O ex-ministro não passa de um espertalhão, um ególatra, vaidoso. Homem perigoso e sem limites!

Sérgio Moro é o tipo de pessoa espertalhão, um ofiólatra falso, inautêntico e desleal. Uma pessoa que é excessivamente egocêntrica; que idolatra o próprio eu. A nação brasileira perdeu um ministro da Justiça e Segurança e ganhou um candidato que tem como a única certeza nesse oceano de imprevisibilidades que caracteriza a crise atual, defender a elite endinheirada e perseguir o Partido dos Trabalhadores e o ex-presidente Lula. Sua saída do governo, não o salvaguarda deste feitio condicional subserviente, sua têmpera é de ser pau-mandado, um come quieto e encantador de serpente, um grande lacaio do projeto político da ultradireita que está levando o país ao caos do ponto de vista político e econômico; como também deve explicação à sociedade brasileira, que já sabia dos atos do Presidente, teve e continua ter as honras oficiais das Organizações Globo pelo feito.

O ministro da Justiça, Sergio Moro, deixa o cargo no governo do presidente Jair Bolsonaro a quem sempre serviu politicamente desde quando era juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba. O agora ex-ministro da Justiça foi um dos principais cabos eleitorais com vazamento da delação do Antônio Palocci Filho requentadas uma semana ante do segundo turno da eleição de 2018. Após sua saída saiu fazendo acusações gravíssimas ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro. Suas palavras traduzem a intenção de Bolsonaro de assumir o controle total da Polícia Federal e dar mais um passo na sua caminhada autoritária. O oportunista Sérgio Moro instrumentalizou cuidadosamente a saída do governo Bolsonaro para turbinar sua falsa imagem de agente público probo, honesto, incorruptível. Ele mente descaradamente ao alegar que decidiu abandonar o governo por discordar da interferência política do clã Bolsonaro na PF. Transformou a corporação em polícia política a serviço de um projeto de poder pessoal e partidário-lavajatista.

Afinal ele representou muito bem o papel que lhe foi atribuído pela burguesia capitalista rentista, com uma atuação parcial na condução da Lava-Jato rendeu-lhe prêmios. Em abril de 2016, o ministro do STF Marco Aurélio Mello criticou a divulgação dos áudios de grampos da Lava Jato que envolveu o ex-presidente Lula e Dilma Rousseff, dizendo que “são condenáveis a todos os títulos” e que “Temos lei que impõe sigilo”. Que tinha como praxe acompanhar as notícias sobre sua atuação da Operação Lava-Jato, cortejando a mídia e os sites informativos pró-atuações contraditórias que recebeu o de ser um “‘juiz mediático” com comportamentos político partidário. Com isso, ele emite um sinal de que a sua meta era impor ao país um Estado judiscialista de feição policial, promovendo a ruptura das leis vigente e ancorada na Constituição.

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro afirmou no sábado dia 26/04 em coletiva prestada à grande mídia, que queria uma lei exclusiva para ele ser beneficiado em caso de que algo lhe possa ocorrer no decorrer de sua atuação no Ministério e, ainda afirmou que pode ser confirmada tanto pelo presidente como pelo general Heleno. Que seus familiares não ficassem desamparados, sem uma pensão. Portanto, de acordo com o Decreto-Lei nº 2.848, de dezembro de 1940 – Art. 317 – Corrupção passiva > Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função, ou antes, de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa. “Redação dada pela Lei nº 10.763, de 12.11.2003”. Art. 319 – Prevaricação > Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa. Ele cometeu crime “corrupção passiva e prevaricação” conforme a lei acima e, talvez devida alerta de algum jurista, está solicitando socorro ao Estadão para tentar justificar pensão ilegal.

Moro prevaricou em várias situações; como, por exemplo, em relação: ao ministro do Turismo e o laranjal do PSL; às milícias digitais e disseminação de fake news; ao terrorista do PSL que jogou bombas na sede do Porta dos Fundos e fugiu do país; ao tráfico internacional de 39 kg de cocaína no Aero Coca presidencial; à tentativa de destruição de provas no caso dos supostos hackers; à não investigação das denúncias da Vaza Jato; à exclusão do miliciano preferido dos Bolsonaro, Adriano da Nóbrega, da lista de bandidos mais procurados; à indiferença em relação aos ataques de Eduardo Bolsonaro ao Estado de Direito; à omissão do escândalo de corrupção em Itaipu. Moro armazenou muito conhecimento e informação sobre as práticas ilícitas e criminosas dos Bolsonaro e de outros agentes políticos. Como se vê, é bastante extensa a lista de manipulações e corrupção passiva e prevaricação para atender interesses políticos e partidários.

