Lula o contemporâneo o intelectual do povo, o mito, o invencível

lula

Pouco atraente irreverente Lula é um homem com os defeitos de nossa época, ou melhor, praticamente não lhe falta nenhum. Luiz Inácio Lula da Silva não foi e nunca será um economista, sem qualquer dúvida isso é verdade; não é, porém, toda a verdade. Possui, evidentemente, capacidade extraordinária e mais de um de seus bons julgadores afirmam ser ele o homem mais talentoso que já viu. Não é, todavia, um simples visionário e, sim, um grande conhecedor das necessidades da sociedade com uma percepção prática dos problemas econômicos e políticos do país. Além disso, é tão fértil em sugerir soluções; que políticos de destaque e funcionários públicos, tanto a nível regional como nacional e de outras nações pedem sugestões e constantemente os escutam com atenção.

Seu pragmatismo se mantem sempre como servo de seus princípios: há nele o desejo apaixonado de tornar este em um lugar melhor. Sente com intensidade particularmente forte toda a miséria de década de anos e critica com veemência os governos por fazer tão pouco para remediá-las. Está convencido de que esses problemas, na verdade, a maioria dos problemas, poderia ser resolvida pensando com clareza e agindo com firmeza. Interessa por muita coisa fora do campo da economia e da política: ama bater papo com o povo e sentir suas dificuldades do momento, gosta de ler livros bons tanto no campo econômico como da filosofia e a agricultura. Algumas pessoas o consideram distante e arrogante, embora com o povão seja um amigo de fácil convívio, um animado e otimista com um calor e um espírito que ilumina o local em que se encontra.

E, no entanto, se revela o incansável bom, atencioso pródigo quanto a sua energia, tão aplicado em ajudar os mais desprovidos socialmente, quanto em esmagar seus inimigos, capaz de eliminar o mais ferrenho dos seus desafetos, desarmado pela conciliação da sociedade brasileira.

Mas todas essas qualidades, tanto boas e más, são secundárias e não constituem a sua essência; assombroso é a inexaurível fertilidade e brilhantismo de sua mente.

É o cara que o mundo o admira, seu carisma, não há como ser dimensionado. Sua missão como homem público é dizer o que pensa, o que ele pensa sempre vale ser dito. Sua batalha é como equilibrar os desiguais; talvez os brasileiros estejam mais absorvidos com os fatores econômicos do atual momento de suas vidas do que com a geografia da próxima.

Grande parte da sua fama, também, deve-se à sua simples e inimitável forma de comunicar com as massas. O que fica para nós é sua percepção através da luneta do tempo, e sua visionária inteligência, a transmutar raiva, ódio em brincadeira, fogo em luz.

É uma criatura incrível, a mais excitável que já existiu, nesta sociedade consumista, onde o bem material faz parte do nosso ser, ele é o maior visionista da atualidade.

É certo que ele trabalhou e trabalha ao extremo, do que outro. Quanto mais avança na idade, mais trabalha. Portanto, podemos afirmar, ele é um contemporâneo da atual história politica brasileira. “Se julgarmos os homens por aquilo que fizeram ou fazem”; então o Lula é incontestavelmente, o maior politico brasileiro de nossa época.

Nunca um politico teve sua imagem tão descontruída pela grande mídia como o Lula, está sendo execrado e exilado é preso no visionário mental de nosso dia-a-dia. Os meios de comunicações de massas governam no controle do pensamento social. Portanto, é providencial a regulamentação da mídia através de leis que reja e disciplinem na coordenação da comunicação. Só o Brasil é um tabu falar em regulamentação da mídia.

A sociedade deve ter opinião própria; uma sociedade deve rever suas leis, e construir um congresso forte e independente e não omisso como este. Entretanto, o que observamos em nosso cotidiano é a facilidade aos títulos para a classe nobre e mandatos de prisão aos inimigos políticos, com prisões arbitrárias, sem motivo e sem julgamentos. No congresso há mais religiosos do que há nos templos e catedrais.

Tal como diz no dicionário filosófico, ele faz um deles dizer: “Nosso Deus, que nos mandou amar nossos inimigos e sofrer o mal sem reclamar, certamente não deseja que atravessemos o oceano para irmos cortar a garganta de nossos irmãos porque assassinos vestidos de representante do povo e togados convocam cidadãos fazendo barulho com duas vaquetas sobre a pele de um asno”.

“Realmente, a burguesia brasileira só aceita eleições que ela possa comprar ou fraudar”…

Acabar com o PT sempre foi o sonho de latifundiários, capitalistas e políticos de direita. Como não conseguiram fazer isso pela via eleitoral, nem através da intensa propaganda da mídia articulada com integrantes do Estado e políticos de direita, decidiram partir para o tudo ou nada: dia 5 de agosto, Gilmar Mendes, ora presidente do Tribunal Superior Eleitoral – que se utiliza, de maneira impune até hoje, do cargo de ministro de tribunal superior para proselitismo político –, anunciou a instalação de procedimento jurídico para extinguir o Partido dos Trabalhadores.

Quem avalia que a ação de Gilmar Mendes “é só para aparecer, não vai prosperar”, esquece que os donos do Brasil não brincam em serviço.

Eles esfriaram a economia, causando o desemprego de milhões de pessoas, e, através da ofensiva jurídica visando culpar o PT pelo funcionamento do sistema político financiado pelo capital, desmontaram os setores da construção pesada e de petróleo e gás, causando enormes prejuízos à economia nacional e colocando em risco a soberania do país no setor de energia”.

 Texto do Filósofo Diderot

Onde encontrar a justiça?

