Filho de senador paraibano faturou mais de R$ 6,1 milhões e, as últimas do Senador Cássio PSDB-PB?

Cunha Lima emplaca licitações na PMCG

Fatos expostos foram procurados com a maior clareza e objetividade possível. Noções imprescindíveis, de como o submundo da política é um mundo falso; representando ideia esboçada em traços mais ou menos vagos e obscuros, como da faculdade ou prerrogativa de invocar a lei na defesa de seu interesse. Emanam da moral dos que procuram ditar como deve ser o comportamento de normas de conduta, é indispensável armar de força certos preceitos éticos, para que a sociedade não soçobre.

Vejam com quem estamos lidando no atual cenário político, usa a mídia até para atacar seus parceiros de golpe, dando entrevista a uma rádio na Paraíba, Cássio Cunha Lima se deu conta da bomba que soltou no Palácio do Planalto ao dizer que Michel Temer teria dificuldades de chegar ao fim do mandato.

Nesta quarta-feira, 21/12, ele passou o dia consertando o estrago. Mais cedo, Cássio consultou seu guru Aécio Neves Oculto explicando-se. Então foi sugerido que pedissem o perdão pela entrevista que foi mal colocada, o mais rápido possível, para evitar estrago na sua possível chegada ao poder via indireta ao planalto.

Há pouco, o senador tucano licenciado telefonou para o Planalto e pediu para falar com Temer, que está em reunião. Se o presidente retornar, ele reconhecerá que sua previsão foi infeliz.

Michel Temer (PMDB) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), trocaram afagos nesta quarta-feira durante a cerimônia de entrega de 420 unidades do Minha Casa Minha Vida, em Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo. No encontro, o presidente minimizou as declarações do senador tucano licenciado Cássio Cunha Lima (PB) de que Temer terá dificuldade para concluir o governo diante das suspeitas levantadas pela Lava-Jato. Clique aqui para ler as declarações de Cássio.

— É natural. Se não estivermos habituados a falas dessa natureza, não conseguimos governar. Temos que passar adiante.

Temer destacou o apoio do PSDB para aprovação de medidas no Congresso, como a PEC do teto de gastos. Também lembrou que há três ministros do partido no governo.

— Uma ou outra fala é circunstancial, momentânea, episódica, transitaria. O que vale é apoio maciço que estou recebendo do Congresso Nacional e do PSDB em particular.

O presidente chamou Alckmin de “grande governador e prezado amigo”. Já o governador paulista disse que “no Brasil de hoje não há mais espaço dos nós contra eles”.

— Conte conosco, presidente — disse Alckmin.

Durante o evento, os dois conversaram ao pé do ouvido.

— Tenho trabalhado para pacificar o Brasil.

Questionado em entrevista se a realização do evento em São Paulo tinha o objetivo de afastar as especulações sobre o distanciamento entre os dois, que ganharam força com a recondução do senador Aécio Neves (MG) à presidência do PSDB, Temer respondeu:

— Só não vou erguer o braço do governador Geraldo Alckmin para não criar… (sem completar a frase).

Alckmin defenderia dentro do PSDB um distanciamento do governo federal para preservar a candidatura do partido em 2018 à Presidência da República.

No evento, Temer anunciou que os municípios serão beneficiados com repasses de R$ 6 bilhões da verba arrecadada com a multa do programa de repatriação de recursos mantidos por brasileiros no exterior.

O prefeito de Mogi, Marco Aurélio Bertaiolli, exaltou na cerimônia que houve esforço par entregar as 420 unidades do Minha Casa Minha Vida antes do Natal. Em entrevista, Temer entrou na onda do prefeito e celebrou o fato das 420 famílias beneficiadas poderem passar o Natal na casa nova.

— As pessoas que estão recebendo a sua casa na véspera de Natal. Depois de amanhã, já estão todos morando aqui, já trazem as suas coisas — disse o presidente.

Depois que as autoridades forem embora, foi anunciado ao microfone que as casas só poderão ser ocupadas no dia 28. Antes da entrada nos imóveis, é preciso que sejam realizadas assembleias do condomínio.

O senador ficha suja, foi cassado quando era governador da Paraíba em 2009, acusado de desvios de recursos e compra de votos.

Uma decisão do STF de postergar as consequências da Ficha Suja permitiu que ele concorresse ao Senado em 2012. Por isso temos que aturar essa reserva moral do PSDB fazendo prédicas cínicas sobre corrupção.

Cássio Cunha Lima ficou nacionalmente conhecido em 2006. No dia 27 de outubro de 2006, dois dias antes do segundo turno das eleições para seu segundo mandato como governador, alguns fiscais da Justiça Eleitoral foram verificar uma denúncia de distribuição de dinheiro para compra de votos no edifício Concorde, em João Pessoa, capital da Paraíba.

Na saída os fiscais foram informados por terceiros que diversos objetos foram arremessados da janela de uma das salas do edifício. “Os fiscais checaram os objetos atirados pelos funcionários de Cássio Cunha Lima e apreenderam mais de R$ 305 mil, títulos eleitorais e diversos contas de água e luz pagas.”

Este o dinheiro voador. Com ele o nobre senador estava comprando votos.

