Linchamento mediático do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva

Lula

O ex-presidente vem sofrendo ataque pela grande mídia golpista com banalização das injúrias há vários anos e principalmente aquelas direcionadas aos seus parentes e amigos próximos. Certamente, estas palavras injuriosas não têm a mesma gravidade e culpabilidade do assassinato ou até roubo, mas está na mesma linha, porque são suas premissas e revelam a mesma malevolência.

Portanto, até o presente, não vejo alguma autoridade brasileira tentando identificar os responsáveis por esta campanha orquestrada pelas elites dominante para descontruir a imagem de um grande líder que é o ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva; fica a pergunta? O que eles pretendem alcançar com denúncias falsas e sem precedente contra o maior líder popular dos últimos anos no Brasil.

No grande meio da mídia fazem questão de até alterarem suas grades de programações, para colocarem em reportagens longa e cansativas e repetitivas e, neles se vê no fundo de todas as reportagens apenas o intento de destruir. As acusações imputadas ao nosso grande líder tem conotação de exclui-lo do preito para presidente em 2018. Tendo nestes setores conservadores da nossa sociedade uma efetiva dominação.

Em programas de televisão, são apenas convidados aqueles que se alinham e concordam o que a grande mídia golpista quer que seja levado ao conhecimento do grande publico. Portanto, fica bem explicito e conhecido à mão conservadora que inspira pelo quanto pior é melhor, que querem simplesmente semear a divisão da nação. Nos finais de semanas é o prato preferencial dos golpista publicar matérias de criticas somente pela critica de forma mais explicita e, principalmente em tom de sátira. Após fragrante massacre mediático, o ex-presidente Lula vem reagindo com “serenidade e indiferença”.

Já se passaram mais oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi lhe dado o direito de resposta por ninguém, nem teve a imprensa nacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. Ao “companheiro” número um da República, muito osso, afagos poucos. A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito ou desvio qualquer na sua trajetória? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratado nos últimos anos, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-o, desfeiteando-o, diminuindo-o? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E – pior de tudo – os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar a nação? Ex-presidente Luís Lula da Silva precisa ter coragem e estômago para suportar estes mais de oito anos de maledicências e ataques. E você com certeza têm.

Nesses mais de ano passado a imprensa mobilizou o noticiário para acusar o ex-presidente Lula de fazer lobbies e modificando decisões e decretos a favor de empresa, segundo aponta a Operação Lava-Jato. O ex-presidente foi obrigado a prestar depoimento, em condução coercitiva, em São Paulo, e teve a sua casa varrida em mandado de busca e apreensão. E agora, depois desse linchamento.

E agora quem é que vai recuperar, quem é que vai ressarcir o ex-presidente dessa arbitrariedade, dessa injustiça que ele está sofrendo?  É preciso lamentar o processo de criminalização da política em curso aqui no Brasil. a grande imprensa, principalmente uma grande rede de televisão, o poder Judiciário, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal como os grandes atores responsáveis por esse processo de criminalização.

O ex-presidente como foi conduzido coercitivamente, sem ter havido qualquer intimação ou recusa para prestar esclarecimento, que é o que justifica a condução. “Mas essa turma não quer saber disso, o importante é aparecer na televisão, nos jornais”. Eles querem é desmoralizar a pessoa, o investigado, o réu. É fragilizá-lo, é buscar simplesmente a destruição de sua imagem construída por vários anos de luta contra regimes ditatorial, é simplesmente bani-lo da vida em sociedade, da vida civil.

O momento exige uma grande reflexão, já que a vida política atual está resumida a operações da polícia federal e a “desmandos” do Poder Judiciário e do Ministério Público. Nós temos que refletir se isso de fato constitui um combate eficaz à corrupção ou não passa de um embuste, no sentido do desmonte de direitos e garantias constitucionais, que o povo brasileiro teve que suar sangue para conquistar. Jornais noticiam com amplo destaque em suas páginas e manchetes. Chegam até acusar o ex-presidente por suposta apuração realizada pela lava-jato: “dizer em grande entrevista que as investigações apontaram indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a renda da família”.

