Por que a grande mídia e a classe dominante exala tanto ódio?

Joseph Pulitzer

 Nada é mais natural e salutar do que mudar de opinião. Rever os conceitos acerca dos mais variados temas é, por natureza, um dos mais corajosos exercícios de aprendizagem e organização do conhecimento. Entretanto, no conturbado cenário político e social que vive o país, ninguém é de tamanha desfaçareis e falso moralismo, forjando fatos à conveniência das situações, como a grande mídia golpista, classe dominante exalando o ódio a qualquer custo e, onde atualmente esta casta de políticos e judiciários deste país é incapaz de enxergar além do que permite as viseiras de sua ortodoxia, prima em desqualificar e criminalizar tudo e todos que não coaduna com a sua forma de pensar, tão obtuso e visceralmente ligado ao proselitismo de ultradireita, a tal ponto de qualificar um brucutu como Jair Bolsonaro; negando valores por motivos quase que bestiais, ignorando os que possuem bandeiras de esquerda.

Não é triste mudar de ideia. Triste é não ter ideia para mudar. O importante é entender que há outras opiniões e, não apena a sua, a nossa. O mérito das esquerdas consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar. Todos desejam a paz, mas nem todos buscam o caminho da paz. Sábio é o que escuta e fala com convicção, vocês golpistas podem nos acorrentar, torturar e até destruir nossos corpos, mas nunca aprisionarão ou destruirão nossas mentes, nossos ideais.

A frase abaixo tem mais de cem anos, e é de autoria de um dos maiores jornalistas da história, Joseph Pulitzer.

“Acima do conhecimento, acima das notícias, acima da inteligência, o coração e a alma de um jornal residem em seu senso moral, sua coragem, sua integridade, sua humanidade, sua simpatia pelos oprimidos, sua independência, sua devoção ao bem estar público, sua disposição em servir à sociedade.”

Aconselho a cada ético jornalista e os anonimatos escritores que usam as redes sociais para expressar sua opinião e visão que presam sua profissão como formador de opinião, leiam e façam uma reflexão do livro a ‘Vida e a Morte dos Barões da Imprensa’, de Piers Brendon. E reflita sobre ele; como Pulitzer, foi uma colossal referência em jornalismo ético, avaliaria a imprensa brasileira, de acordo com os valores estampados na sentença inicial deste artigo? Ele com toda certeza daria à mídia nacional uma nota próxima de zero à um e meio em uma escala até dez.

Defender os desprovido socialmente, os oprimidos é uma façanha para poucos? Ora, esqueça este ato de liberdade de imprensa, tão exigidos pela grande mídia golpista e fascista.

Popularmente chamada de CLT, tão combatida pela classe dominante, ela regulamenta as relações trabalhistas, tanto do trabalho urbano quanto do rural, de relações individuais ou coletivas. Ela foi decretada no Estado Novo, governo ditatorial de Getúlio Vargas, em 1º de maio de 1943. Essa legislação visa a proteger o trabalhador, a regular as relações de trabalho e criar o direito processual do trabalho.

Sua importância está na maneira com que se propôs a coibir relações abusivas de trabalho, que antes eram comuns: não havia leis que regulassem horários, condições de trabalho nem de benefícios. Ou seja, ela foi uma conquista dos trabalhadores, pois garantiu condições mínimas de trabalho. Se hoje ainda existem situações de trabalhos análogos à escravidão, antes da CLT a maioria dos serviços era prestada em condições tão horríveis quanto.

Houve a necessidade de consolidar as leis relativas a atividades trabalhistas porque, antes da CLT, a legislação regulava apenas algumas categorias profissionais específicas ou diziam respeito a determinadas questões do direito processual do trabalho. Além disso, por não ser completamente regulado, um processo trabalhista demorava muito para ser julgado. A CLT, por outro lado, criou o que se chama de “celeridade processual”, que é a aceleração desse rito.

