A mascará liberal tenta reescrever a história da ditadura civil-militar (1964–1985)

Atualmente a mascará liberal tenta reescrever a história do período militar; o estranho é como a sociedade reage e, que estão optando por regimes de aparência democrática; mais na realidade é uma construção de um regime de força serviente, que tem como objetivo de socializar os prejuízos e privatizar os lucros; onde cada vez mais a desigualdade social se aflora a olhos globais, construindo muro da divisão de classe intransponível. O Brasil é na verdade um estado de exceção que governa com violência os territórios ocupados pelos pobres descamisados, invisíveis socialmente e, com o aval do judiciário que atua legitimando o processo exterminador e, de perseguição aos adversários políticos. Somos movidos utopicamente; a sociedade que deseja mudança, mais ela sempre acontece no sentido contrário; as elites nunca perdem. 

Quais são as características deste governo e suas convergências com o falido regime civil-militar de 1964 a 1985. São os aumentos das favelas nas grandes cidades, a proliferação nas pequenas cidades, o crescimento de fome e de miséria em todo o território nacional. Aumento da mortalidade infantil, do desemprego, dificuldades de acesso a serviços básicos e a educação de qualidade para todos sem distinção de classes sociais. Como a sociedade brasileira deve entender que sem um efetivo Estado democrático onde as minorias possam reedificar suas necessidades básicas, não haverá condições de combater ou reduzir a desigualdade social.

Quando a sociedade não encontra a si, não encontra nada. Porque está escravizando sua consciência e que nunca será uma sociedade livre e soberana com direitos e obrigações. Quando se perde o direito de pensar toda essa mudança será postas em dúvida se vale apena ser mais um que segue as regras do jogo neoliberal e, ela segue sem contestar o rumo. Se tiver de concordar devido as circunstancias sócio-econômica do momento; avalie se vale este sacrifício a ser apena mais um joguete em mãos erradas. Portanto, não estamos sabendo para onde iremos? Quanto mais cedemos direitos mais se tem deveres.

A crise institucional que está abalando o país parece não ter fim e, a eleição que poderiam apaziguar os ânimos resultou em um governo que promete criar ainda mais instabilidade. O que assusta é ver uma sociedade omissa. Bolsonaro é uma ameaça não só para nossa democracia nova e frágil, mas também para nosso desenvolvimento econômico e social. Como vamos aceitar um governo que tem como lema – “Como somos um país cristão, Deus acima de tudo!” que afirma não tem mais essa historinha de Estado laico. Não! É Estado Cristão!

Pronuncia seu voto de fé: “Vamos fazer um Brasil para as maiorias! As minorias têm que se curvar às maiorias! A lei deve existir para defender as maiorias! As minorias se adéquam ou simplesmente desaparecerá!” – estas são convicções democráticas ameaçar, com a eliminação das minorias ou a reafirmação de um ditador. Basta lembrar que regimes autocráticos na história e no presente foram eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordina-las aos mais variados desmando autoritários. 

Brasileiros estão ficando mais pobre após golpe em 2016, porque este governo que foi eleito democraticamente esta tentando reescrever a História distorcendo os fatos importantes da história do Brasil dos 50 anos do Golpe de 1964. Decidiu fazer uma releitura com uma explanação destorcida dos fatos acontecidos do golpe de 1964, após a derrubada do Presidente João Goulart, com a deposição, pelos militares, do em 1º de abril de 1964, o início do regime ditatorial militar no Brasil, que se estendeu até a posse do Presidente José Sarney, em 15 de março de 1985.

Este movimento político-militar foi deflagrado em 31 de março de 1964 com o objetivo de depor o governo do presidente João Goulart, com o golpe se acarretou profundas modificações na organização política do país, bem como na vida econômica e social. Tropas amotinadas do Exército Brasileiro depõem o presidente constitucional e democraticamente eleito do Brasil, João Goulart. O cargo presidencial foi declarado vago pelo Congresso Nacional ainda em presença do legítimo presidente em território Nacional.

Anos depois foi revelado o papel absolutamente decisivo do imperialismo estadunidense, de lideranças políticas, empresariais, midiáticas e eclesiásticas que concorreram para que os setores militares que tomaram a frente do novo regime chegassem a essa intervenção militar que durou mais de 21 anos de autoritarismo.

Devido às reformas de base que o Presidente João Goulart queria promover no país. No dia 13 de março de 1964 o presidente realiza um comício na qual se estima que compareceram aproximadamente 200 mil pessoas; proclama a necessidade de mudar a Constituição e anunciando medidas, tais como a de tabelamento dos aluguéis, a nacionalizações das refinarias de petróleo pertencentes ao capital privado e, da reforma agrária com desapropriação das terras em torno dos grandes açudes públicos e as margens das rodovias e ferrovias. Com protestos da classe média contra João Goulart deram lastro ao golpe, ao contrário durante o governo JK essas duas correntes até se equilibraram, mas ao longo da gestão de João Goulart o dilema político se acirrou. Era preciso decidir: escolhia-se um caminho ou o outro.