O EX-PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA:

“Eu quero que eles apresentem uma prova concreta. Não aceito a ideia que a convicção vale como prova”, acrescentou o ex-presidente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que se considera alvo de um “pacto quase diabólico” entre o juiz Sergio Moro, a imprensa, a Polícia Federal e o Ministério Público.

“Há um pacto quase diabólico da imprensa, do Ministério Público Federal, da Polícia Federal e do Moro contra mim”, declarou Lula durante um ato em São Paulo convocado por intelectuais e líderes de movimentos políticos, sindicais e sociais.

O ato “Por um Brasil justo para todos e pra Lula”, realizado na Casa de Portugal no centro de São Paulo, contou com a presença de correligionários políticos do ex-presidente, atores, escritores, artistas e intelectuais que defendem sua inocência.

“Não me sinto confortável participando de um ato em minha defesa. Eu me sentiria confortável participando de um ato de acusação à força-tarefa da Lava-Jato, que está mentindo para a sociedade brasileira”, declarou o petista no início de seu discurso.

“Eu quero que eles apresentem uma prova concreta. Não aceito a ideia que a convicção vale como prova”, acrescentou Lula, que mais uma vez reiterou sua inocência: “Não cometi nenhum crime antes, durante ou depois de ser presidente da República”.

O ex-governante comentou ainda que teria preferido que o ato fosse “menos personalizado” em sua “figura” e se centrasse “mais no nome da democracia, da justiça e dos estudantes que defendem o direito de uma escola livre”.

Graças à democracia, segundo Lula, “um índio cocaleiro na Bolívia (Evo Morales) e um sindicalista e uma ex-guerrilheira (Dilma Rousseff) no Brasil puderam chegar à presidência”.

“Nosso encontro de hoje pode ser resumido em uma única palavra: democracia. Muitas vidas foram sacrificadas até a Constituição de 1988. Nessas três décadas (de ditadura militar) passamos a compreender o valor da democracia”, destacou Lula.

Vídeo: “A quem interessa destruir a imagem de Lula”?

Como alguns que se acham os verdadeiros representantes da democracia dos poderosos, estes mesmos hipócritas, dissimuladores da verdadeira crise em que está passando o país, que agem sempre por motivos interesseiros ou por medo de assumirem sua verdadeira natureza, qualidade ou sentimentos que não possuem; fingindo e simulando ser aquilo que não é; agem apena no intuito de preservar sua boa vida a custa dos menos privilegiados.

Enganam continuamente, não é jamais quem é; compõem de um rosto do crime latente, faz da deformidade de caráter uma beleza, fabricam um mundo de perfeição com a perversidade, fazem cócegas com um punhal, põem veneno onde teria de colocar açúcar.

O que a sociedade pensa da lei que mais se parece com uma sombra do desejo de vingança para com um homem que passou sua vida lutando para corrigir a distorção de um sistema capitalista selvagem como o nosso, onde só pensam em levar vantagem a qualquer custo. Onde anda a lei que controla os abusos do poder econômico e do desejo de vingança são usada para reprimir.

A paixão condena e acende o ódio, aplaca, agride, aquieta os tribunais de exceção, condenam, não pelos crimes cometidos e, sim pelos pensamentos ideológicos do individuo. Não para encaminhar ao alvo correto, mas para impedir que ocorram a liberdade dos oprimidos pelo poder escravista; tudo o que a sociedade precisa é que alguém que tenha coragem de quebrar este elo como afirmava o filosofo Lavoisier: “nada se perde, tudo muda de dono” – tardia reflexão de Lavoisier ao descobrir que lhe haviam roubado a carteira.

