Meu voto seu voto muda tudo até o destino da nação?

O que significa o valor do nosso voto para elegermos os representantes nos municípios, estados e união. Há por traz desta disputa, conquistas de direitos, momentos de autoritarismo e de gritos por liberdade. Foram muitos os obstáculos e os sujeitos atuantes nos processos eleitorais desenvolvidos no decorrer desse período. O ato de votar já foi visto como indício de superioridade e instrumento do controle exercido pelos poderosos. Noutros tempos, nobreza, renda, gênero e letramento foram alguns dos critérios de exclusão do seleto grupo de eleitores de outrora. Que através do voto, podemos revelar o seu notável valor para consistência da sociedade. De tal maneira denota-se que, para que esse mecanismo seja atuante é necessário a consciência política dos cidadãos.

Com a instauração da Constituição Federal de 1988, o direito ao voto ampliou-se, revelando-se como poder soberano, esteio da comunidade política e o maior indicativo de estágio democrático vivenciado por uma nação. O voto não surge apenas como direito estabelecido pela Lei Maior, mas instrumento de manifestação do povo, genuinamente livre, decorrente de convicções e expectativas sobre o futuro do país. É o exercício de liberdade amplo e irrestrito dos ideais democráticos. Com as realizações das eleições neste ano, aumenta as expectativas de mudanças no atual cenário político de incertezas do país. Entretanto, muitos de nós não acredita ser possível mudar o rumo do país e insistem na ideia de que a corrupção é inerente ao mundo da política. 

Uma nação não nasce e prospera já pronta e acabada, mas é construída a partir dos clamores por justiça, liberdade e acrescida a cada nova geração. Portanto, nós somos o autor principal desta contribuição e aprimoramento. Neste teatro a figura maior da encenação da peça, cabe a cada um de nós aprovar ou rejeitar os figurantes, se tem o nosso aval para continuar representando. Compete sinalizar ao político que é necessário agir com fidelidade ao que foi proposto em suas plataformas eleitoral. Seria fatal para a sociedade negligenciar este momento, para com a eleição de prefeitos e vereadores. É o despertar da nação de poder votar novamente ao campo democrático. É o movimento de poder reconquistar nosso legitimo direito elegendo indivíduos que tenha compromissos com as nossas causas, não vamos satisfazer estes golpistas da liberdade de escolhermos os nossos representantes?

É preciso conduzir a luta da transformação em alto nível, excluindo estes fascistas disfarçados de democratas. Não podemos beber da xicara do ódio negacionista, não podemos retroceder, todos tem como objetivo a reconquista de seus direitos sociais, as elites dominantes tem seus objetivos que com certeza não são os nossos, não deixe avançar a tempestade e os ventos do negacionismo negando a realidade como forma de escapar de uma verdade desconfortável. Este movimento tem dono e todos nós já sabemos que são: Banqueiros, as multinacionais, o agronegócio e etc.            

Esta eleição municipal deste ano determinarão o futuro de cada cidade para os próximos quatro anos, motivo pelo qual é fundamental que cada eleitor faça a sua opção de modo consciente e com seriedade. Portanto, neste enredo, é necessário entender que a República Federativa do Brasil se constitui em Estado democrático de direito no qual “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta constituição”. O direito de escolher os destinos da Nação, cuja condição de cidadania significa o status constitucionalmente assegurado ao indivíduo de ser titular do direito à participação ativa na formação da vontade nacional. Cabe somente ao cidadão exercer a soberania popular, que se concretiza pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto na escolha dos representantes. Daí, o eleitor tem em suas mãos um importante instrumento de mudança política e social, o voto. O poder é do povo que elege os seus representantes ao outorgar-lhes ou delegar-lhes um mandato parlamentar, para o Legislativo ou para o Executivo.