Num caso antológico, a grande média golpista e conservadora, pouco antes do Golpe em 1964, definiram o 13º estabelecido por João Goulart como uma “calamidade”.

A mesma mídia golpista e fascista , agora, se bateu pela terceirização e, consequentemente, pela subtração de direitos trabalhistas.

Mesmo antes de se tornar o panfleto canalha que uma determinada revista defendeu por determinação de um fascista na qual me recuso citar seu nome estridentemente, durante anos, a redução desses mesmos direitos. Eles eram o amaldiçoado “Custo Brasil”. Levaram à prática a supressão desses direitos. Boa parte de seus jornalistas mais caros são, uma forma de sonegar.

As empresas contam, para essa transgressão, com a tradicional impunidade dada a elas por um Estado Babá. (Babá delas, naturalmente).

E a humanidade de que falava Pulitzer? Pausa para gargalhar. As corporações jornalísticas exalam ódio, sobretudo contra quem, de alguma forma, defende os que mais necessitam da proteção do estado desvalidos/sociais.

Bem, podemos dispensar uma análise sobre a “devoção ao bem estar público”, já que o único bem estar que interessa aos donos da imprensa brasileira é o deles próprios e o de seus amigos e aliados.

Quando você viu ao menos uma campanha em jornais e revistas contra a desigualdade social?

Nunca. E jamais verá, não com as pessoas que estão no comando das empresas de jornalismo.

Tudo considerado, não há um único item em que a imprensa brasileira vá bem no conjunto de qualidades jornalísticas tão bem armado por Pulitzer.

Em compensação, ela se encaixa à perfeição em outra sentença de Pulitzer.

Ei-la. “Uma imprensa cínica, mercenária, demagógica vai formar, com o tempo, leitores tão baixos quanto ela própria.”

 Ou melhor, já está sendo formado, é só analisar os fatos. O maior confronto enfrentado na América Latina atualmente é “a batalha midiática”, desde pelo menos o ano de 2002, quando a tentativa frustrada de derrubar Hugo Chávez na Venezuela deu início a um novo tipo de golpe de Estado, o “golpe midiático”, transferindo aos meios de comunicação privados o papel de partido político nas oposições aos governos da “guinada à esquerda”.

A avaliação foi feita pelo jornalista e professor Ignacio Ramonet, ex-editor do jornal Le Monde Diplomatique, na palestra de abertura do congresso “Comunicação e Integração Latino-Americana”, realizado entre os dias 22 e 23 de julho em Quito, capital do Equador.

A História comprova-nos que Fascismo e Liberalismo podem atuar em consonância. Ora, se eles não são iguais, tampouco existe entre eles uma muralha intransponível. Isso se explica, fundamentalmente, nas alianças feitas entre essas ideologias sempre quando lhes foi conveniente, sobretudo – como é, inclusive, admitido por teóricos liberais – no propósito do combate a seus maiores inimigos comuns: os sociais-democratas, socialistas, comunistas, bolcheviques, marxistas… Isto é, todos aqueles que tinham uma visão crítica do capitalismo, seja propondo sua superação por meios revolucionários ou mesmo propondo políticas reformistas.

“Não há nada mais parecido a um fascista do que um burguês assustado. Assim pensava Bertolt Brecht”, como penso obviamente, portanto posso afirmar de que é dais maiores verdade já escrita.   

Abaixo um de seus poemas: “O PÃO DO POVO”

“A justiça é o pão do povo./Às vezes bastante, às vezes pouca./Às vezes de gosto bom, às vezes de gosto ruim./Quando o pão é pouco, há fome./Quando o pão é ruim, há descontentamento./Fora com a justiça ruim!/Cozida sem amor, amassada sem saber!/A justiça sem sabor, cuja casca é cinzenta!/A justiça de ontem, que chega tarde demais!/Quando o pão é bom e bastante/O resto da refeição pode ser perdoado./Não pode haver logo tudo em abundância./Alimentado do pão da justiça/Pode ser feito o trabalho/De que resulta a abundância./Como é necessário o pão diário/É necessária a justiça diária./Sim, mesmo várias vezes ao dia./De manhã, à noite, no trabalho, no prazer./No trabalho que é prazer.
Nos tempos duros e nos felizes./O povo necessita do pão diário/Da justiça, bastante e saudável./Sendo o pão da justiça tão importante/Quem, amigos, deve prepará-lo?/Quem prepara o outro pão?/Assim como o outro pão/Deve o pão da justiça/Ser preparado pelo povo./Bastante, saudável, diário.”

