Garotinho e Cabral presos, mas Aécio, Serra e Alckmin seguem intocáveis

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Serra – Aécio – Alckmin

Criando retorica à reconstrução política e judicial que só virá quando a justiça for cega e, passar não ser partidária, não irá curar os males da corrupção, atacando o social, lançando abstrações à cabeça uns dos outros e, quando esta guerra chegar ao final, nada ganhará substituindo asserções generalizadas pela analise que o ministério publico federal, está executando suas convicções temperamentais por investigações especificas, cuja grandeza estão em precisa relação com sua impressão de pequenos fatos.

Só os fatos demonstram o estilo alegórico da interpretação das leis no Brasil, um megalomaníacoismo e servidão incomum; próprios de colônia, onde procuradores, promotores e juízes estão extrapolando suas prerrogativas diante de uma lei mal redigida e executada, sendo treinados com ideais e conceitos; segundo os ensinamentos do império. Uma de suas principais missões é perseguir destruindo imagem e conceitos dos seus adversários políticos que atuam no campo social. No introito de suas palestras patrocinadas pelo neoliberalismo americano e, da grande elite dominante; se propondo a condenarem a não frutificação da igualdade social a sociedade.

Esta burguesia que domina socialmente e economicamente o estado ditando leis e normas de conduta aos seus súditos. Burguesia assenhoreando-se de todos os bens, leva com suas polemicas neoliberalista de que o estado devem simplesmente cuidar de saúde e educação com orçamento restrito e, deixando o restante para iniciativa privada tomar de conta e direcionando os recursos para o desenvolvimento econômico e financeiro da nação; onde o papel das massas passa a seguirem as influências do pensamento neoliberal, de que todos são iguais em uma sociedade de desigual tanto econômica como social, reduzindo o estado ao mínimo, que resultara em governança que dar segurança ao capitalismo financeiro e preparando terreno, onde possa acumular recursos cada vez mas.

Um lugar obscuro da história de 127 anos de republica no Brasil de corrupção entranhada nos partidos políticos, federações patronais, confederações sindicalistas tanto de patrões como empregados, policiais e judiciaria; ou melhor na maior parte da sociedade organizadas deste país. Entretanto, só investiga organizações que tenha vínculos sociais, deixando os que têm a finidade financeira.

O cenário de terra arrasada seguirá com estes fascistas que usurparam o mandato de uma presidenta eleita pela maioria da população brasileira pelo volto livre e honesta; foi afastada por congressistas corruptos, mais não tiveram a coragem de cassar seus direitos políticos, simplesmente por que nada foi comprovado contra a mandataria desta nação.

Ao analisarmos a atual situação da nação, estado e municípios logo chegamos à conclusão das dificuldades financeira que estão passando e, eles não sabem a que mando está implementando regras rígidas em nossa constituição de 20 anos de vivencia, engessando gestores e desembarcar em total descontrole social. Onde cada vez mais vamos deparar com protestos e radicalização.

Com um papel determinante dos grandes meios de comunicações deste país (mídia), cada vez mais partidária, denuncias que devem ser denunciadas sem cunho partidário politico como estamos acompanhando os últimos fatos. Entretanto, não vimos a grande mídia questionarem a corrupção no PSDB nas administrações de vários estados e municípios sobre a governança desta sigla partidária, tal como denuncias de José Serra, Alckmin, Aécio Neves e outros … A escandalizarão da política prosseguem no Brasil – gerando descrença na sociedade e estimulando os fascistas que pedem a volta da ditadura militar. PSDB permanecem impávidos, com a sua retórica falsamente moralista. Será que o tumultuado quadro político, com prisões e caos nas cidades, visa criar o clima para o “golpe dentro do golpe”, possibilitando a volta do PSDB  ao governo, será que a sociedade já esqueceu o que aconteceu nos anos que este partido governou este país?

Fonte:viomundo/Altamiro Borges, em seu blog

Cabral e Garotinho são presos. E os tucanos?

Em menos de 24 horas, dois ex-governadores do Rio de Janeiro – Anthony Garotinho e Sergio Cabral — foram presos pela Polícia Federal sob a acusação de corrupção.

A situação do Estado, que já é caótica, tende a se agravar e pode descambar para total perda de controle.

O governo carioca, que baixou um pacote de medidas genocidas para “ajustar suas contas”, está sitiado.