Na história da nação, o direito de votar e de ser votado foi garantido e vetado, ampliado e restringido, além de ter sido instrumento de exercício da cidadania e meio de coerção de alguns setores sociais sobre camadas da população. Só voltar a época de Colônia/Império até aos dias atuais com a mudança de regime imperial para republicano, não ouve necessariamente um avanço no exercício pleno dos direitos políticos. Só com a institucionalização da Justiça Eleitoral, em 1932, iniciou-se a construção das bases para o exercício pleno desses direitos. O Brasil dos pós redemocratização passou a ser reconhecido pela sua ampla representatividade democrática. No entanto, nem sempre foi assim. Houve momentos em nossa história de grandes restrições ao direito de participação popular no processo de escolha dos nossos representantes à nível de municípios, estados e união, as mulheres eram excluídas  de escolheres os representantes não tinham direito de votar; o voto era definido pela renda “voto censitário – direito apenas dos ricos” e, ainda, controlado por coronéis “voto de cabresto”.

Diante da liberdade e da igualdade no exercício da soberania popular, é fundamental que o voto seja consciente, pois esse é um fator preponderante para que se alcance um resultado satisfatório no pleito que tem como objetivos individuais/coletivos a escolha dos nossos representantes nos cargos do executivo e legislativo. Este dia representa um dos raros momentos em que todos os cidadãos se igualam, pois não há diferença de raça, sexo, condição financeira, classe ou grupo social, onde o valor do voto depositado ou digitalizado em urnas eletrônicas. É muito importante neste processo democrático, é de suma importância a conscientização de cada cidadão e entender que ele está assinando uma procuração em branco, dando total liberdade deste representante em trabalhar pelos cidadãos que lhe outorgaram e concederam o direito de representa-los construindo projetos e leis. Ante de voltarem em um determinado candidato procure se informar a respeito das ideias ideológicas e propósitos daquela legenda que este candidato está filiado.     

O eleitor deve estar atento à atuação de cada candidato. Aqueles que possam tentar comprar votos ou oferecer alguma vantagem em troca de apoio político das elites dominante, porque os objetivos deles não será o nosso. Precisamos entender, que nem todo político é igual ou cumpre com seus projetos apresentado. Existem candidatos interessados em promover uma mudança social e política, por isso devemos buscar conhecer as propostas do candidato e do seu partido, assim como o seu passado. Temos que ser afirmativos com relação a conscientização sobre o voto, é recuperar a história de luta. O voto consciente é uma reflexão é o respeito com a democracia. O voto é a manifestação do eleitor que se une para enfrentar ao totalitarismo disfarçado de democrático, cabe lembrar que através do voto podemos evoluir como sociedade. O nosso maior problema está nas elites desta nação, é o medo destes capitalistas diante do avanço da classe pobre. E da conservação do status dominantes com ascensão da extrema direita, que pode ser vista entre seguidores e adeptos do Donald Trump ao Bolsonaro. O voto livre e consciente é a ação direta para barrar este avanço que aos poucos estão ocupando um lugar de destaque no mundo político.  

O voto popular merece respeito, há uma lógica no raciocínio. Em época de eleição os interessados aos cargos do poder executivo e legislativo infra seus egos e acha-se acima de que o conduziu aos cargos que foram eleitores que confiaram e voltaram. Estes políticos faz juramentos oferecem planos e temas fantasiosos e mirabolante, tão logo o termino da votação, estes representantes aprovados em sufrágios e, com a proclamação e diplomação pelos tribunais eleitorais passam automaticamente a sabotarem os programas que o levaram a vitória, são mudados automaticamente o projeto vencedor por propostas oferecida pelas elites dominantes até a próxima eleição. Portanto, é preciso cobrar lealdade as plataformas apresentadas para seus eleitores ante do pleito eleitoral.          

