

Este governo sem credibilidade e celibatário, só é bom para regar o chão quando tiver primeiro, que encher um poço, das organizações financeira e dos industriais paulistas.

Bacon cita Bias, um dos Sete Sábios da Grécia antiga: “Ame seu amigo como se se fosse tornar seu inimigo; e seu inimigo como se se fosse tornar seu amigo.” Não revele mesmo a um amigo, muitos detalhe de seus verdadeiros objetivos e pensamentos. Apresente dados e informações, e não convicções e conclusão. Não é possível seguir um caminho certo quando o próprio objetivo não é colocado corretamente. Não podemos olhar para fatos isolados fora de seu contexto, sem considerar o proposito final.

Versos de Virgílio: “Felix que polui sérum, cognoscível causas, Quique mitos omnes, et inexorável fartum, sujeita pediu, strepitumque Acherontis avari…” – “Feliz daquele que aprendeu a causa das coisas e pisoteou todos os medos, o destino inexorável e a ruidosa agitação do inferno da avareza.” É como ser esquerda atualmente no Brasil, independente do sentimento contrário, nos exalta a natureza pátria; característica em que se encaixa perfeitamente à necessidade atual de ofuscar a profunda crise social dividindo-nos em classes.

Estamos vivendo um período conturbado, como reflexo do autoritarismo de um congresso conservador neoliberalista, e de um governo ilegítimo, onde grande parte de seus colaboradores são acusados ou processados. Na educação mesquinha não podemos lisonjear, por que está sendo dada por mãos avaras e pobres de ideal. No inicio deste governo elítico e ilegítimo, com suas reforma e mudanças, uma só ideia absorve todos os pensamentos; é a ideia da pátria, mais onde fica a independência, liberdade, instituições sociais, reformas políticas, todas necessárias, tais são objetos que ocupam inteligências; isto é o que falta há estes impostores e não ao povo. É à medida que se avança na execução deste plano “ponte para o futuro”, da expurgação do poder através de um golpe político sem base jurídica; gerando o egocentrismo, se colocando como salvadores da pátria, nos levando a um estado de frustação e idealismo e classicismo. Por consequente falta de políticas sociais. Não nos restará em não ser o condoreiríssimo tal como símbolos da liberdade e resistência a estes fascistas. Este momento que estamos vivenciando; vamos refletir e explodir nossa ira em manifestações “A praça! A praça é do povo como o céu é do condor.” Castro Alves.  Esta é a liberdade, o povo na rua denunciando este governo ilegítimo sem representação popular. Quebrando o cerne dos golpistas, fazendo dele o símbolo da resistência pacifica e ordeira! A púrpura sirva ao povo pra cobrir a frustação. Sempre temos em nós um grande estoque daquilo que condenamos; tal como apena o semelhante pode ser constatado com vantagem, só os semelhantes discutem, e têm como motivo, as ligeiras variações de seus propósitos.

Atrás dos portões fechados, entre sigilo e espionagens aconteceu o golpe político civil. A derrubada de um governo eleito pela maioria do voto popular; elaborado por legislativo, judiciários e empresários incompetentes defensores de um governo burguês, dando garantias e segurança ao capital especulativo, e preparando o terreno para entregar as riquezas naturais do Brasil, com proposta de modernização da relação capital e trabalho. Com a marginalização dos movimentos sociais, com a crescente dominação e quebras de direitos trabalhistas; visando apena truncar o avanço dos menos favorecidos socialmente.

Reacionários que ofusca o progresso das classes baixas. Não oh! Brasil! No meio desta tempestade causada por uma câmara dos deputados e senado; eles com medidas de aumento desproporcional ao recardado pela receita federal ruíram o plano de governo já estabelecido. Não podemos ficar imóvel como crianças inocentes e sem esperança. O germe da evolução depositado em teu peito não tem dado ainda todo o fruto que deveria dar; tolhido nosso desenvolvimento afastando a mão estranha que nos sufoca. Brasil deixe de ser colônia, não podemos ficar omissos, não podemos deixar que classes dominantes, nos representem, vão exaltar nossas conquistas sem deixarmos ofuscarmos nossos anseios, não outorgar e não abdicar das instituições sociais, reformas políticas, todas necessárias ao bem estar de nosso povo.

Vivemos em um estado de exceção, com o desmonte das comunicações publicas – Só analisar os acontecimentos na EBC e, logo veremos o desmanche da rede pública da comunicação do governo federal. Tampouco uma carreira política, pode ser o caminho, porque nela pode ser o caminhamos sujeitos aos caprichos do povo; nada é mais volúvel do que o povo. Estes fascistas que está ocupando o executivo, cada qual pensa principalmente, no seu próprio interesse, nunca no interesse público. A classe média acredita que a substituição do governo legitimo, por um ilegítimo, é a solução dos problemas financeiros da atualidade.

Os ideais do PMDB, DEM, PSDB e outros partidos de cunho religiosos, é do dividir em classes, após a destruição juntar os cacos de uma sociedade, em desavença, rixa e decepada por fascistas disfarçados de democratas.

Enfatizo dois pré-requisitos para a resolução dos problemas do Brasil: a participação da sociedade civil e dos políticos, no desenvolvimento de ações compartilhadas. Não só os desafios econômicos, mas toda a sorte de ameaças à dignidade das pessoas.