O Jornalista Reinaldo Azevedo analisa sobre o desligamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública, chamando a atenção para um fato que poucas pessoas se deram conta, durante a coletiva de despedida, Sérgio Moro admitiu ter cometido, ele mesmo, alguns crimes:

A grande impressa midiática oligarca controlada por apenas 11 famílias, ditam a regra do jogo político no Brasil criando e endeusando heróis para manterem o controle do poder político e econômico. O Sérgio Moro podemos afirmar de que é uma construção do falso herói, um herói construído de barro oco. Constituiu sua imagem heroica a partir de seus controversos feitos na Lava-jato, impulsionado pela grande mídia. Mas, cedeu às tentações do poder ao deixar de ser juiz parcial e caricato um pau-mandado da elite é que tem lado para ser ministro de alguém cujo histórico de sujeiras são notório. Ele tinha plena clareza de quem é Bolsonaro, não lhe cabe, agora, alegar surpresa ou não que tinha conhecimento do histórico do atual governante. Moro quando aceitou o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública se tornou ainda mais cúmplice. Agora sai do governo, posando de indignado com interferência do Presidente, na mudança do comando da polícia Federal é quanto este senhor é oportunista; é a deixa de que ele precisava para abandonar o barco que está à deriva e que ele ajudou a navegar até então, agora que a embarcação começa a naufragar em noite de tempestade. Moro alega que o Presidente quer interferir em investigações da Polícia Federal; artifício do qual era mestre em fazer usando e abusando.   

Mais à noite, o Jornal Nacional para lá de tendencioso, pró-moro como de práxis, apresentou uma matéria que seriam das acusações do ex-juiz “prints de tela de aplicativo de mensagens, de conversas havidas com o Presidente”. Moro é apenas um oportunista de ocasião, aquele cara sorrateiro, que fica na espreita de uma brecha que possa lhe permitir satisfazer as suas ambições puramente pessoais. Tramou, usou a Lava-jato para fins persecutórios, trocou a toga pela política. Agora que o barco está sendo tragado pela tormenta, cai fora e abandona a tripulação, traem a própria conja (quer dizer sombra). Desconfiem sempre dos arautos da moralidade, que no final, sempre se revelam grandes hipócritas. 

O que mais distingue a sua personalidade é e sempre será a hipocrisia; a covardia, o sofismo e a falácia, mais uma vez a estátua da Justiça foi quebrada ao vivo com o aval da justiça pacionalista. Onde esta o compromisso da justiça seus princípios, foram outra vez jogados na lama; à subserviência raposona mais uma vez se fez presente, não tem comprometimento com a nação e, não tem responsabilidade nem pudor destruindo os fundamentos éticos. A subserviência raposona mais uma vez se fez presente, não demonstrou respeito à lei vigente no país. Cometeu crime graves conforme suas próprias palavras de viva voz, quando disse que solicitou uma pensão para a família, se algo lhe ocorresse no decorrer de sua atuação no Ministério da Justiça e Segurança Pública. Precisa ser punido como seria um cidadão qualquer; se não assim, isto é a impunidade prevalecerá sobre a lei.

