A entrevista de Dilma à TV suíça

Dilma

A Presidenta Dilma Rousseff que estava de passagem pela Suíça, ela deu uma entrevista à TV Suíça, onde ela abordou sobre economia e principalmente sobre acusação de corrupção em seu governo. Falou sobre sua trajetória política desde sua atuação nos movimento revolucionário imposto pelo regime de força da Ditadura Militar como sendo o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura e perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.

Assista à entrevista completa em vídeo pela TV Suíça:

Mineira de Belo Horizonte, Dilma Vana Rousseff tem 68 anos e é filha de um imigrante búlgaro, empresário, e de uma professora brasileira. Nascida em 14 de dezembro de 1947, a presidenta reeleita iniciou sua militância política aos 16 anos, quando ingressou na luta armada contra a ditadura militar.

Durante o regime, Dilma integrou organizações de esquerda como o comando de Libertação Nacional (Colina) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Ela passou quase três anos presa, entre 1970 e 1972, e nesse período foi torturada por órgãos da repressão.

“Na luta contra a ditadura, recebi no meu corpo as marcas da tortura. Amarguei por anos o sofrimento da prisão. Vi companheiros e companheiras sendo violentados, e até assassinados”, relembrou Dilma em pronunciamento no Senado na última segunda-feira (29/08), durante o quarto dia de julgamento do impeachment.

Após deixar a prisão, Dilma mudou-se para Porto Alegre e formou-se em Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Assista, no vídeo à íntegra do discurso da presidente afastada, Dilma Rousseff, no Senado: 

Após o impeachment consumado ela foi afasta definitivamente do cargo de presidenta que lhe foi outorgado pela maioria da população brasileira, cargo este exercido até o dia 12 de maio de 2016.

Schiller (1759–1805) celebre filósofo e poeta alemão afirmou: “que aqueles que se mantêm fortes quando ficam só são possuidores de genuína coragem”. Entretanto, refugiar-se sob a sombra de alguém é um ato de covardia. É fascismo, não democracia. Em uma democracia, cada um deve reconhecer que é o protagonista e que, como tal, possui uma responsabilidade a cumprir com os mais desprovidos das beneficies sociais.

Há muitos interesses econômicos como ideológico e, atitudes egocêntricas; a sociedade brasileira em sua maioria é justa e honesta. Finalmente é preciso combater este governo fascista e golpista, que se apossou de um mandato na qual o povo a outorgou até 2018, com o sufrágio de 54 milhões de votos por um plano de governo rentista e comprometido com o sistema financeiro internacional.

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