Afirma a filósofa política Hannali Arenti (1901-1975), “Algo muito mais fundamental do que a liberdade e a justiça, que são direitos dos cidadãos, está em jogo quando pertencer à comunidade em que se nasce não é mais uma questão natural e não pertencer não é mais uma questão de escolha”.

É fundamental para a dignidade de uma sociedade dividida como a nossa vivenciar e expressar a nossa identidade; não podemos ser excluído de todos direitos adquiridos, por estes impostores.

É relevante que a nossa Presidenta Dilma Rousseff volte a assumir seu mandato outorgado, legitimamente pelo voto da maioria do povo brasileiro.

A exclusão significa não ter direito a serviços como saúde e educação pública de qualidade, ou viver sobre o jugo dos coronéis locais. A identidade da sociedade pode ser desenvolvida com consciência global. Portanto, só podemos manifestar quando for capaz de respeitarmos o que foi decidido em maioria, não ser negado à chance de ser o principal ator de um roteiro da inclusão; não da limitação das estruturas existentes.

O importante e fundamental para iniciarmos uma revolução pelo povo, para o povo e do povo; é a expressão do sentido que todos os responsáveis consigam capitar com estes movimentos contrários e favoráveis. Escutando o que estes movimentos estão nos remetendo, diante da expansão das ameaças cada vez mais complexas que nossa sociedade está enfrentando.  Esta é a fonte que nos conduzirá no engajamento social. Por meio destes esforços, reafirmamos nossos ideais.

O importante é concentrar e evidenciar a prática do diálogo franco, possibilitando que cada ser avalie com precisão, o impacto de suas ações em mudança positiva para aqueles menos privilegiados. Na política, na economia e em outras áreas do pensamento contemporâneo; observamos uma passiva e silenciosa aceitação e interesse de poucos sobrepõem à maioria. Mais do que em qualquer momento, toda a sociedade expandirá a consciência, e enxergará este momento como uma teia de relações na qual está relacionada, a desvirtuação da proposta social, apresentada pela então e Ex-Presidenta Dilma Rousseff, no enfrentamento da pobreza e da fome. Estas ameaças afetam simplesmente aos menos privilegiados. É preciso organizar aumentando a resiliência para atender de forma dinâmica e vigorosa as difíceis consequências causadas pelo golpe civil-político.

O peso deste golpe soterra a história de avanço social partir de 2003, com o Presidente Lula, seus sonhos, seus sentimentos e sua capacidade de transformação social diante desta nova realidade, exercitado as lideranças transformadora, com ações concretas, tais como: bolsa família, minha casa minha vida, transposição do rio São Francisco entregando o sertão árido.

História descrita na Proposta de Paz de 2016 do respeitável filosofo humanista Daisaku Ikeda : “Certa vez, um homem viu uma casa magnifica de três andares de uma pessoa rica e achou que também poderia ter uma. Chegou em casa, contratou um carpinteiro para construí-la. O carpinteiro começou a trabalhar nos alicerces. Depois no primeiro e no segundo andar. O homem não entendia, pressionou o carpinteiro: “Eu não preciso do primeiro e do segundo andares”. O carpinteiro respondeu: “Isto é impossível, como espero que eu construa o segundo andar sem terminar o primeiro, ou o terceiro andar terceiro andar sem o segundo? Portanto, estamos diante de um governo e ilegítimo, sem base e credibilidade para recuperação. Que não se ouvi à sociedade, determinando medidas que vai mudar o rumo atual. Por conta disso, fica o alerta para os perigos do discurso de ódio, com violações de direitos dos menos privilegiados, não pode ignorar. Quando analisamos a equipe econômica, logo percebemos que todos são monetaristas. É fundamental que o eleitor reconheça o perigo. Não podemos que se construa uma sociedade xenofóbica com apologia ao ódio.

A sociedade precisa ser advertida que estão expostas a esta perspectiva. Por exemplo, o que cada enxerga de um mesmo lago – alguém enxerga a beleza das aguas cristalinas, outros acham a variedade de peixes que nele vive, ou preocupa-se com o perigo das aguas profundas. Porem nos convém distinguir que não são apenas diferenças na percepção de cada um.

Ou a velocidade exacerbada do processo de desmonte de uma plataforma governamental que foi eleita pela maioria da população; por corrente antagônicas, há que foi outorgada. Não se limitam sós ideologicamente entre Ignorar estes fascistas golpistas, ou temer estes impostores que em nome de algo, erguem-se barreiras de permanecermos ignorantes em relação aos acontecimentos atuais. Esquecer o hiato da ruptura democrática de mais de duas décadas. Precisamos chamar atenção para o perigo de permitimos que a opinião deste grupo determine nossas respostas em exercício da força por traz de uma aparência democrática; roubando o próprio sentido da esperança. Onde uma sociedade como a brasileira, que por sua dinâmica econômica e politica, divide e individualiza as pessoas isolando em grupos, distribuindo a miséria entre a maioria e concentram os privilégios nas mãos de poucos.

A miséria social engendra em um quadro triste e deprimente. A economia desumana, onde pessoas ficam preocupadas mais com os percentuais na Bovespa do que com o futuro das nossas crianças abandonadas. Essas crianças nunca serão atores de sua própria história. Portanto, quando foi analisado o rito e impeachment da Presidenta Dilma, não foi por crime e sim por falta de apoio politico ao plano de governo que visava o social e não ao monetarismo.

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