Prefeito Bruno Covas e o Governador João Dória retira gratuidade do transporte público de idosos de 60 à 65 anos

O Bruno Covas está se portando como um monarca feudal absoluto, perdeu contato com seu povo e com sua própria razão. Seu mundo feudal rigidamente alinhado para o campo do neoliberalismo, onde o lugar na hierarquia está claramente definido e não pode ser alterado. Incapaz de entender o momento em que estamos vivendo, desrespeita a memória do velho Mário Covas. Quando abandona a quem mais precisa do apoio e ajuda que é a população idosa de baixa renda, retirando a gratuidade aos usuários com 60 há 64 anos do transporte público. Pobres e desabrigados serão expostos ao isolamento, a exclusão de não ter como se locomover neste reino que o senhor feudal não se interessa pelos miseráveis. O homem sem meios de locomoção (transporte público) não é mais do que um zumbi sem destino. Sem a valorização da igualdade fundamental que ainda levavam estes seres, que sem a locomoção gratuita perderá a dignidade humana. Esse isolamento tornara a sua morte trágica como humano nesta megalópole paulistana, com suas tragédias enraizadas na história deste capitalismo selvagem. Que com toda certeza representa o maior perigo para o bem comum destas pessoas colocadas a margem do isolamento social, sua desumanidade causará a aniquilação desta parcela.

Os senhores feudais da política paulistana Bruno Covas/João Doria condena essas pessoas retirando o direito de ir e vir, através de decretos porque sente vergonha da própria incapacidade, que deseja esconder. Este imoralismo reflete, sabem tantos quantos nós que este direito adquirido desde o ano 2013, foi devido ao movimento de direita que foram as ruas cobrar aqueles míseros vinte centavos de aumento no transporte coletivo. O poder ultrapassa o limite do mundo consciencioso, onde a aristocracia cede lugar para a oligarquia plutocrática. A elite endinheirada governa o Estado. Então a estadística, conduz e coordena os ajustes de programas governamental, passa ser estratégia do agente público em causa própria de interesse escuso. Ao analisar os acontecimentos na sociedade paulistana, mais estupefato nos sentimos do quantos somos ingênuos na seleção dos nossos representantes políticos para nos representar nos parlamentos e executivos nos três níveis municipais, estaduais e união, é deixá-los livre para montarem suas estratégias que apena vai servir as elites endinheiradas (ricos) e que mexem os cordões oligárquicos por detrás do palco democrático.

No mundo da política partimos do pressuposto de que todo aquele eleito sabe administrar uma cidade. É preciso impedirmos que a velhacaria ocupe cargos públicos, que honrem com suas promessas de campanhas na governança para o bem comum; mexer na legislação, sem saber que, na realidade, estamos cortando a cabeça de uma hidra. Aqueles que hoje se encontra-se no poder político e econômico contenta-se comodamente com o ‘status quo’. O mais tenebroso é o fato da sociedade paulistana nem ao menos terem consciência da narrativa odiosa criada por estes representantes, destruindo programas de inclusão social como a gratuidade do transporte coletivos a esta minoria de pessoas de 60 à 64 anos, que não indica seres possuidores de condições financeiras.

É preciso cobrar estes políticos, causam misérias e sofrimentos para esta classe social de usuários do transporte público coletivo que foram extintos com o decreto em conjunto prefeito/governador como presente de “natal/ano novo” aos seus eleitores. Estudos e análises por especialistas e pesquisadores sociais e econômicos; as retiradas de direitos e exclusão de programas de assistência aos usuários de transporte coletivos não haverá rombo no orçamento das secretárias de transportes na região metropolitana, porquê as empresas de transportes são renumeradas por custo e não por passageiros. Para que depois digam que a política não importa senhores eleitores paulistano. Seu voto tem valor desde que tenha consciência ao depositar seu voto em alguém e, não lhe dando uma outorga em branco, é preciso no pós-eleição cobrarem seus representantes, não lhes der tréguas, façam cumprir suas promessas de campanhas. Com certeza terá grande impacto no orçamento destas pessoas usuárias do transporte e seus familiares, embora tenha pouco eco na grande mídia corporativa na região e na classe política.