“O materialismo organicista de Diderot fundamenta uma ética cujos princípios podem ser encontrados também no Sonho de D’Alembert”. Nessa obra afirmam que vontade e livre arbítrio são conceitos sem sentido, meras abstrações que só servem para obscurecer os fatos.

À vontade no homem desperto, tanto quanto naquele que está sonhando, não seria mais do que o último impulso do desejo e da aversão. Em outros termos, seria o último resultado de tudo aquilo que o indivíduo experimentou desde o momento de seu nascimento.

À vontade e o livre arbítrio seriam, portanto, rigorosamente determinados pelo sistema natural de que o homem faz parte. Da mesma forma, as noções de justiça e injustiça seriam relativas e a conduta justa ou injusta, assim como os atos da vontade, teria como fundamento causas física.

Para Diderot “é possível encontrar em nossas necessidades naturais, em nossa vida, em nossa existência, em nossa organização e em nossa sensibilidade, que nos expõe à dor, uma base eterna do justo e do injusto”.

Sendo de natureza física os últimos motores da conduta humana, não existe, para Diderot, nenhuma solução de continuidade entre os seres inferiores e as ações morais.

Conceber a conduta moral como negação das necessidades naturais mais profundas seria um erro. Segundo Diderot, o erro tem um responsável: são as convenções sociais, que desnecessariamente restringem as bases biológicas da conduta humana.

Um século antes de Freud, Diderot mostrou os perigos da repressão sexual, tema desenvolvido no Sonho de D’Alembert e na novela A Religiosa Toda filosofia que “tende a manter o homem em uma espécie de embrutecimento e em uma mediocridade de prazeres e de felicidade” seria contrária à natureza e, portanto, absurda.

O esplendor das ciências, das artes liberais e das artes mecânicas, em suma, o grau de desenvolvimento mental de uma nação, dependeria de uma legislação que favorecesse o desejo e a liberdade de fruir.

A civilização do país a que pertencia Diderot não favorecia os ideais de seu humanismo naturalista. Por isso ele construiu uma obra polêmica que minava as bases intelectuais da sociedade francesa do século XVIII. “O caráter extremamente revolucionário de seus escritos fez com que uma grande parte tivesse sua publicação impedida e, dessa forma, somente as gerações seguintes começariam a tomar contato com toda a dimensão de seu gênio”.

Com uma perspicácia e sua irascibilidade em um pouco de frivolidade espiritual. Mais sempre sensível à opinião pública, um inigualável mestre de comunicar com as massas.

Porem os aristocráticos amolfadinhas usa a ingenuidade da sociedade para usufruir-se das riquezas deste país, escravizando os desprovidos de uma cultura acadêmica. Não consegue esquecer como ele um simples mortal comum sem uma instrução acadêmica tiraria da pobreza, mais de 40 milhões de pessoas da miséria e da fome em apena oito anos de governo. Porem, não perdoa sua eloquente magia no domínio da mente pela força da verdade.

Muitos de seus adversários ficam assombrados com a rapidez que Lula absorve as mudanças, tanto no social como o capitalismo reagem ao longo dos anos. Pegou todas as variantes, passando pelo fogo da política, principalmente em seus dois mandatos como presidente; transmudou-os no ouro da perspicácia e da eloquência burguesa.

Ele compara a liberdade política e a independência de nossas instituições; que deveria trabalhar em favor dos menos favorecidos e não dos favorecidos pelo sistema plutocrático da tirania e da servidão; fazendo incitações sobre seu caráter.

Os políticos se venderam para horror de todos os cidadãos brasileiros, passaram a conspirar contra um governo legitimo e eleito pelo sufrágio do voto popular. Ele retribuiu o amor com ardente admiração. Formou sua convicção da igualdade, e chegou à conclusão que seu legado é simplesmente um refugio do inclemente tempo político.

O Lula não é um herói, mas ideias, e assim, à medida que a história segue seu curso de incidente a incidente; as contradições entre a política e sua vida privada são trazidas à baila com destaque; falta imparcialidade de uma parte da sociedade e da leniência de um congresso inimigo.

Procuradores e juízes que perseguem o nosso eterno presidente Luiz Inácio Lula da Silva (LULA), permitam que ele possa sair deste exílio que a grande mídia golpista, as grandes corporações e uma grande parcela da população que não tem o conhecimento do que foi ele para o desenvolvimento social deste país. Colocou o paredão da vergonha social o, separando das massas menos privilegiadas e sem direcionamento; tomando medidas que tentam destruir sua trajetória política com acusações sem fundamento judicial, onde qualquer acusação feita por seus inimigos políticos e das massas lhe atribui, sem antes ter a certeza que seja confirmada e investigada a sua veracidades dos fatos.

Nada vai conseguir impedir a caminhada deste leão rumo à vitória em prol do povo, construindo uma sociedade mais justa, ele vem enfrentando incessante ataque contra sua imagem e sua honra, familiares como também junto aos seus colaboradores.

Insiste com firmeza em defender seu direito de ir e vir, a liberdade de poder trabalhar e se expressar seu ideal. Dando vida as suas convicções e juramentos de acabar com a fome no Brasil, com uma política de distribuição das riquezas desta nação mais igualitária; e incorporando o personagem do Conde de Monte Cristo, para provar sua inocência perante aos fatos a ele atribuídos, nos grandes meios de comunicações.

O espírito de fortes convicções é de fato fundamental, como ponto primordial para os movimentos sociais conduzirem a luta por melhores condições sociais nos dias atuais.

 

Anúncios

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s