O Sr. Sérgio Moro é falso herói que fez fama dizendo ser contra a corrupção, protegeu corruptos deste a época do escândalo do ‘Banestado’ e, jamais defendeu a democracia. Ele foi um dos principais responsáveis pela vitória eleitoral de Bolsonaro. Ao anunciar sua demissão do ministério da Justiça, além de delatado crimes do Presidente Jair Bolsonaro, confessou seus próprios crimes, uma confissão de pagamento de propina em relatar que tinha solicitado uma ajuda financeira em forma de pensão para seus familiares. Isso é a nova política? Pagar ministro por fora? O falso herói protegeu corruptos no governo deixando de mandar investigar fato denunciado. Mas uma pergunta o perseguirá! “Cadê o Queiros, Moro”? Sabia a quem estava servindo, foi subserviente. Nunca ligou, tolerou a corrupção e até humilhações em nome de seu projeto pessoal de poder; saiu por suas ambições políticas que foi maior, não por arrobo ético, que nunca teve. Se alguém ainda tinha alguma dúvida, creio que a “delação premiada” do ex-ministro Sérgio Moro acabou com sua atuação como juiz da 13ª Vara de Curitiba perseguindo adversários, depois como ministro da Justiça e Segurança Pública cometendo o crime de prevaricação e concussão.     

Blog do Nocaute – “Moro se coloca como defensor da legalidade, mas isso é pura encenação”. Nesta coluna a deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) resgata o histórico de Sergio Moro à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Foram 478 dias em que o ex-ministro se mostrou omisso sempre que uma ilegalidade vinha à tona. É só lembrar-se de sua parca atuação no caso de caixa dois eleitoral de Onyx Lorenzoni, sobre o laranjal do PSL, sobre o esquema de rachadinha de Flávio Bolsonaro e sobre o caso Queiroz. O pronunciamento do ex-ministro trouxe uma série de denúncias graves, mas o seu envolvimento nesses esquemas ainda não foi explicado e não podem ser esquecidos. Confira a coluna:

MORO SE COLOCA COMO DEFENSOR DA LEGALIDADE MAS ISSO É PURA ENCENAÇÃO

Em suas redes sociais era possível ver que ele e sua mulher apoiavam Jair Bolsonaro, agora após sua saída nega a veracidade de várias entrevistas concedidas por ele afirmando que Jair Bolsonaro não interferia na sua pasta e, que tinha carta branca para agir era verdadeiro, mas não são mais. Revelou um segredo, onde ele em entrevista ao vivo pelos meios de comunicação televisiva, disse que pediu ao presidente Bolsonaro, como segurança, “caso algo viesse a acontecer comigo, uma pensão para minha família não ficar desamparada”. Moro abriu o seu pronunciamento lamentando ter de estar ali, fez um rápido balanço da sua carreira, da sua gestão como juiz fez questão de citar Lula, “condenado por corrupção”, e como ministro da Justiça e Segurança Pública. Como já se conhece o Sr. Sérgio Moro de um passado não muito distante, após sua saída do ministério da Justiça e Segurança vazou imediatamente para a mídia aliada, um print de conversas entre ele e o Presidente Bolsonaro, por motivos meramente políticos, tumultuando ainda mais este mundo tão conturbado que é o político.  

247 – O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro afirmou neste sábado, 26/04, que a condição que ele disse ter posto para aceitar o cargo, que foi uma pensão à sua família se algo lhe acontecesse, foi uma “suposição genérica”. “A concessão dependeria de lei nova, e teve presente o fato da perda de 22 anos de contribuição previdenciária durante o exercício da magistratura”, disse o ex-ministro Moro ao jornal O Estado de S. Paulo. O jornalista Rodrigo Vianna afirmou em sua rede social twitter: rodrigo vianna @rvianna – “O ex-juiz das camisas negras deixa claro que se considera um ser especial, acima dos humanos comuns. Queria “lei só para ele”? Isso não existe na República. Juiz que abre mão da carreira pra fazer politica corre riscos Sergio Moro @SF_Moro é ególatra, vaidoso. Homem perigoso e sem limites! https://twitter.com/Estadao/status/1254407381854957568 … Estadão @Estadao – “Moro diz que pediu lei para garantir pensão à sua família se fosse assassinado pelo crime organizado -via @fausto_macedo https://bit.ly/2S3o1rV  640 16:11 – 26 de abr de 2020 · Sao Paulo, Brazil  – Informações e privacidade no Twitter Ads – 280 pessoas estão falando sobre isso que o ex-juiz da Lava Jato queria uma lei apenas para ele.