Por que tantos comentários odiosos que irrompem na grande mídia golpistas e fascistas, após as grandes manifestações sociais/política, é preciso que a sociedade se redescubra mais uma vez, este sentimento que nos exorta ao ódio. Para as zumbis, sem uma identidade; olhando de como esta classe dominante olha proliferado a exortação ao ódio.

As alas progressistas, esquerdas e neoliberais têm de entender que o tempo não pode parar, estamos em época diferente que exige outros programas de governo; tem que ter outra postura estratégica, que as massas passem a ter vez nos programas de governos; hoje a sociedade está mais exigente e consciente.

Não podemos ter uma nova política de conciliação com parte desta elite golpista. Com certeza iremos eleger o Lula, mas uma vez, mas é preciso democratizar os meios de comunicações; mexer no sistema tributário, tributando aqueles que ganha mais e desonerando de menor renda, é preciso dar andamento num programa de reformas de base. Vivemos em meio de uma grande guerra de classe. Portanto, a sociedade é preciso está atenta com as ultimas delações da JBS que pega o governo golpista e sua corja, (PMDB, PSDB, DEM, PP, PR e outros de menores expressões). Foram pego com a mão na cumbuca (mala de dinheiro) pela policia federal, que gravou a participação dos golpistas (Temer/PMDB, senador mineiro Aécio Neves/PSDB e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures/PMDB-PR), a participação indireta/ou direta em cena do crime. Com uma grande diferença do que querem atribuir ao Lula pela posse de um tríplex no Guarujá/SP pelo simples fatos de ouvir dizer, este fato tem a prova material do crime e não apena convicção do Juiz Sérgio Moro/Procurador Deltan M. Dellagnol e principalmente da  justiça, dos poucos políticos que não pactua com a picaretagem e das elites dominantes, que só olha o acumulo patrimonial a qualquer custo.

A Corregedoria Nacional do Ministério Público (CNMP) instaurou um procedimento para apurar a venda de palestras pelo procurador da República Deltan Dallagnol. De acordo com as informações do jornal Folha de São Paulo, a investigação é fruto de uma representação feita pelos deputados federais do PT Paulo Pimenta (RS) e Wadih Damous (RJ), encaminhada na última sexta-feira (23/06/2017).

Dallagnol recebeu em 2016, ainda segundo as informações do jornal, R$ 219 mil em 12 palestras cujos temas eram corrupção e a história da Operação Lava-Jato, a qual ostenta a função de coordenador da força-tarefa em Curitiba. Por meio de um site especializado, as palestras do procurador custavam entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.

A polêmica tem repercutido intensamente no meio jurídico. Em artigo, o ex-Procurador da República e Ministro da Justiça, Eugênio Aragão, questionou a conduta: “vamos ao que interessa: seu mais recente vexame como menino-propaganda da entidade para-constitucional “Lava Jato”. Coisa feia, hein? Se oferecer a dar palestras por cachês! Essa para mim é novíssima. Você, então, se apropriou de objeto de seu trabalho funcional, esse monstrengo conhecido por “Operação Lava Jato”, uma novela sem fim que já vai para seu infinitésimo capítulo, para dele fazer dinheiro?”.

Já no Facebook.com/Fernando Horta – ‘E o dallagnol, hein’?

“Revoltado com quem “sempre usou o estado para obter vantagens”… Como ele diz.