Outra parte importante deste pleito nos municípios é a dimensão psicológica do desejo de poder absoluto destes candidatos e a manipulação das massas no pós eleição, considerando que, nas eleições municipais deste ano, haverá disputa para os cargos de prefeito e de vereador, é importante para o aperfeiçoamento da conscientização cívica e, distinguir cada candidato quais são os seus ideais e objetivos. Porque somos os responsáveis ao voltar em alguém que não cumpre o que promete em campanhas eleitorais. Fica aqui o protesto quantos a estes enganadores da opinião pública. Acredito eu, que isso começa no exato momento que decidimos eleger alguém para o cargo público, em torno de um indivíduo que muda de lado após sua eleição para nos representar. É preciso que seja cobrado com veemência estes usurpadores da boa-fé, que não tem compromisso com seu eleitor.

O eleitor deve, ainda, estar atento e se informar a respeito dos demais candidatos que concorrem pela legenda ou coligação formada pelo partido do candidato de sua preferência, tendo em vista que sua opção contribuirá para a eleição destes. Espera-se que motive o eleitor a votar de maneira consciente e interessada, depositando a sua confiança em candidatos dignos e honestos, pois sua escolha refletirá no futuro da sua cidade. Deduz-se que o cidadão, no pleno exercício da democracia, tem um forte papel no destino do seu país, cujo instrumento é o voto consciente. Logo, o eleitor que exercer o seu direito ao voto, a partir de uma decisão madura e consciente, colabore ajudando no impedimento a maus políticos.

O fantasma que mais assola o mundo democrático é se haverá golpe nos Estados Unidos. Um eventual golpe ao voto popular, trará consequências, o risco deste golpe contra o voto. País que falava em voz alta para quem quisessem ouvir de que são o berço da democracia moderna e que outros países o seguissem. Os estadunidenses orgulham-se de nunca terem passado pelo regime feudalista e monástico, de ser o grande espelho democrático para outras nações, por ter um sistema político de aparência e equidade isonômica. Como todos sabe nos Estados Unidos as eleições presidenciais não tem base no voto direto e no princípio de que o voto tem valor único, e sim, é baseado no sistema de Colégio Eleitoral, onde as minorias ficam sem representação. Portanto, não se pode afirmar que este modelo é o mais democrático e igualitário.

Tanto lá como aqui a legitimidade passa longe, quem está no poder tem a caneta e a chave do cofre, manda e desmanda, frauda o sistema em proveito próprio. O atual Presidente estadunidenses muda até o diretor dos correios para conter a circulação dos votos pelo correio devido a pandemia que assola o país. E com essa tramoia para se retardar a chegada dos votos aos órgãos apuradores, cheguem atrasados. Com este artificio tenha a oportunidade de entrar no Superior Tribunal e Suprema Corte para contestar o resultado, possa cantar a vitória. Trump se vale da morte da juíza mais adepta das posições dos democratas, para nomear uma juíza republicana no seu lugar, garantindo uma maioria no Supremo, que pode ser decisiva no resultado da eleição. Portanto, tanto lá como aqui, há golpe, como uma ruptura do Estado Democrático de Direito. Já foi feito na eleição presidencial de 2000 entre Busch (Republicano) x Al Gore (Democrata). Ficou marcada pela controvérsia sobre a concessão dos 25 votos no Colégio Eleitoral da Flórida, o subsequente processo de recontagem dos votos nesse estado e os acontecimentos invulgar de o candidato vencedor ter recebido menos voto popular do que o perdedor.   

O voto consiste no exercício da cidadania, com direito de votar e ser votado e tem o poder de transformar política e socialmente o status quo dos cidadãos que moram e vivem em um determinado território, promovendo ou não o progresso social. Ao refletirmos sobre o poder do voto como instrumento político de transformação social, no exercício da cidadania, com direito de votar e ser votado, podendo transformar política e socialmente o status quo de cada cidadão. Que seja majoritário ou proporcional, uma vez que o candidato preencha os requisitos legais e se disponha a representar o eleitorado, no pleno exercício da cidadania. Demonstra que a maioria da população ainda ignora o poder do voto, sendo que, apenas uma pequena parcela do eleitorado vota livre e conscientemente em candidatos comprometidos com as causas sociais e bem estar social. O poder do voto é um instrumento de cunho político de transformação social, que se revela na configuração positiva é quando ocorre a transformação política e social em razão do voto, no que diz respeito ao desenvolvimento nacional com vida digna a todos a toda população, como claro reflexo de que os agentes políticos exercem plenamente o exercício da cidadania. Já como negativa, irá campeia a corrupção e o descaso público e promove o retrocesso político.