CNN – Porem não foi verdadeiro, conforme diálogo revelado pela deputada federal Carla Zambelli/PSL-SP, em entrevista exclusiva, à CNN, dela com o então ministro da Justiça e Segurança Pública, as mensagens trocadas com ele na quinta-feira 23/04, em que ela se oferecia para intermediar uma negociação com o presidente Jair Bolsonaro. “A gente vê aqui que eu estou desprovida de má intenção e eu gostaria muito de saber se ele já estava fazendo prints [da tela] porque essa frase é muito calculada e parece que foi friamente colocada ali”, disse a parlamentar sobre a resposta do ministro: “Prezada, não estou à venda”. “Não é isso que se responde quando uma pessoa diz que te ajuda a ir ao STF, quando diz ‘nós queremos o senhor no STF’”, continuou. “A resposta dele não combina com nada do que a gente está conversando. Parece que foi tudo muito mal intencionado da parte dele, querendo achar algo para provar depois.”

RBA – “Para juristas, possíveis crimes de Bolsonaro também foram cometidos por Moro”. O agora ex-ministro da Justiça também deve ser investigado como coautor de algumas das obstruções denunciadas ou por prevaricação em apurá-las, diz Pedro Serrano e Eugênio Aragão.

Para os juristas Pedro Serrano e Eugênio Aragão, ainda não há solidez suficiente nos fatos narrados e declarações feitas pelo agora ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, para se cogitar um processo criminal penal ou de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Mas ambos afirmam que as declarações dadas devem ser investigadas ampla e seriamente, para inclusive saber que crimes foram cometidos pelo próprio Moro nas situações que ele descreve.

Os juristas falaram às jornalistas Marilu Cabañas e Talita Galli durante participações no especial Bolsonaro em Ruínas, exibido pela TVT e pela Rádio Brasil Atual, neste domingo 27/04. Serrano, professor de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), aponta, por exemplo, que entre os crimes revelados por Moro, a denúncia principal contra Bolsonaro seria o caso de obstrução da Justiça, em suas tentativas de interferir em inquéritos que estão em curso para proteger seus filhos.

O jurista lembra, no entanto, que qualquer que fosse a ação, o presidente não poderia fazê-la sem ter contado antes com a participação do Moro, por exemplo, na tomada de depoimento do porteiro do condomínio em que a família Bolsonaro reside, que teria afirmado ser do presidente a voz que atendeu ao interfone para liberar a entrada de um dos acusados pela morte da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ), no dia da execução. “Moro tem que ser investigado se ele foi coautor de algumas dessas obstruções, ou se ele prevaricou em não investigá-las”, afirma Serrano, lembrando do pronunciamento de Bolsonaro nesta última sexta-feira (24), quando ele fez um “relato infantil, em que ele confessa o crime, mas confessa de modo que não teria como realizá-lo sem Moro”, diz. “Ou seja, ali seria um crime praticado por várias pessoas na estrutura hierárquica do Estado. Não teria como o presidente falar direto com o delegado, solicitado a ele e realizado. Não. Se aquilo for verdade, ele solicitou ao Moro, que solicitou ao delegado-geral que solicitou ao superintendente etc. Pode até ter mais gente envolvida, mas nós temos que ver esse encadeamento para ver como ele se realizou se foi verdadeiro o fato”, acrescenta Serrano.

Pensão ou “mesada”? Outra questão em aberto, na análise do professor da PUC-SP é quanto à fala do ex-ministro da Justiça logo no início da entrevista coletiva de Moro em que anunciou sua demissão, assumindo que, para aceitar o cargo no governo Bolsonaro, teria pedido uma pensão para a família dele, caso “algo lhe acontecesse”. A condicionante imposta, contudo, de acordo com Serrano, também não encontra paralelo na Constituição ou dentro do histórico de ministros do país, mostrando-se como mais uma questão que precisa ser investigada.

Atuando em diversos casos de defesa, o jurista também não deixa de descartar a hipótese de que Moro tenha “jogado essa história” como uma espécie de “vacina” – como se fala no meio jurídico – em que o acusado adianta uma “versão moderada para ter controle do que será divulgado pela imprensa, ao invés de sofrer uma pressão que ele poderia não conseguir administrar”, ou que poderia ser usada pela outra parte, nesse caso, Bolsonaro. “Essa questão da pensão tem de ser investigada. E, falando em tese, pensão aí é eufemismo, pode ser que o que ele estivesse pretendendo seria uma mesada dada pela base empresarial bolsonarista”, avalia ainda Serrano. “Isso tudo precisa ser investigado com relação aos dois, são crimes graves”. “Agora temos que investigar, não é o momento de se cogitar impeachment, porque não há nesses fatos a consistência devida nem para caracterizar crime de responsabilidade, nem crimes comuns”.