É possível que nossos representantes destas regiões afetadas por este decreto e, que seus comportamentos ultra capitalista moradores desta região lhes sobrem verbas para satisfazerem suas sanhas neoliberalistas e elogiem este ato insano de gerencia na causa pública, que será repassado de alguma forma ao privado. Você provavelmente nunca ouviu falar de Sólon, político grego que deu seu último suspiro há mais de 2 mil anos. Mas deveria. Sólon é considerado um dos pais da democracia porque decidiu que os postos mais importantes do governo deveriam ser ocupados apenas pelos cidadãos mais ricos. Onde empresários que dizem que políticos não prestam, mais quando se inicia um novo pleito eles imediatamente dão a cara, patrocinando sua própria campanha que logo sua confirmação de que foram eleitos, passam a tramar como irão recuperar as despesas gastas com juros bancário e acréscimo. O que acha eleitores paulistanos?                

O prefeito Bruno Covas PSDB/SP sancionou nesta quinta-feira dia 24/12 o aumento de 46,6% no próprio salário na véspera de Natal, do vice e dos secretários da capital paulista em época de pandemia. Após ser reeleito para comandar a Cidade de São Paulo, o texto foi publicado no Diário Oficial. De autoria do Executivo, o projeto foi aprovado em segunda votação na Câmara de Vereadores de São Paulo na tarde desta quarta-feira 23/12. Foram 34 votos a favor, 17 contra e 1 abstenção. A primeira aprovação havia sido realizada às 12h de segunda-feira 21/12. A menos de um mês após ser reeleito, Covas sancionou lei que reajusta o próprio salário de R$ 24,1 mil para R$ R$ 35,4 mil e permite realocação de recursos do orçamento para garantir o pagamento seu e aos seus pares no apagar das luzes do legislativo.

Foi notório que Bruno Covas teve o apoio dos mais idosos com 61% entre os de 60 anos ou mais, nível muito superior a Guilherme Boulos, que liderou entre os mais jovens. Mostrou mais que ser um conservador, um elitista, uma pessoa sem sensibilidade social alguma. Provou merecer uma ilustração da frase de Ulysses Guimarães “não é velho, mas é velhaco”. Dias depois de ter-lhes amealhado o voto destes anciões, pratica a crueldade de retirar das pessoas entre 60 e 65 anos a gratuidade no transporte municipal, em dobradinha do mal com o amigo oculto João Dória, que estendeu o corte para os ônibus intermunicipais, trens e metrô. O estelionato eleitoral que ele cometeu é destas coisas que nem toda a boa vontade do mundo pode perdoar. A gratuidade a partir dos 60 anos foi permitida em 2013, durante as gestões de Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB), em uma medida adotada em meio aos protestos contra o aumento da tarifa ocorridos naquele ano.

Foi reeleito prefeito com a narrativa mentirosa de contenção de despesas. “As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário”, diz o dispositivo terceiro da Lei, que permite a realocação de recursos do orçamento para pagamento do reajuste aos cargos do Executivo municipal. Este reajuste em época de pandemia dos salários em São Paulo será pago pelos idosos com a retirada da gratuidade da tarifa do ônibus, com certeza a retirada dos direitos dos idosos, determinada pelo governador João Doria e pelo prefeito reeleito da capital paulista, vai financiar o aumento de salário do prefeito da capital paulista. “Essa é a concepção tucana de justiça social”. A retirada do direito dos idosos com 60/65 anos de utilizar gratuitamente o transporte, “ônibus, trens e metrô na capital, e os ônibus intermunicipais da Grande São Paulo”. A decisão foi anunciada pelo governador João Doria e pelo prefeito da capital paulista, Bruno Covas como presente aos paulistanos que usam estes meios de transportes para se locomoverem.

Para o ex-prefeito Fernando Haddad, a retirada dos direitos dos idosos vai financiar o aumento de salário do prefeito Bruno Covas. “Já sabemos quem vai pagar o aumento do teto do funcionalismo em São Paulo para R$ 35mil, que beneficia o prefeito e a cúpula da máquina pública: o idoso usuário de transporte público, que perde a isenção entre 60 e 65 anos. Essa é a concepção tucana de justiça social”, afirmou o petista pelo Twitter. Porem os idosos acima de 65 anos não pagam passagem por causa do Estatuto do Idoso, uma lei federal. Em São Paulo, o limite foi reduzido para 60 anos em 2013, durante as gestões Fernando Haddad (PT), na prefeitura, e Geraldo Alckmin (PSDB), no governo do estado. Conforme explicações do líder do Governo na Câmara, vereador Fabio Riva (PSDB), o reajuste é “reposição inflacionária”. A última atualização no subsídio do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais foi em 2012.