Por Eugênio Aragão*, no Brasil 247  Resultado de imagem para foto do eugenio aragão

“Conclui-se que Temer e sua cambada prepararam a traição à Presidenta Dilma Vana Rousseff bem antes das eleições de 2014. A aliança entre o hoje sedizente presidente e o correntista suíço Eduardo Cunha existia já em maio daquele ano, quando o primeiro recebeu no Palácio do Jaburu, na companhia cúmplice de Eliseu Padilha, o Sr. Marcelo Odebrecht, para solicitar-lhe a módica quantia de 10 milhões de reais. Não para financiar as eleições presidenciais, mas, ao menos em parte, para garantir o voto de 140 parlamentares, que dariam a Eduardo Cunha a presidência da Câmara dos Deputados, passo imprescindível na rota da conspiração para derrubar Dilma.

Temer armou cedo o golpe que lhe daria o que nunca obteria em uma disputa democrática: o mandato de Presidente da República. Definitivamente, esse sujeitinho não foi feito para a democracia. É um gnomo feio, incapaz de encantar multidões, sem ideias, sem concepções, sem voto, mas com elevada dose de inveja e vaidade. Para tomar a si o que não é seu, age à sorrelfa, à imagem e semelhança de Smeágol, o destroncado monstrengo do épico “O Senhor dos Anéis”.

Muito ainda saberemos sobre o mais vergonhoso episódio da história republicana brasileira, protagonizado por jagunços da política, gente sem caráter e vergonha na cara, que só conseguiu seu intento porque a sociedade estava debilitada, polarizada no ódio plantado pela mídia comercial e reverberado com afinco nas redes sociais, com a inestimável mãozinha de carreiras da elite do serviço público.

O resultado está aí: o fim de um projeto nacional e soberano de desenvolvimento sustentável e inclusivo. A mais profunda crise econômica que o país já experimentou. A desconstrução do pouco de solidariedade que nosso Estado já prestou aos mais necessitados. A troca do interesse da maioria pela mesquinhez gananciosa e ambiciosa da minoria que, “em nome do PIB” ou “do mercado”, se deu o direito de rasgar os votos de 54 milhões de brasileiras e brasileiros. Rasgaram-nos pela fraude e pelo corrompimento das instituições, com o único escopo de liquidar os ativos nacionais e fazer dinheiro rápido e farto, como na privatização de FHC. Dinheiro que o cidadão nunca verá.

É assim que se despedaça e trucida a democracia: dando o poder a quem perdeu as eleições, garantindo aos derrotados uma fatia gigantesca do governo usurpado e até a nomeação de um dos seus para o STF, para assegurar vida mansa a quem tem dívidas com a justiça. A piscadela de Alexandre de Moraes a Edison Lobão, na CCJ, diz tudo.

Assistiremos a tudo isso sem nenhum sentimento de pudor?

A essa altura dos acontecimentos, o STF e a PGR só podem insistir na tese da “regularidade formal” do impedimento da Presidenta Dilma Rousseff com a descarada hipocrisia definida por Voltaire como “cortesia dos covardes”.

Caiu o véu da mentira. Não há mais como negar: o golpe foi comprado e a compra negociada cedinho, ainda no primeiro mandato de Dilma. O golpe foi dado com uma facada nas costas, desferida por quem deveria portar-se com discreta lealdade diante da companheira de chapa. O Judas revelado está.

E os guardiões da Constituição? Lavarão as mãos como Pilatos – ou tomarão vergonha na cara?

*Eugênio Aragão é subprocurador-geral da República e professor adjunto da Universidade de Brasília, foi ministro de Estado da Justiça no governo de Dilma Rousseff”.


“Porque gritamos golpe? Para entender o impeachment e a crise política no atual momento politico brasileiro”. Assista ao  Vídeo: “Tribunal internacional diz que impeachment é golpe”

Trabalhadores tenha mais cuidado ao dar uma procuração em branco aos nossos congressistas (Deputados, Senadores que se dizem os representantes do povo, que legislam em causa própria e, se diz os representantes do povo, fazendo leis e legitimando qualquer ação tomada a favor ou contra a sociedade). O poder está no Congresso, o executivo propõem as mudanças das leis mais quem alteram e legitimam são estes representantes da sociedade que em sua maioria atualmente só legislam em causa da classe abastada e rentista.