O ex-ministro Eugênio Aragão também concorda com a ponderação do professor Serrano sobre motivações para um processo de impeachment do presidente. Para ele, diante do histórico de crimes de responsabilidade cometidos por Bolsonaro, era preferível que as análises se centrassem nas outras irregularidades evidentemente praticadas. Como na participação do presidente em ato contra a democracia no último dia 19 de abril, que sustenta mais o processo de impeachment.

Congresso tem que investigar – “Não tenho dúvida que Bolsonaro, ao longo desses meses de governo, já cometeu inúmeros crimes de responsabilidade, atentou contra o decoro do cargo de Presidente algumas vezes, e não há dúvida de que caberia (o impeachment)”. Aragão reforça a desconfiança com relação às denúncias de Moro, como razões para engrossar o embasamento de um processo para destituir o presidente. “Uma coisa que me incomoda muito nesse momento é vê-lo mais uma vez sequestrando a agenda política do país. Ele fugiu da verdade da Vaza Jato, então não é uma pessoa que realmente tem amor à verdade”. “Essas informações que o Moro trouxe devem ser objetos de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) antes de mais nada. Temos que ir a fundo para saber até que ponto Bolsonaro realmente quis tomar informações sigilosas da PF para se prevalecer delas no sentido de proteger seus filhos de inquéritos que estão em curso”, ressalta.

O inquérito no STF – Até o momento, o procurador-geral da República, Augusto Aras, já solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para apurar os fatos. Entre as providências, o procurador-geral atribui crime para Bolsonaro e para Moro, pedindo ao STF a tomada de depoimento do ex-ministro. Na avaliação de Aragão, essa foi à forma que Aras encontrou para não se indispor com o presidente e garantir sua participação no processo para ocupar o cargo de novo ministro da Corte.

O caso agora vai depender da postura do relator, cujo pedido foi distribuído ao ministro Celso de Mello que, em paralelo, é também considerado um voto chave no julgamento de suspeição de Sergio Moro no habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Nós temos uma situação curiosa, ele vai estar à frente da investigação das eventuais ilegalidades de Moro e de Bolsonaro e, ao mesmo tempo, ele tem que ver como Moro se portou ao longo do processo de Lula. Isso traz um ambiente mais carregado do que estava antes. Não é algo positivo que ele esteja encarregado dessas duas coisas. Mas as coisas acontecem assim”, descreve o ex-ministro da Justiça.

Vídeo reportagem, o jornalista Joaquim de Carvalho do DCM – conta como a Lava Jato se consolidou na Superintendência da PF de Curitiba a partir de escutas ilegais e da manipulação de sindicâncias e inquéritos. Você verá depoimentos exclusivos de delegados. “Os delegados da PF e a origem desonesta da Lava Jato”:

Os delegados da PF e a origem desonesta da Lava Jato

Fica nítido o principal objetivo da Operação Lava-jato Curitiba, era um projeto político montado exclusivamente para destruir o governo da Presidenta Dilma Rousseff e obstruírem a volta do Ex-presidente Lula ao comando da nação em 2018. Todas essas manobras de caráter absolutamente antidemocrático a mídia alternativa vem denunciando há muito tempo. Entretanto, não se pode esquecer quem primeiro contribuiu para o desmoronamento do Estado de Direito, cada vez mais esfacelado, respirando mecanicamente por respiradores artificiais foi hoje Sr. Sérgio Moro. Após ter contribuído com a ascensão do poder de Jair Bolsonaro, mais só agora ex-ministro alega que a polícia Federal está correndo perigo, o que coloca sua autonomia em risco. Para o qual tanto contribuiu na construção, pois sua atuação como juiz federal foi fundamental para eliminar Lula, o único e real concorrente de Jair Bolsonaro na última eleição presidencial.