Os protestos dos servidores públicos, as maiores vítimas do “ajuste”, são cada vez mais radicalizados.

A mídia falsamente moralista, que adora a escandalização da política, faz a festa.

A TV Globo, que até agora não engoliu a derrota para sua “rival” no pleito municipal, promove um autêntico show midiático.

As denúncias contra os dois ex-governadores são graves, mas muita gente questiona os métodos aplicados nas prisões.

No caso de Anthony Garotinho, que foi detido na quarta-feira (16), ele é acusado de ter chefiado um esquema de compra de votos nas eleições de Campos dos Goytacazes (RJ), sua base eleitoral.

A prefeitura da cidade, sob comando da sua esposa, teria dobrado o número de beneficiários do Cheque Cidadão, a partir de junho passado, com nítidos propósitos eleitoreiros.

Ainda segundo a Justiça Eleitoral do Estado, o ex-governador tentou coagir duas testemunhas do caso e eliminou documentos públicos que ajudariam na apuração dos supostos crimes.

Já no caso de Sergio Cabral, preso na manhã desta quinta-feira, as denúncias são ainda mais pesadas.O ex-governador é acusado de liderar uma quadrilha que desviou R$ 224 milhões em contratos com várias empreiteiras – entre elas, a Andrade Gutierrez e a Carioca Engenharia.

A propina foi paga na concessão de obras públicas como a reforma do Maracanã e a construção do Arco Metropolitano.

A ex-primeira-dama, Adriana Ancelmo, teve sua condução coercitiva decretada pela Operação Lava-Jato e outras noves pessoas envolvidas no esquema já foram presas.

A mídia fez grande escarcéu com a prisão, mas evita lembrar que Sergio Cabral é do mesmo partido do Judas Michel Temer, o PMDB.

Cadê a prisão dos chefões do PSDB?

Diante de tantas prisões e emoções, os internautas mais inquietos questionam: quando chegará a vez dos tucanos?

Afinal, vários chefões do PSDB já foram acusados de corrupção, mas nunca foram molestados pelo Ministério Público, pela Polícia Federal e pela mídia sem moral.

O cambaleante Aécio Neves, por exemplo, já teve o seu nome citado em várias delações premiadas.

O ex-ministro Romero Jucá, que confessou que o “golpe dos corruptos” teve como objetivo “estancar a sangria” da Lava-Jato, chegou a afirmar que o presidente nacional do PSDB seria “o primeiro a ser comido” com o prosseguimento das investigações.

Até hoje, porém, ele permanece intocado.

Já o governador de São Paulo, o “picolé de chuchu” Geraldo Alckmin, segue totalmente blindado, apesar dos incontáveis escândalos na sua eterna gestão – “trensalão tucano”, falcatruas na Sabesp, máfia da merenda escolar.Nesta quinta-feira (17), representantes das empreiteiras envolvidas no acidente nas obras da linha 4-amarela do metrô confirmaram houve pagamento de propina, inclusive a um promotor de Justiça, para abafar a tragédia que resultou em sete mortes, em janeiro de 2007.

Em outro caso escabroso, até o abjeto site Antagonista, de extrema-direita, postou nesta semana que há fortes suspeitas de que o governador paulista recebeu R$ 2 milhões em propina da Odebrecht.

A escandalização da política prossegue no Brasil – gerando descrença na sociedade e estimulando os fascistas que pedem a volta da ditadura militar.Mas os tucanos permanecem impávidos, com a sua retórica falsamente moralista. Será que o tumultuado quadro político, com prisões e caos nas cidades, visa criar o clima para o “golpe dentro do golpe”, possibilitando a volta dos tucanos – sem votos – ao governo central?

Como ironizam os internautas, parece que basta se filiar ao PSDB para nunca ser processado, investigado, condenado e, muito menos, preso!

Ou o plano dos falsos “justiceiros” do Ministério Público, da Polícia Federal e da mídia monopolista é ainda mais tenebroso? Numa terra arrasada, nem os tucanos escapariam da extinção? O que você, leitor, acha?

PS do Viomundo: E os R$ 23 milhões que a Odebrechet teria pago ao chanceler José Serra, hein? Por causa da interpretação de uma ligação telefônica, o ex-presidente Lula não se tornou ministro do governo Dilma numa decisão tomada de forma monocrática por… ah, tá explicado.

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