Daí descobriu que ele é sustentado pelo estado como MP, ganhando aí uns 30 mil por mês mais penduricalhos…
Não contente, ele dá palestras sobre “corrupção”, aproveitando-se do seu cargo. Interessante é que quanto pior ele pintar a corrupção no seu trabalho (criminalizando, vejam só, palestras) mais dinheiro ele faz dando “palestras”. De 30 a 40 mil “porcada”. Fazia mais de 90 mil por mês só aproveitando-se do cargo e das informações privilegiadas.

Mas não contente com tanto uso do estado para enriquecer, ele ainda pega o dinheiro que faz em função do estado, para entrar num programa social destinado a pessoas de baixa renda em que ele toma o lugar delas, ganha financiamento subsidiado, de novo, pelo Estado, para comprar apartamentos do Minha casa, minha vida. Apartamentos que, vejam só, depois de ele quitar com a grana que ganha do Estado ele revende por 2 ou 3 vezes o preço para aquelas mesmas pessoas que não tiveram chance de conseguir os financiamentos que ele conseguiu, claro, por “sorte”.

E depois vai para a igreja dizer-se bom cristão ou para a televisão vociferar contra o uso do estado para enriquecimento dos outros, claro.

Basicamente, se você tirar o estado, Dallagnol morre de fome. E, pasmem, ele é o ídolo dos protofascistas liberais brasileiros. Aqueles que odeiam o estado e adoram a meritocracia”.

A sociedade somente chega a ser sociedade quando ficarem envolvida pelo diálogo; ninguém amadurece sem ter o diálogo em classes antagônicas. Sócrates certa vez declarou que a misoginia ódio ao raciocínio.  Com Aristóteles nos aproximamos do ódio pela superfície. Aprendemos que a  gente sente raiva no varejo, seja de Sócrates ou de Cálias, mas ódio à gente tem por atacado. O verbo do ódio, miseîn, está no radical do ódio aos gêneros, misandria, misoginia. O ódio não tem afinidades eletivas: quem odeia um gênero de pessoas, um tipo, uma classe (genus, no original aristotélico) odeia indistintamente todos os indivíduos dessa classe. O ódio ao PT dos que defendem a punição sumária dos acusados da Ação Penal 470 não os deixa ver que a ausência de debate sobre mudanças na estrutura de financiamento das campanhas eleitorais interessa aos corruptores, que, sem mudança nas regras eleitorais, continuam mandando nos governos e administrações.

Os grandes veículos de comunicação não podem ser acusados de cometerem qualquer engano ou esquecimento. A mídia tradicional defende a punição dos acusados em primeiro lugar porque é financiada pelos mesmos doadores de campanhas eleitorais que financiam campanhas eleitorais de mandatários que, depois, vão ficar devendo favores a empresas e empresários com interesses em negócios com os poderes públicos.

O que preocupa é a ausência de raciocínio de pessoas que, algumas cultas, embarcam nessa onda de ódio e abandonam o poder de pensar para engrossar o coro dos que defendem a punição sumária e o fim de qualquer direito de defesa.

A falta de regulação é o principal problema da mídia no país. Do ponto de vista econômico, agem como oligopólio; do ponto de vista político, como monopólio. Esta mesma mídia tentaram tirar do ar, por via judicial, os portais de informação estrangeiros em língua portuguesa – como BBC Brasil, El Pais Brasil ou The Intercept Brasil, invocando o artigo 222 da Constituição, que reserva aos brasileiros natos a propriedade de empresas jornalísticas. O maior problema é a propriedade cruzada dos meios de comunicação. Os jornalistas que são alterego dos patrões a rigor estão em qualquer lugar, a qualquer tempo, no jornal, na Internet, na TV e no rádio. É bastante surreal que criticas ao modelo brasileiro de comunicação sejam apresentadas como um atentado à liberdade de imprensa, quando na verdade o modelo brasileiro é o que limita a atividade jornalística, os Marinhos, os Frias e os Civita. Nos meios de comunicações prevalece a intenção da desconstrução das políticas públicas de cunhos sociais em curso.