Porém, não podemos esquecer que como agia enquanto juiz mudou as peças do jogo ao tentar reafirmar, empírica e teatralmente, a imparcialidade no grande picadeiro da Lava-jato. Afinal, lembremos que o mesmo Moro que abusava das relações impróprias, como revelado pelo jornalismo investigativo da Vaza Jato, é o mesmíssimo Moro ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, que agora fundamenta a sua saída em relações impróprias. Suas incongruências, mais uma vez pode lhe colocar diante de um novo espelho onde esteja, estará à disposição do país, sinalizando, nas entrelinhas, a possível candidatura em 2022.

Como já apontamos, Moro, o ex-juiz e ex-ministro, na condução da Lava Jato quanto nos passos posteriores como ministro e apoiador de Jair Bolsonaro. Têm uma extensiva folha corrida de transgressão, durante seu período de atuação na Lava-jato, atropelou direito, cometeu abusos, perpetrou ilegalidades, interferiu e coordenou indevidamente a atuação do Ministério Público Federal e da Polícia Federal na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, atuou como acusador e juiz ao mesmo tempo, corrompeu o sistema de justiça principalmente no caso do ‘Tríplex-Guarujá’ condenando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ‘ato de oficio indeterminado’, ou seja, não existente. Tirando do jogo político e favorecendo a extrema direita fascista. Foram muitos questionamentos devido este abusos e ilegalidade praticado, que no CNJ, STJ e STF davam o aval para que continuasse a praticar em suas decisões, principalmente contra adversários políticos e, com apoio irrestrito da grande mídia conservadora que condenava ou absorvia devidos seus interesses políticos e econômicos.

Já como ministro entre a conduta adota em muitas ocasiões deixou o ordenamento jurídico de lado e atuou como advogado e, há indício de que tenha cometido diversos crimes de prevaricação e concussão. Tal como no caso do policias amotinados no Estado do Ceará, “não podem ser tratados como criminosos”. Pela qual a ação ou omissão típicas tornam-se falso, inautêntico, tentou destruir provas e abafou inquéritos que atingia a família Bolsonaro. Mais devido sua imunidade de ‘juiz’ e ministro’ e o corporativismo da justiça nada foi investigado. Entretanto, agora sem imunidade e sem foro privilegiado, não precisa haver transição para que a justiça estabeleça a verdades dos fatos imputados para puni-lo pela sua perversão, corrompendo o Código Penal, como afirma o Ministro Gilmar Mendes, que acusa de ser integrante da facção criminosa ‘Lava-jato’, que deveria ser julgado e punido pelo arbítrio e crimes perpetrado. Não se pode aceitar que continue sendo incensado pela Rede Globo e pelos seguidores fanáticos e delirantes. Ele não é um herói como esta empresa de mídia tenta nos impor diuturnamente em seus teles jornais.

O que mais preocupa é o que o ex-ministro continua a usar o poder de julgar como se fosse ainda o juiz o responsável pela Operação Lava-jato, influenciando no judiciário e obstruindo investigações sobre a quebra da legalidade; não se houve alguma autoridade de fato e de direito solicitando a apreensão do seu celular e a quebra do sigilo telefônico fica a pergunta por quê? A prova ficou explicita, na coletiva à grande mídia ao vivo de corpo e voz. Afinal quando é que o Sr. Sérgio Moro vai adquirir maturidade para parar com as pirotecnias enganadoras, big Brothers e reality show. Os numerosos fatos escabrosos, imorais, presumivelmente criminosos, perpetrados pelo o governo, dificilmente ocorreria uma investigação séria, ele próprio era susceptível. Foi flagrado como juiz venal que articulou com a Promotoria ações processuais para ele depois julgar e condenar o ex-presidente Lula? Limpando o caminho para este governo fascista chegar à presidência da República e o mesmo a ministro da Justiça e Segurança Pública, com a promessa de ir ao STF? Hoje sonha em ser candidato à presidência da República, pavimentou o caminho para Bolsonaro lá chegar, tirando Lula do páreo, bem que poderia limpar o terreno para ele próprio, tirando Bolsonaro do páreo em 2022.               