Devido esta tentativa das reformas de bases anunciada pelo presidente, seis dias depois, as forças conservadoras promovem, em São Paulo, a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, manifestação que conforme avaliação reunia cerca de 500 mil pessoas, simbolizando a sustentação civil ao que estava por vir: a deposição do Presidente João Goulart pelos militares em 1º de abril de 1964. No dia 2 de abril de 1964, Com a cassação do mandato de João Goulart pelo congresso. O senador Auro de Moura Andrade, ainda presidente do Senado Federal, declarou vaga à presidência da República e empossou
Ranieri Mazzilli Presidente da Câmara dos Deputados, conforme previa a Constituição vigente, assumiu a presidência da República interinamente.

Mais no dia seguinte, com o poder de fato já nas mãos dos militares, foi desencadeado em todo o País uma onda de prisões de líderes políticos, sindicais e camponeses, enquanto João Goulart se refugiava no Uruguai. No dia 9 com o golpe já assegurado, o Supremo Comando Revolucionário, formado pelo General Costa e Silva, o Vice-Almirante Augusto Rademaker e o Tenente-Brigadeiro Correia de Melo, decreta o Ato Institucional nº 1 (AI-1), permitindo a cassação de mandatos legislativos, a suspensão dos direitos políticos de qualquer cidadão e a punição dos integrantes da administração pública, além de determinar a eleição indireta do Presidente da República para um mandato até 31 de janeiro de 1966.

No dia seguinte, é divulgada a primeira lista dos atingidos pelo (AI-1), à qual se seguiriam várias outras nos dias e meses seguintes, cerca de 3500 pessoas entre deputados federais e estaduais, oficiais das Forças Armadas, lideranças políticas, funcionários públicos, dirigentes sindicais. No dia 11, numa eleição de candidato único, o Congresso Nacional confirma para a Presidência da República o Marechal Castelo Branco. O Vice-Presidente é José Maria Alkmin, Deputado Federal (PSD) e Secretário de Finanças de Minas Gerais. Com Marechal Castelo Branco assumindo o poder em 15 de abril e três meses depois obtém do Congresso Nacional a prorrogação de seu mandato até 15 de março de 1967, adiando-se por um ano, para 3 de outubro de 1966, as eleições presidenciais.

Foram seguido 20 anos sem voltar para presidente que só teve fim quando o general João Figueiredo elogiado por Bolsonaro de querido e saudoso deixou o poder melancolicamente sem fazer sucessor alijado pela campanha das Diretas Já. Não se contentou em apena usurpar o poder pelo maior tempo possível (21 anos); o que eles querem mesmo é reescrever a história do golpe para o de revolução, conforme sua visão míope e distorcida da realidade.

O governo chefiado pelo Mal. Castelo Branco foi fruto de uma quartelada nos moldes tradicionais latino-americanos. Lidera o novo governo um punhado de militares de alta patente que tem como centro a Escola Superior de Guerra, fundada por inspiração do Pentágono. O imperialismo ianque dirigiu e executou por intermédio dos militares reacionários, o golpe de 1º de abril de 1964. Estabeleceu-se uma ditadura militar apoiada internamente na alta burguesia nacional e nos latifundiários e, grande parte da classe média apoiando e dando lastro ao golpe de 1964.

Foi, justamente, o que ocorreu no Brasil em 1964. Contudo, diferentemente dos golpes ocorridos antes, os militares, além de derrubarem o governo legal, resolveram permanecer no centro do poder, desalojando a elite político-civil que os havia apoiado.

Isso, é claro, não deve encobrir o fato de que o golpe foi uma reação das classes economicamente dominantes, da classe média, ao crescimento do protagonismo popular, especialmente dos trabalhadores urbanos e rurais. Temiam que as mobilizações crescentes em defesa das reformas de base poderiam levar as coisas a extrapolarem os limites da ordem liberal burguesa. Como sempre acontece nesses momentos, chamaram as Forças Armadas para darem um basta na situação. Assim, pelo seu conteúdo, o golpe foi burguês e visava a preservar a ordem supostamente ameaçada.