“Vemos que o braço para a aplicação do golpe foi a grande mídia, a concentração, o monopólio econômico da imprensa”, afirmou a senadora e presidenta do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, durante o 3º Encontro Estadual de Blogueir@s e Ativistas Digitais de São Paulo. “A estrutura de telecomunicações do Brasil vem do tempo da ditadura (1964-1965)”.

Gleisi ressaltou a necessidade de regulamentação da mídia para a manutenção sadia da democracia. “Nossas leis não regulam a mídia pelo interesse público, e sim pelo privado. É flagrante delito contra a democracia. O direito à informação é fundamental, o cidadão privado de informação é um não-cidadão”, disse. Para a presidenta do PT, sem pluralidade de visões na mídia, “há censura. Censura corporativa e privada, onde empresas privam a população de informação”.

A mídia golpista está soltando editoriais defendendo a renúncia do governo golpista e sua corja, eles já perceberam da fragilidade de seus representantes, neste governo golpista, não tem as condições éticas e moras, eles já preparam um golpe dentro do golpe; partindo para a eleição indireta ou até mesmo consolidar alguém de sua confiança, com saída conservadora para retomarem o controle do poder.

Já perceberam que vai ser difícil barrar os movimentos pelas diretas já. Quem já esqueceu os movimentos no governo de João Figueiredo; onde as massas levantaram e foram as ruas exigindo diretas já; quem esqueceu que as organizações: ‘Globo, Bandeirantes e outros, não apoiavam o movimento pelas diretas já’ – só passaram apoiar quando perceberam que estavam perdendo terrenos, quem já se esqueceu do comício da Praça da Sé.

A sociedade em sua maioria reconhece que no período de governo do Lula (PT) houve um processo de inclusão com respeito à dignidade de que ninguém, de qualquer classe social ou de qual grupo pertença, fosse discriminado, explorado ou tivessem seus interesses sacrificados em benefício de outros e, sempre visava à melhoria dos mais pobres. Com toda certeza vão tentar inviabilizar o processo eleitoral; porque tem medo que os menos desprovidos possam voltar a sentar lado a lado em um avião, teatro e outros meios, disputando os melhores lugares. Já perceberam que se for via direta o Luiz Inácio da Silva (LULA), será eleito outra vez, e vai dar passos a frente, ou seja, vai haver uma nova pauta de democratização das comunicações, dos monopólios da Rede Globo e outras, das tributações das grandes fortunas.

Não será fácil para o povo engolir um novo golpe dentro do golpe passivamente; eles sabem a força do povo quando estão unidos. Rasgaram nossa Carta Magna a partir do momento em que deram o golpe e ficaram sem referencia, achando que podem fazer o que quiserem. Por isso, acham que pode tratar as massas, na base da bordoada, das bombas de efeitos morais e de gás lacrimogênio, jogando nos manifestantes indiscriminadamente. Com a saída dos golpistas só será uma vitória se as massas reconduzir ao puder pessoas comprometida com programas que possa parar com as reformas neoliberais classistas e elitistas em curso.

Não é movimento de esquerda-direita, vamos pressionar para tirar estes golpistas de onde nunca deveria ter chegado. Estes golpistas não se sustentarão no poder; agora é preciso escolher e olharmos para o futuro governante que tenha programa de cunho social. Vamos remeter ao movimento das diretas já, que defendia o direito de a população votar em 1984, mais de trinta anos já se passaram, não podemos deixar nas mãos de um congresso formadas em sua maioria por corruptos que decidam por nós; é preciso que a sociedade se organize e não deixem mais uma vez sejam engando, esse congresso não nos representa.

Lula é o desejo da reconstrução social fundamentada na dignidade. Com um sentimento compartilhado de uma inabalável disposição de lutar pelo bem maior. Com esse espirito, ele vem se dedicando à sociedade, mesmo sofrendo grande hostilidade dos fascistas disfarçados de democratas; ele continua a lutar de maneira incansável, sua abnegação de abarcar e proteger os mais carentes, externando sua estima e consideração a todos os cidadãos desta nação.