Moro sabe muito, já ficou demonstrado, não tem escrúpulos, não queria punir falcatruas investigada no governo para que não melindrassem, porem não fazia muita questão de desbaratar sindicatos do crime, nem fazer justiça alguma, mas queria apena pavimentar a estrada em direção ao palácio presidencial. O que se pode esperar agora com saída do Moro. Abrir capítulo importante nessa tumultuada vida política brasileira, a do julgamento pelo STJ o recurso de Lula contra condenação no caso do tríplex e, do seu facciosismo quando esteve à frente da Lava Jato, manipulando processo para viabilizar a condenação. Ele será o principal ator na interpretação do script monopolista da grande imprensa conservadora, Rede Globo, demais emissoras de televisão e outros meios, que irá lançar um bombardeio de mentiras sobre toda a população para manter a condenação.

Consultor Jurídico: O ex-ministro da Justiça Sergio Moro foi denunciado na comissão de ética da presidência por supostamente ter exigido sua indicação para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal em troca da permanência no cargo de ministro da Justiça. {Representação/denuncia} – “Ao Excelentíssimo Senhor Presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República” – Moro é denunciado em comissão de ética por exigir cadeira no STF. Cometeu diversos desvios éticos. Dentre eles aceitar vantagem para acender a função pública configurando grave infração ética, ato de improbidade e, em tese, constitui crime de corrupção passiva, comprometendo a primazia do interesse coletivo. A conduta enunciada e revelada de viva voz em coletiva de imprensa.

A mídia tradicional e conservadora transformam tolos em gênios, heróis e mito, como transforma o povo em bobo do poder. Então, vejamos do quanto se tornou adequado à frase “o bobo da corte”; que com certeza irá despertar em cada cidadão desta maltratada nação que há de fazer uma reflexão, do como em muito contribuirmos para este momento trágico e conflituoso. Não poderia deixar de registrar o momento fazendo a analogia do ‘bobo da corte’ com o ‘gado da corte’, que em seu âmago mostram existir uma alienação subserviente cortante, própria daqueles que nas arquibancadas da vida aplaudem freneticamente – viva o herói, viva o mito! Quando se pensa como conceito vai muito além da ideia de cidadania e da própria ética na proteção. Entretanto, estou falado do falso herói, do falso mito midiático, que não trazem valores éticos e morais à sociedade. Entretanto, estamos vivendo em que os meios de comunicações costumam encher a bola do falso herói, do falso mito, elegendo individuo que não têm valores éticos e morais. São indivíduos inescrupulosos, não serve de modelo e nem de inspiração em relação a valores morais.

Sr. Sérgio Moro – “Quem com ferro fere, com ferro será ferido” é um ditado popular que é usado quando uma pessoa quer se referir que as ações más das pessoas sempre voltarão para elas. Feriu quase levando a morte política o ex-presidente tirando o direito a disputar as eleições para Presidente da República em 2018 ,quando era o primeiro colocado nas pesquisas eleitorais, condenando por algo que nunca ficou comprovado que era seu, o tal “tríplex do Guarujá”, manipulando o Ministério Público e a Polícia Federal, escolhiam as testemunhas de acusações, indeferia citações pró-réu ignorando, mantinha encontro secreto não agendado no EUA e, ajudou a eleger um Presidente ultradireita que está destruindo a nação. Acolheu a vontade das elites em claro detrimento de quem efetivamente construía uma nação objetivando a igualdade de condições entre todos os membros da sociedade, que tenha como objetivo a igualdade civil, política e moral.

Agora que está ferido, não quer largar o osso do poder. Tentou desqualificar denuncias do Site Intercept Brasil “Vaza-jato”. Não tem perdão pelo que fez todo esse tempo , quando era apena pedra, agora passou a ser vidraça. Agora vai sentir na própria pele, como vive um cidadão comum, diferente de “V.Sa.”, tem ainda a proteção não sei até quando da Rede Globo e dos estadunidenses até ser descartado como outros neste mundo afora foram, até eliminados para não abrir a boca. Sua saída do governo foi bem articulada. Segurança cá tem lá minhas dúvidas sobre suas falácias e lamentos estejam passando por perseguição, tais como, os adversários políticos passaram e ainda passa devida sua atuação como juiz parcial que foi, nos guetos escuro da Operação Lava-jato, como ex-ministro omisso que não solicitou a Polícia Federal investigar o clã que fazia parte até então.  

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