No ato de votar vamos exprimir e manifestar a nossa vontade e opinião, buscando estabelecer a vontade da maioria através da escolha consciente entre os candidatos e programas que aí se apresenta ao cargo público. Qual é o objetivo nada mais que buscar se estabelecer através da maioria da escolha consciente entre os candidatos e programas que aí se apresentam. Nosso sistema eleitoral é exercido pelo sufrágio universal, do voto obrigatório e direto através do escrutínio secreto. O voto é uma ferramenta primordial para adequação das ações políticas nos níveis do executivo e legislativo às aspirações e necessidades da população. Não obstante a isso, a imposição da vontade popular coíbe a incidência de atos corruptos, por parte dos políticos, uma vez que esses possuem a seguridade de seus mandatos dependente do apoio dos cidadãos aos seus feitos.

O voto é o instrumento da manifestação do povo, representa o que há de mais puro e verdadeiro ideal, o princípio do combate por um povo democrata e equânime. Vale ser destacado o poema “O voto e o Pão” (Alceu Collares): Mandam no teu destino. |Mas ele é teu, meu irmão. | Ergue teus braços finos | E acaba com a exploração | Faz tua revolução! | O voto é tua única arma. |Põe teu voto na mão. |O voto é tua única arma. |Põe teu voto na mão. |O voto é tua única arma |Põe teu voto na mão. |Tua casa está caindo; |Pouca comida tem no fogão; |Tua mulher está mal vestida; |Teu filho de pé no chão. |FAZ TUA REVOLUÇÃO! |O voto e tua única arma; |Põe teu voto na mão. |O voto é tua única arma; |Põe teu voto na mão; |O voto e tua única arma; |Põe teu voto na mão. |Escravismo, feudalismo, capitalismo, |Socialismo, tudo em vão. |Vai milênio, vem milênio. |E continuas na escravidão |FAZ TUA REVOLUÇÃO! |O voto é tua única arma; |Põe teu voto na mão. |O voto é tua única arma; |Põe teu voto na mão. |O voto é tua única arma; |Põe teu voto na mão. |Cristianismo, judaísmo, hinduísmo; |Todos querem a tua salvação. |Tu rezas noite e dia, |Ninguém ouve a tua oração. |Faz tua revolução |O voto e tua única arma; |Põe teu voto na mão |O voto é tua única arma; |Põe teu voto na mão. |O voto e tua única arma; |Põe teu voto na mão. |Construíste, com teu trabalho. |Toda riqueza desta nação; |Por justiça, tens o direito; |Vai pegar o teu quinhão. |FAZ TUA REVOLUÇÃO! |O voto e tua única arma; |Põe teu voto na mão. |O voto é tua única arma; |Põe teu voto na mão. |O voto e tua única arma; |Põe teu voto na mão. |A liberdade é o pão do espírito; |Do corpo, a liberdade é o pão. |Desperta pra luta amigo; |Faz tua revolução. |O voto e tua única arma; |Põe teu voto na mão. |O voto e tua única arma. |Põe o teu voto na mão. |O voto é tua única arma. |Põe teu voto na mão.