Vai ser preciso trabalhar em dobro para reconstruir o que já foi destruído pelos golpistas. Tal como o poeta inglês John Donne certa vez escreveu: ‘nenhum ser humano é uma ilha, ninguém vive somente para si’. O Lula ao analisarmos sua pessoa, logo se chega à conclusão do quanto é preocupado com o rumo que estes golpistas fascistas estão destruindo a esta harmoniosa convivência preeminente pacifica. Este é o sentimento genuíno de sua determinação em ajudar as pessoas a se tornarem independentes. Sobre a dedicação abnegada, tal como o nosso eterno presidente anda preocupado com o futuro da nação brasileira e da sociedade em geral diante do grande desafio; nada faz com que ele venha temer o enfrentamento das correntes antagônicas. Não há causa maior que não seja enfrentar estas correntes malignas, pelo comprimento de seu juramento em seu primeiro mandato ‘de que era de acabar com a fome e miséria, trabalhando para que cada cidadão que se encontra em estado deplorável de inanição tenha o básico para sobreviver dignamente como cidadão.

Há quem interessa a apartheid ‘social/econômico’ da sociedade brasileira, fica esta reflexão para quem quiser comentar, o direito de pensar é livre; precisamos fazer aquilo que pensamos que não somos capazes de fazermos, ou acabará por ficar à mercê do acaso.

A sociedade somente chega a ser sociedade quando ficarem envolvida pelo diálogo; ninguém amadurece sem ter a experiência da coexistência do dialogo entre classes antagônicas. Sócrates declarou que a mislogia (ódio ao raciocínio) e a misaneropia (aversão aos seres humano) brotam da mesma fonte. Faço referência ao livro ‘Os Miseráveis’ de Vitor Hugo (1802-1885), sobre o personagem do bispo Myriel e um moribundo defensor do jacobinismo envolvido numa acalorada discursão sobre conceito de justiça.

A justiça na época atual é cada vez mais uma questão preocupante, deve ser tratada evitando a incessante escalada de reivindicação contraditória. O próprio conceito de justiça pode perder o sentido, principalmente a competição desenfreada entre diferentes teorias da justiça que fez do século XX, uma era de derramamento de sangue, conflitos e revoluções violentas patrocinadas pelo império do norte.

É preciso reciclar os conceitos humanísticos, no atual momento politico, estamos entrando em uma seara labirinta, tal como afirmava o filosofo francês Henri Bergon (1859-1941), que era guiado pelo axioma primum vivere (primeiro, viver depois filosofar), sua inclinação pelo estudo da filosofia: ‘De onde viemos? O que somos nós? Aonde vamos? “tenho que buscar opiniões contraria para expandir a minha”. São questões vitais na nossa sociedade contemporânea, sem nos levar a algum lugar. O atual momento politico em que a sociedade brasileira está se encaminhando, não nos levará a nada e, simplesmente a destruição social. Convicção, onde é preciso em primeiro lugar formar opinião, enxergar o que temos diante do nosso nariz, exigindo uma luta constante contra estes fascistas golpistas.

Este governo e um ‘cadáver insepulto’, a vontade do povo é soberana, é preciso que seja ouvida; deixando um pouco de lado da grande mídia golpista tenta nos orientar ou fazer com que nossas convicções seja redirecionadas, nos colocando uma viseira. Atualmente este congresso tem uma maioria de picaretas e, não nós representa. Golpistas com a delação dos donos da JBS destruiu essa força neoliberalistas da retirada de direitos da classe média, mais eles estão agindo na calada da noite é só observar a pauta de votação no congresso fascista, onde em questão de horas mudam leis que está na constituição ao toque de caixa.

Está levando a falência o maior patrimônio social que é o direito dos trabalhadores movidos pela CLT. Para instalar um governo que retome a ideia de que o Estado, no Brasil, é para poucos. A nossa presidenta Dilma em uma de suas palestras pelo mundo afora, ela falou sobre como as reformas do governo golpista vão afetar justamente os mais pobres, enquanto o “andar de cima” permanece com seus direitos intocados.