O processo contra Cássio foi parar nas mãos de excelentíssimo Sr. Juiz Sérgio Moro. Adivinhe o que aconteceu: nada. O caso está parado desde 2012.

É um oligarca. Seu pai Ronaldo foi governador da Paraíba. Notabilizou-se por dar dois tiros num adversário político, Tarcísio Burity, por acusações de corrupção que este fez ao filho Cássio. Era deputado federal. Renunciou para não ser julgado pelo STF. Claro que as coisas estavam muito mais sob controle na justiça local. Jamais chegou a ser julgado.

A tentativa de homicídio foi em 1993. Catorze anos depois, o então ministro do STF Joaquim Barbosa se pronunciou sobre o assunto. “Esse homem manobrou e usou de todas as chicanas processuais por 14 anos para fugir do julgamento. O ato dele é um escárnio para com a Justiça brasileira em geral e para com o Supremo em particular. Ele tem direito de renunciar, mas é evidente a segunda intenção. O que ele fez foi impedir que a Justiça funcionasse.”

Que tal senador, se colocar no lugar do outro passando de pedra à vidraça. Será que conhece o teu semelhante como a ti. É possível que as coisas pareçam normais, mas na verdade não são; o importante é não parar de questiona-lo.

A curiosidade tem sua própria razão. Vossa Excelência manipula e distorce a população do seu estado levando a crer; mais lhe falta muito para ser um paladino da ética, como o faz apresentar perante as câmaras da grande mídia golpista.

Mais importante, talvez estar lhe perguntando como vou ser digno de representar este povo tão sofrido que é a maioria do seu estado. Um cargo de relevada importância no contexto social. O que pode moldar para contribuir no desenvolvimento desta nação; ficará o experimento das emoções, tragédias, frustrações, injustiças e desesperança causada pelo seu partido político o PSDB, do ‘quanto pior melhor’, para assumirem o poder através de um golpe parlamentar. Não esqueça que ‘o homem não é a criatura das circunstâncias; as circunstâncias é que são criaturas do homem’.

Publicado por: Carlos Rocha

Cunha Lima emplaca licitações na PMCG

Em família: filho de Cássio é diretor de empresa que faturou mais de R$ 6,1 mi em licitações na gestão de Romero Rodrigues em Campina Grande.

Segundo pesquisa no site da Receita Federal e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) a empresa Interblock Artefato de Cimento S/A, cujo atuação principal está na fabricação de artefatos de cimento para uso na construção civil e que tem diretor o jovem Diogo Cunha Lima. filho do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que é primo do prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSDB), emplacou, até agora, junto a gestão tucana na Rainha da Borobrema,  três licitações na Prefeitura Municipal de Campina Grande  que somadas chegam a quantia de R$ 6.182.850,00.

A empresa Interblock Artefato de Cimento S/A, criada em 08.04.2010, segundo dados da Receita Federal só ganhou na Paraíba, desde a sua criação, quatro licitações, sendo três em Campina Grande nos anos de 2013 no valor de R$ 2.127.600,00; 2014 no valor de R$ 2.127.600,00 e em 2015 no valor de R$ 1.927.650,00. A quarta foina cidade de Cabedelo no ano de 2015, sob gestão do prefeito Leto Viana, aliado do senador Cássio Cunha Lima desde 2014.

Somadas à empresa que tem como diretor o filho de Cássio ganhou na gestão do seu primo Romero Rodrigues (PSDB) em licitações R$ 6.182.850,00.

Outro dado é que a empresa Interblock Artefato de Cimento S/A, foi uma das doadoras da campanha do jovem deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) em 2014, um ano depois de ganhar sua primeira licitação na prefeitura de Campina com a quantia doada em espécie de R$ 13.500,00, como revela dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB).

Pedro é irmão de Diogo, diretor da empresa. Ele foi eleito o deputado federal mais votado no Estado da Paraíba em 2014, disputando sua primeira eleição.

VEJA DOCUMENTOS

Créditos: Portal PB Agora e ao Parlamento PB

Quem sabe se a família Cássio atribuía o seu sucesso financeiro ao fato de ter reunido em torno dela pessoas muito talentosa, fazendo a multiplicação de quatros licitações, um império.

O PSDB desde o ano de 1994; este partido pensa que está ainda com a faixa presidencial no peito.  Pensam eles que são os paladinos da verdade com politica neoliberalista da entrega patrimonial para o privado, a preço de quê?

A falta de ética é ter uma falsa crença de vencedor é tentar destruir o outro qualquer custo. Senador é isto que você representa o lado obscuro da ganancia, do ganha a qualquer custo, nem que seja preciso pisar na cabeça do outro para alcançar seus objetivos, com eles, tudo é pessoal, e a qualquer meios para chegar aos fins – assim como o pintor expressa retratando, não apenas o caráter e as feições individuais mas uma qualidade universal e uma realidade permanente. Para cuja revelação o poder é apenas um símbolo e um meio, para enganar a sociedade paraibana, onde sua maioria é de um povo sofrido.

Aristóteles estava certo, uma vez mais: “Os homens que se distinguem em filosofia, politica, poesia ou arte parecem ter, todos os temperamento”.

 

 

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