Diante disso, vale lembrar que na atual conjuntura do Brasil, o sistema que opera este governo, com a submissão ao sistema financeiro internacional, ao império do norte, com apoio da burguesia e principalmente da grande mídia, sob o escudo da falta de transparência, começou no golpe civil-empresarial-militar no período de 1964 a 1985, chamada ditadura civil-militar. Após exaustivas pesquisas, se chegou também o papel relevante dos grandes empresários, vinculados ao complexo Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais/Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IPES-IBAD), na conspiração que levou ao golpe e nos próprios governos autoritários que se seguiram. Como também a participação dos grandes empresários no golpe e o apoio destes à ditadura, mas também a complexa relação existente entre a sociedade brasileira e setores das classes médias e da burguesia desejavam uma ditadura provisória, que limpasse as instituições da influência das correntes comunistas e populistas. Mais também podemos afirmar que com o regime implantado em 1964; os anos de chumbo (1969-1973) foram considerados anos de ouro para a elite dominante brasileira. Que tinha como pano de fundo, salvar as classes dominantes e suas elites de uma derrota com a implantação da reforma de base proposta pelo governo de João Goulart.

O papel que a burguesia desempenhou apoiando financeiramente, o latifúndio e o imperialismo estadunidense contribuiu de forma decisiva para o êxito do golpe e posteriormente a ditadura não foi socialmente neutra, pois serviam aos interesses de determinadas classes, a burguesia associada ao imperialismo e o latifúndio. Golpes não foram e não será novidade na história do Brasil, é sempre a mesma ação preparatória das atuações dos meios de comunicação (grande mídia), com pregação intensiva, visando isolar as forças opositoras e o êxito por meio de uma intervenção, militar, ou parlamentar e com apoio do judiciário na legalização de seus atos.     

Naquela época de chumbo quem protestassem contra a corrupção, corria sério risco de serem sequestrados, torturados e mortos nos porões do sistema. Os crimes cometidos pelos agentes do Estado com acobertamentos da burguesia, muitos seguem impunes. O acervo do DOPS custodiado pelo Arquivo Público da Cidade do Rio de Janeiro mostra estudantes enfileirados detidos no ano de 1968.

Meio século depois, temos um presidente eleito exaltando o regime que impediu que o povo elegesse seu presidente pelo sufrágio do voto. Para ele, não houve golpe nem ditadura, mas uma revolução que nos salvou do comunismo. A falsa lógica é a seguinte – os crimes cometidos pelo estado foram necessários para impedir que outro regime cometesse os mesmos crimes. Na véspera do mal fadado dia 31 de maio de 1964, em que o golpe militar completa 55 anos, Bolsonaro determinou às Forças Armadas que se comemore a data nos quartéis. O presidente quer que integrantes do governo exaltem o período em que estupros, torturas e assassinatos contra civis foram encomendados pelo governo, baseada unicamente na ideologia extremista de direita reacionária.

O chanceler Ernesto Araújo usa a mesma justificativa mentirosa e apresenta como se ainda houvesse uma disputa de narrativa. Como se chamar de golpe ou e revolução fosse uma questão de ponto de vista. Não é. Chamar o golpe de 64 de revolução é o terraplanismo e outras teorias conspiratórias. É simplesmente falsa a ameaça comunista de 1964; portanto, fruto do mesmo delírio que garante haver ameaça comunista hoje. Ou melhor, delírio coisa nenhuma, a criação desses fantasmas é estratégica. A mentira como método é o que norteou e norteia todos os golpes contra a democracia. 

O acirramento ideológico promovido pelo presidente Bolsonaro, a cúpula militar escreveu uma ordem do dia com um linguajar mais moderado que o do presidente, mas igualmente mentirosa. O texto ignora o fato de que o estado brasileiro já assumiu os crimes praticados durante a ditadura militar após a conclusão do relatório da Comissão da Verdade em 2014. As alegadas motivações do golpe de acirrada disputa narrativa são absolutamente irrelevantes para justificar o movimento de derrubada inconstitucional de um governo democrático, em qualquer hipótese e contexto. O chefe das Forças Armadas incentivando subordinados a comemorar um ato que rasgou a Constituição e abriu caminho para as atrocidades comandadas pelo estado contra o seu povo. Ele usa um poder concedido pela democracia para atentar contra ela. Se Bolsonaro determina que os militares louvem a data em que se matou o regime democrático, quais garantias têm de que o mesmo não pode acontecer no decorrer do seu mandato.

Não se pode aceitar em um país que se diz democrático ou a qualquer instituição da República promovam o revisionismo histórico e negligenciem a verdade dos fatos que a sociedade brasileira pacientemente veio construindo nos anos de democracia que se sucederam ao regime de exceção, cujo ápice se encontra no relatório da Comissão Nacional da Verdade que concluiu seus trabalhos em 2014.