“Há uma disputa dos recursos públicos entre os mais ricos e os mais pobres da população. Com esse governo, nós vamos ter um país para parte da população. A outra fica à deriva”, afirmou nosso eterno presidente Lula. “A elite brasileira sempre foi extrativista, não tem um projeto de nação”.

A prática da revanche a esse tipo de comportamento também não é aconselhável. Suspeitos e acusados pertencentes aos quadros do PSDB devem merecer o tratamento respeitoso da justiça, que não pode se comparar a qualquer tentativa de justiçamento. Melhor que eles tenham todos os direitos de se defender.

O direito de defesa não deve servir apenas para os meus parceiros, mas, especialmente, aos meus adversários. O essencial, contudo, não é apenas que a punição seja aplicada. Ainda que isso seja essencial, a luta deste momento da civilização humana no Brasil é para que as regras institucionais sejam modificadas de tal modo que torne cada vez mais difícil a repetição quase monótona de novas denúncias de corrupção.

Levando-nos a tornarmos intolerável ao sentimento do ódio, tomado por algo que passa a nos dominar conscientemente/inconscientemente, mudando nossa postura e manifestando toda a nossa bestialidade ao Bramir, rugir; bradar aos céus: ser injusto pelo massacre de pessoas que nem ao menos conhecemos querer justiça a qualquer custo, onde prevalecerá aquele velho ditado ‘dente por dente, olho por olho’ e se salvem quem poder. Tornamo-nos com uma aparência bastante feia ou abrutalhada, que não se parece em nada ou quase nada a uma sociedade que se diz progressista. Sinta o amargor em sua boca, a tensão em sua face, em seus músculos; olhem para si diante de um espelho que verá uma fotografia nesse momento e pode ser reveladora. Mas toda essa violência é normal. É verdade, nos acostumamos com isso e passou a ser normal deixarmo-nos transformar em bestas. Em que tipo de ser queremos tornar? Mas, será aceitável nos deixar levar por paixões tão péssimas de índoles? Será admissível nos permitir virar monstros por uns minutos? Será cabível nos deixar transformar em feras boçais? Por que admitir tal selvageria? Não será uma horrenda monstruosidade se deixar levar por tal sordidez? Em que estão nos transformando? Em que estamos deixando nos transformar?

Consideramos normal tudo aquilo com o que nos acostumamos, mas não devemos admitir nos transformar em monstros, devemos resistir lutar contra isso. Após refletir muito cheguei a minha conclusão que os responsáveis direto/indireto por esse flagelo social que a sociedade brasileira passa se devem um pouco a esta mídia golpista que a mando de seus donos transforma/ou tenta nos levar a pensar como quadruple ao caminho do abatedor. O que com toda certeza um dia vamos torna-se monstros, ao nos transmutarmos nas criaturas malévolas a exortar ódios, a clamar por pancadaria e matanças, contagiamos os que estão ao nosso convívio/ou meio social, infectamos os que estão próximos compelindo-os à mesma degradação.

Esta infecção um morto-vivo, uma pessoa que morreu e ressuscitou apenas um corpo sem alma. A grande mídia conservadora usa o discurso do ódio que não possui pudor; sem vergonha; desavergonhado. Este discurso embalado por tais sentimentos, movidos pelo ódio, por paixões doentias e maléficas; exortações perniciosas com propósitos exclusivamente ominosos. Esta mesma mídia golpista e fascista tem nos compelido a viver em uma ilha do isolamento mental, na qual nos entrincheiramos cada vez mais, tornando-nos intolerantes, aliás, é fundamentalmente uma máquina de arregimentar e fabricar intolerância, o dispositivo com o qual excluímos as visões contrárias às nossas, as opiniões diversas.

