Grande mídia golpista suas digitais estão lá com certeza!

Veriadora Marielle

Atualmente vivemos em uma sociedade da desinformação, de tão inutilidade, tão obscura quanto à ignorância da maior parte da classe média brasileira. Que nega a própria história, quando não reconhecem a dignidade do outro, não contribuem para o empoderamento e resiliência desta consciência que possibilita a aquisição da emancipação individual e também coletiva necessária para superação da dependência social e dominação política e, que cada indivíduo consiga adaptar-se ou evoluir positivamente frente ao atual momento que a sociedade carioca está vivendo.

A ativista e política foi brutamente executa, tornando-se um símbolo de resistência na luta contra a violência e genocídio praticado contra a população negra, pobre da periferia e da discriminação racial, nas favelas deste país dos desiguais. Mais se pensaram em silenciar, acenderam o pavio da regimentação das massas adormecidas.

Não surfarem na onde da grande mídia fascista desfaçada de protetora social; não há nada tão absurdo, que não possa ser encontrado nos textos jornalísticos nos últimos dias apresentados pela grande mídia golpista. Não há dúvida que alguns têm todo tipo de sabedoria, exceto o senso comum; não há dúvida que a classe dominante é de cinismo impressionante, patrocinaram o golpe; lidera os absurdos do estado de exceção; alimenta o fascismo e seus seguidores, agora não satisfeitos estão usurpando a memória de uma pessoa executada brutalmente.

Ideóloga dos absurdos que tomaram o país de assalto colocaram suas digitais no gatilho das armas que assassinaram uma grande líder política e seu motorista, das comunidades carentes do Rio de Janeiro. A grande mídia está se fartando no seu melhor estilo, vestindo a roupa de representantes dos direitos humanos e sequestrando com um cinismo revoltante. A brutal execução de Marielle Franco veriadora do PSOL/RJ e de seu motorista Anderson Gomes, está nos invocando além da dor e da mágoa uma sensação de impotência e revolta, esta é a nossa inequívoca sociedade que vive seu pior momento desde a redemocratização deste país.

Quantas vezes a Marielle veriadora do (PSOL/RJ) foi convidada para divulgar sua luta em favor dos menos desprovidos socialmente das comunidades carioca, de quanto sua luta foi divulgada pela grande mídia golpista/fascista que após seu assassinato e do motorista, tentam mais uma vez catalisarem os louros derrotando inescrupulosamente o grande ideal libertador. Portanto, qual é o plano da grande mídia golpista? O mais provável é que sabedora nossas idiossincrasias, estejam apostando na ampliação e fragmentação das esquerdas com estes lastimáveis acontecimentos; acabem por isolar o ex-presidente Lula de sua participação nas eleições deste ano de 2018 para presidente.

As esquerdas precisam dar uma resposta forte a estes fascistas disfarçados de democratas, não entrando neste teatro de cinismo nojento que estão nos apresentando em um momento trágico. Diante de um fato extremamente por razões ideológicas.  O jogo é bruto e precisa; a grande mídia está agora surfando no sangue de mais uma vitimas do descaso que as classes dominantes nos outorgaram uma vez mais. Com toda certeza as marcas digitais deste duplo assassinato tem entre elas as digitais da grande mídia golpista deste país.

Vai além do que se instalou no seio de nossa sociedade, a degradação moral, ética de uma grande parte da sociedade como um dos maiores entraves à volta daquilo que um dia a chamamos de uma pátria amada. Se por um lado os campos progressistas lamentam e choram a perca irreparável não só de política realmente comprometida com as causas sociais, mas, sobretudo, de um ser humano, quando paramos e canalizarmos as reações do outro extremo ideológico logo prova do quanto estas elites dominantes nos transparecem como uma triste experiência que mais uma vez fracassou.

Não precisa pesquisar muito que logo achamos texto alusivos de comemoração por partes dessas pessoas pelo assassinato de uma jovem política que se recusou a manter-se no seu devido lugar. Portanto, nos deixa mais e mais enojados pelos seus conteúdos. No qual fica explicito que Marielle Franco colheu o que plantou. Não é só ela a vitima de um crime político, mais os grandes invisíveis das comunidades de todo esse imenso Brasil que nos flagela diariamente. Ao executarem a Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, estão exterminando também negros, pobres, favelados e todas as vozes que se levantar pela causa dos excluídos.

Marielle Franco foi um insulto para a sociedade de bem (classe dominante), sempre as éticas, só eles representam o que é de positivo e afirmativo dentro do contexto atual, tão conservadora, tão excludente, tão violenta e sempre tão corrupta. Ao executar a Marielle e o Anderson foi uma forma de executar tudo aquilo que não concordam, destruindo aquilo que jamais puderam alcançar. Não foi brutalmente só assassinada por indivíduos que representavam o estado e a esta classe. O processo que culminou com a morte da Marielle Franco e Anderson Gomes é bem mais complexo e anterior a essa trágica noite. Muitos foram os que ajudaram a puxar o gatilho das armas que lhes tirou-lhe a vida. Comemorando através das redes sociais e demonstrando seu lado obscuro de uma sociedade fascista e racista com a morte de uma mulher que lutava por autoafirmação idealística e humanista.

Eles sabiam muito bem o alvo há ser atingido, não simularam nada foram ao alvo certo. Portanto, quem tenta ocultar suas responsabilidades junto com seus comparsas – A polícia Civil já tem imagens do momento em que Marielle saía do encontro. Elas mostram que o carro onde estava à vereadora foi seguido por outros dois carros. Até agora as primeiras informações sobra às investigações apontam para crime premeditado. Foi executada com quatros tiros na cabeça, quando ia para casa, quando estava retornando de um evento ligado ao movimento negro.

Entretanto, é praxe criminalizar pessoas negras e pobres no Brasil é um fato comum; principalmente fazendo ligações ao tráfico de drogas é a saída mais fácil para estes crimes contra esta parte da sociedade ficar impunes. Sabem disso as Mães de Acari, as Mães de Maio, as Mães do Cabula, as Mães Mogianas, as Mães de Osasco e de Barueri, entre tantas que buscam preservar a honra de seus filhos, passam a vida inteira tentando dar dignidade à memória de seus filhos. O caso de Marielle expõe mais uma faceta da sociedade brasileira – matar defensores de direitos humanos tornou-se algo aceito, no Brasil é o quinto país no ranking mundial de assassinatos de defensores.

Ela defendeu a política de combate às drogas e falou sobre programas de redução de danos para que não se trate o usuário como traficante. Para ela há um discurso do medo. Havia uma sensação de insegurança que se fortaleceu por parte da mídia. Apesar das pressões, como uma figura pública, ela sempre afirmava que era preciso ser forte, nestes momentos de cerceamentos de liberdade individuas. A vida no Rio de Janeiro anda muito ameaçada, especialmente contra negros e pobres favelados, esta era sua marca na luta pela desigualdade social e, que talvez a levou a silenciá-la para sempre.

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