O Golpe que colocou Michel Temer no poder escancarou as portas do fascismo pudesse mostrar seu rosto a sociedade. O Estado de Direito já este suspenso, já que o próprio STF, por interesse corporativo, o de não ter recebido um vergonhoso aumento de 71%, resolveu autorizar o corrupto Eduardo Cunha Presidente da Câmara e suas camarilhas de deputados procuram influir diretamente ou indiretamente sobre decisões de derrubarem a Presidenta Dilma Vana Rousseff. Quando as instituições não cumprem seu papel, o fascismo entra pela porta e cumpre sua sina de medo, ódio e violência. Foi assim com o golpe de 1964 e a ditadura que o sucedeu.

Somente conhecendo a verdade que se é capaz de julgar, e não dando ouvidos a políticos e jornalistas da extrema-direita truculenta, interessados em falsear os fatos de acordo com seus interesses ideológicos. Elogios a ditadores de extrema direita assassinos, que mandava e mataram milhares de opositores e não falam dos milhões de aposentados que vivem abaixo da linha de pobreza que recebem apenas meio salário mínimo a titulo de auxilio pobreza no país que ajudaram com que o ditador Pinochet no Chile entregasse suas riquezas ao capital internacional; mais que atualmente neste país até os Institutos de Previdência Privados estão quebrando, ou melhor, falidos, os bancos financiadores destes levaram todo o dinheiro. É bom o povo acordar logo, por que Bolsonaro e sua turma foram eleitas pelo povo para melhorar suas vidas e, que talvez morra trabalhando sem nem conseguir se aposentar.

Ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni ameaça brasileiros com banho de sangue, se Reforma da Previdência não passar, falou sobre necessidade de mudanças na aposentadoria em entrevista a uma Rádio Gaúcha pede um grande pacto, por reforma da Previdência e cita exemplo do Chile: “Teve que dar um banho de sangue”. “O Sangue lavou as ruas do Chile, mas agora a macroeconomia lá esta bem”, disse também o estafeta de Ditador. Ou seja, se não rolar o “pacto dele”, só um “banho de sangue” resolverá.

Defendeu que o país precisa avançar com a reforma da Previdência com as mudanças, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi enfático nesta quinta-feira (21/03) sobre a necessidade de um esforço conjunto para a provação da reforma da Previdência. Em entrevista a rádio Gaúcha, elogiou o governo do ditador Augusto Pinochet, no Chile, para justificar os benefícios das mudanças em longo prazo.

O que temos que ter consciência é que neste momento ou o Brasil faz um grande pacto, superando as dificuldades inclusive ideológicas, no sentido de poder construir um futuro para o nosso país, ou não temos futuro, temos exemplos de crises enfrentadas por outros países. No período Pinochet, o Chile teve que dar um banho de sangue. Triste, o sangue lavou as ruas do Chile; não vejo na grande mídia falar do grande suto de suicídio que está ocorrendo lá, onde mais e mais pessoas estão ficando abaixo da linha de pobreza. Para o ministro “para que a transformação chegasse neste momento, só correu sangue do presidente Bolsonaro, de mais ninguém”, em referência ao ataque sofrido pelo presidente durante a campanha, em Minas Gerais.

Ouça a entrevista completa em um áudio da Rádio Gaúcha:

Ministro-Chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni – 21/03/2019

O presidente Jair Bolsonaro e seu ministro da casa civil, diz que as pessoas que recebem Bolsa-Família e auxílio-reclusão são contadas como empregadas e que a taxa sobe porque a economia está melhorando e as pessoas que tinham desistido de procurar emprego passaram a procurar e, assim, entram na conta dos desempregados. O Sr. Bolsonaro e seu ministro fala asneiras. Receber ou não receber Bolsa-Família não entra na estatística nem para ter nem para não ter emprego, o que entra é estar empregado, procurando emprego ou ter desistido de procurar. O número das pessoas que nem sequer está procurando emprego, os desalentados bateu novo recorde; chegou a quase cinco milhões e é 6% maior que o registrado em dezembro-janeiro-fevereiro de 2018.

No Mais Médico, fracassou o plano do governo Bolsonaro para remendar os estragos provocados por sua política aventureira que resultou na saída dos médicos cubanos do Brasil; cerca de 15% dos médicos brasileiros que entraram no Mais Médicos após a saída dos cubanos desistiram de participar do programa nos primeiros três meses; mais de mil já abandonaram a canoa furada do governo.

Em reportagem da Folha de S. Paulo, “Ao menos 1.052 médicos que assumiram entre dezembro de 2018 e janeiro deste ano já deixaram as vagas”, diz o jornal “O registro de saídas dos médicos em menos de três meses de trabalho preocupa secretários de saúde”. Até hoje o governo não foi capaz de resolver o problema criado com a saída dos médicos cubanos.

Leia a reportagem de Natália Cancian

Notas:

  • memoriasdaditadura.org.br

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