Vivemos num mundo ideológico de comunicações mergulhado em profunda obscuridade, vislumbrando apenas o mundinho muito estreito da qual estamos sendo confinados a viver se não nos der limites. Restritos ao cubículo cada vez mais reduzido de nossa própria cegueira, não admitindo mudanças naquilo a que se acostumamos, e todo o resto lhes será intolerável. Repetirão os motes ouvidos na TV, no jornal escrito ou online e suas mentes se limitarão a isso. E odiarão tudo o que for diferente, pois tudo o que não pertença ao nosso mundinho estreito lhes será insuportável. Mas, repitamos a experiência de exortação ao ódio, clamemos pelo espancamento da multidão, pela distribuição de pancadas nos desconhecidos, e depois sorvamos o sabor amargo da malevolência em nossas bocas; saboreemos nossa própria monstruosidade (Agindo com brutalidade, crueldade, como se fosse um verdadeiro animal), nossa própria hediondez (repulsa e horror).

Seja onde for se houver é preciso lutar contra estes golpistas neoliberais; não se podem deixar impunes, não pode ficar parados, é preciso unir os vários grupos transcendendo todas as diferencias que possa haver entre si; para isso fazer pulsar e fluir a igualdade no peito de cada um brasileiro que ama esta nação de verdade.

Não se pode esquecer o grande salto social dos governos progressistas do nosso eterno presidente Lula e da presidenta Dilma, nas diretrizes realizadas na conquista sociais. Para isso é preciso que os movimentos sociais organizados enfrentem estes golpistas; por que a energia revigorante pulsa no seio da maioria da sociedade. Portanto, será o principal gerador de uma nova onda progressista varrendo estes corruptos disfarçados de neoliberais. Não se pode esquecer que é preciso lutar e combater com o espirito de um Conde de Monte Cristo ou aceitar passivamente a destruição dos programas assistencial, aos menos carentes; é  responsabilidade do estado acolher esta parte da sociedade. É preciso tornar-se um Conde de Monte Cristo com a consciência de que realizar as causa para afastar estes golpistas do Congresso e do Executivo, e vingar o falecimento precoce da ex-primeira dama Mariza Letícia, é preciso bradar ferozmente enquanto vivemos.

Este governo é a exata régua moral da desonestidade e com postura moralista, corrupto com discurso edificante.

O golpe de estado como esse, foi dado no Brasil e expressa na opinião da maioria apontam que há um grande complô supranacional de regarem o neoliberalismo; esta afirmação é da Senadora pelo Partido Socialista Uruguaio e, ex-presidenta Frente Ampla: “nos doeu muito esse golpe em que os usurpadores do poder estão retirando todos os avanços dos governos petistas”.

Se cada brasileiro consciente tem que denunciar o golpe em todas as instâncias que participarem. O mundo é preciso saber que estes fascistas não nos representam, eles são ilegítimos, eles estão a serviço do grande império do norte.

São estes golpes de estado, que está levando a grande maioria da sociedade expressarem opiniões contraria do que pensa o império. Eles falam de democracia, mas é a sua democracia. Não tem nada a ver como as esquerdas pensam; para eles é preciso destruir o maior líder trabalhista da América Latina.

É preciso muita luta para emancipar, onde os movimentos populares partam para a ofensiva da recuperação do governo da Presidenta Dilma Rousseff, o mais rápido e, tornar claro os resultados desta lacônica obscuridade; na qual cada momento exige um Talmude de comentários fascistas. Para as mentes de constituição imprecisas, o resultado foi à exaustiva concentração do poder econômico manipulando a grande maioria da sociedade pelo convencimento de denuncias vazias, como um artificial jogo de xadrez do pensamento; essa geometria na quais axiomas, definições, teorema e provas foram manipuladas, reis e bispos, cavalos e peões; um jogo da paciência lógica.

A execução foi contrária à natureza dos acontecimentos em evidência destruindo o bem maior que é a confiança e principalmente o princípio da igualdade social, tão pregado pelo império, mas que não a prática.

 

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