Voto é a arma poderosa que temos como instrumento de mudança da política no campo econômico e social. A realização das Eleições neste ano para o cargo de prefeito e de vereador nos municípios brasileiros se aproxima, e, com ela, aumenta a expectativa de mudanças no cenário político do Brasil. Muitos eleitores, entretanto, não acreditam ser possível mudar a história do país. O resultado destas eleições municipais deste ano apontará o futuro de cada cidade para os próximos quatro anos, motivo pelo qual é fundamental que cada eleitor faça a sua opção de modo racional e com sisudez. É necessário entender que a República Federativa do Brasil se constitui em Estado democrático de direito, no qual todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos diretamente nos níveis do executivo/legislativo. A essência da democracia está na probabilidade de o cidadão exercer o jugo popular, pelo voto direto e secreto na escolha dos nossos representantes municipais, depositando a sua a minha confiança em candidatos dignos e honestos, pois a nossa escolha refletirá no futuro da sua cidade até do país.

O voto nada mais é do que a forma de uma sociedade demonstrar opinião, convicção, vontade e veredito. Por algo que está sendo colocado em disputa, nas eleições municipais, ao voltamos em um determinado candidato estamos lhe outorgando uma procuração em branco. Onde esta decisão é feita conforme nossas crenças, valores e no que acreditamos que será melhor para o nosso meio. Uma ferramenta muito importante em uma democracia. O voto é o instrumento em que todos os cidadãos têm como o direito e obrigação no ante e no pós-eleição fiscalizar os indicados no prestar serviços à comunidade. Votos nulos: é considerado por alguns um voto de protesto diante de uma insatisfação coletiva. Na prática, um voto nulo não entra na contagem dos votos válidos, ou seja, é considerado inválido. Para votar nulo o eleitor deve digitar um número de candidato inexistente e apertar “confirma”; Votos brancos: pode ser considerado mais conformista, ou seja, o eleitor estará satisfeito com qualquer candidato que vencer as eleições. Porém, os votos em branco também são considerados inválidos e não entram na contagem. Que na prática, os “brancos e nulos” se equivalem nos efeitos, são “descartados”, pois no somatório total de votos apenas serão considerados aqueles que votaram em algum candidato ou legenda.

Os votos “brancos e nulos” são um dos pontos mais cercados de fábulas mirabolantes e fantasiosas do sistema eleitoral brasileiro. Muito eleitores acreditam que essas opções têm algum peso no resultado final da votação ou que ambos possuem efeitos diferentes. Pois aqui você verá que não. Votos brancos e nulos não possuem diferença de efeito entre si e têm pouco efeito na definição dos vencedores. O voto em “branco” é considerado um voto conformista. O eleitor que utiliza essa forma de voto é considerado um sujeito satisfeito com qualquer um dos candidatos. O voto “nulo” é tido como uma forma de protesto. Muita gente incentiva as pessoas a votarem em nulo porque isso mostraria a indignação coletiva com o estado da política no nosso país. Votos “brancos” são considerados inválidos e não favorecem nenhum candidato. Votos “nulos” apenas diminuem o total de votos válidos. Eles fazem pouca diferença nas eleições. Afinal, todos têm o direito de se manifestar da forma que preferir nas urnas. O importante é que cada um eleitor fique por dentro das propostas dos candidatos, e chegue a uma opção consciente, para não precisar invalidar seu precioso voto.

Voto de legenda – É aquele em que o eleitor não manifesta sua vontade por um candidato específico, mas por qualquer dos candidatos do partido em que tenha votado. Optando pelo voto no partido e não no candidato, seu voto é considerado válido, sendo contado para o cálculo do quociente eleitoral da mesma forma que os votos nominais. Assim, sua manifestação é no sentido de que a vaga seja preenchida pelo partido no qual tenha votado, independentemente do candidato daquela legenda que venha a ocupá-la. Quer o eleitor que a vaga seja distribuída para o seu partido, mas não indica, em seu voto, qual a pessoa a ocupar a vaga que procura conquistar para ele.

Voto nominal – Votação em que é possível identificar os votantes e seus respectivos votos, ou apenas os votantes, no caso em que os votos devam permanecer secretos. Opõe-se à votação simbólica, na qual não há registro individual de votos. Processo de votação ostensivo em que é possível identificar os votantes e seus respectivos votos. Pode ocorrer por meio de chamada individual de parlamentar ou por sistema eletrônico.

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