É fácil tirar direitos dos trabalhadores que estão sobre a cobertura da Previdência Social Pública neste país, eles não fazem lobbies. E não tem o conhecimento dos porões escuro do poder. Os termos destas reformas só estão voltados apenas aos interessem da classe burguesa e rentista e não ao interesse do povo e para o povo.

O capital rentista, grupos financeiros, grandes aglomerados industriais; fazem pressões e lobbies em favor das reformas, mais alguém destes grupos fazem lobbies para baixar os preços de seus produtos oferecido ao povão.

É fácil destacar o que eles querem é tirar a proteção ao trabalhador que a atual legislatura protegem na mudanças mais de 107 ou mais artigos da CLT, desfigurando-a totalmente sua essência.

A sociedade já esqueceu a malfadada coletiva do Golpista Temer a grande mídia, onde ele afirma com todas as letras de que o impeachment da nossa legitima Presidenta Dilma Rousseff, foi executado porque ela não aceitou estas mudanças da CLT e da reforma da previdência social regida pela iniciativa privada; é justo que estes golpistas sejam aposentados com apena 8 anos prestando serviço a uma determinada classe social que não precisa do estado para manter suas mordomias e de seus parentes e, a nos caberá à masmorra (celeiro subterrâneo que também servi de cárcere aos que não tem o quer oferecer há estes usurpadores da boa fé dos inocentes que lhe outorga uma procuração em branco para exercer pelo período de 4 anos (Deputado) e 8 anos (Senador) com a prerrogativa de mandatos indeterminados).

Trabalhadores é justo trabalharmos 40 anos onde pode chegar a meio século da vida dos senhores ou esperarmos que caiam algumas migalhas para sobreviver é preciso agirmos com um projeto de iniciativa popular ante que eles mudem este artigo na constituição de 1988. Com mudanças na forma de representação no congresso e no poder judiciário, ou vamos ouvir na grande mídia golpista todos os dias, estes fantoches falarem o que querem que a sociedade siga como um quadrupede a caminho do abatedor.

Dilma foi vítima de uma vingança está reforçada pelo que disse Michel Temer, em entrvista exclusiva consedida a TV Bandeirante –  Dilma foi vítima da vingança de Cunha, e que o processo de impeachment teve como origem esse desvio de finalidade é suficiente para anular o processo. O Supremo tem agora a prova de que não foram as pedaladas fiscais que levaram Eduardo Cunha a aceitar o processo de impeachment, mas a vingança porque ela não cedeu às suas chantagens, conforme vídeo abaixo:


A Lista de Furnas é o nome atribuído a um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro ocorrido nos anos 2000 no governo do FHC do PSDB e que envolve a empresa estatal Furnas Centrais Elétricas, com sede na cidade do Rio de Janeiro, para abastecer a campanha de políticos em sua maioria do Partido da Social Democracia Brasileira e Partido da Frente Liberal nas eleições de 2002.

Vídeo da Lista de Furnas:

O escândalo foi originalmente divulgado pela revista Carta Capital em 2006, denunciando políticos, magistrados e empresários de receberem dinheiro ilegal através do então diretor da empresa Furnas Centrais Elétricas, Dimas Toledo e do publicitário Marcos Valério.

Entre os nomes que constam na lista estão o do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, dos políticos: José Serra, Geraldo Alckmin, Aécio Neves, Delcídio Amaral, Roberto Jefferson, Jair Bolsonaro, Maria Gross Schloss dentre muitos outros — com aproximadamente 150 envolvidos.

A partir dessas informações, a revista Carta Capital levantou suspeição contra o ministro do STF Gilmar Mendes por participar do julgamento do Mensalão. Apesar de apuração política feita em 2006 na CPMI do congresso, sob direção de Osmar Serraglio atual Ministro da Justiça, ter declarado que a lista é falsa, entretanto um laudo da Polícia Federal atestou sua autenticidade.

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