O vereador Riva – “O que nós estamos fazendo aqui é uma reposição inflacionária bem inferior a qualquer dos índices que norteiam todas as questões de reposição. Esse reajuste é de 46,68%”. Ele citou o acumulado de índices ao longo dos últimos 8 anos para fazer uma comparação. “O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 63,11%, e o IGP em 100,41%”. Já o vereador Eduardo Suplicy (PT) foi um dos que se manifestaram contra o projeto. Segundo ele, “não seria adequado” promover um aumento para prefeito, vice e secretários, quando, ao mesmo tempo, “não está havendo o ajuste dos demais servidores públicos do município de São Paulo”. A prefeitura de São Paulo disse, em nota, que “o novo teto salarial do município, que só entrará em vigência em 2022, está defasado desde 2012, ano da última correção. Nesse período, que completa 8 anos, a inflação acumulada chegou a 63,11% pelo IPCA e 100,41% pelo IGP”.

Além do salário do prefeito, a lei estabelece novos salários para o vice, passando de R$ 21,7 mil para R$ 31.915,80, e para os secretários municipais, de R$ 19.340,40 para R$ 30.142,70. A vereadora eleita Erika Hilton informou em suas redes sociais que, junto à bancada do PSOL da Câmara de São Paulo, acionou a Justiça paulista nesta quarta-feira 23/12 contra o aumento salarial do prefeito reeleito Bruno Covas (PSDB), de seu vice Ricardo Nunes (MDB) e dos secretários municipais. O deputado estadual Gil Diniz (PSL) informou, também em rede social, que impetrou um mandado de segurança para derrubar o aumento salarial aprovado pela Câmara. Porém foi rejeitada pelo juiz em plantão e deixou a posterior avaliação no término do recesso judicial. 

Manobra para colocar o projeto em pauta da votação do projeto que reajusta o salário do prefeito, do vice e dos secretários foi realizada por meio de uma manobra conhecida como “Jabuti”. Nela, um texto é usado para que outro seja colocado em votação. O texto que foi usado como base foi um projeto que permitia o aumento de 2,8% nos salários de alguns servidores do Legislativo, parado desde 2018. O texto foi colocado em votação sem que o novo projeto passasse pelas comissões de Constituição e Justiça, Administração Pública e Finanças. Dessa maneira, não foi analisado o impacto financeiro da medida e mensurado o quanto a folha de pagamento vai crescer após a decisão.

Os paulistanos não podem ficar omissos, sentados nos sofás e os vereadores e prefeito de São Paulo, fazendo a festa com nossos impostos, são empregados da sociedade paulistana. Estamos numa calamidade pública, caos econômico em todo País, milhões de brasileiros miseráveis desempregados. Famílias sem ter um pão para matar a fome dos filhos e estes senhores que se acham acima da lei, da ética determina seus salários e com uma proporção inaceitável, deveriam dar sua contribuição a este momento tão terrível que assola maior parte da sociedade brasileira em tempos de pandemias. Não podemos aceitar calados, temos de protestar nas ruas e praças públicas. Covas não cumpre 35% do plano de metas em São Paulo.

O Prefeito Bruno Covas (PSDB) cumpriu 46 das 71 metas estabelecidas para o biênio da sua gestão em São Paulo (2019-2020). A maioria dos objetivos não alcançados é da área de infraestrutura em diferentes setores. Em abril de 2019, um ano depois de assumir o lugar de João Doria (PSDB-SP), Covas aumentou o plano de metas estabelecido em 2017 de 53 para 71. Ao fim do primeiro mandato, 25 (cerca de 35%) não foram cumpridas, de acordo com o relatório de metas atualizado pela prefeitura no último dia 16 de dezembro. Conforme o site “Planeja Sampa”, usado para divulgar o andamento de cada meta, está fora do ar desde fevereiro. Entre as metas cumpridas estão entrega de 12 CEUs (centros educacionais unificados), aumento de corredores de ônibus e diversas obras de zeladoria. Já entre as ainda não realizadas estão construções de parques, pontes, calçadas e UPAs (unidades de pronto atendimento) e melhorias nas notas municipais do Ibed (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

Que absurdo o que aprovaram na calada da noite vereadores aliado do Prefeito Bruno Corvas do PSDB/SP, deram um aumento de salários para o prefeito e vice e, ainda para secretários em momento de crise econômica, aumento do desemprego e empobrecimento da população, em que a prefeitura tem reclamado de falta de recursos para políticas sociais e até conclusão de obras na cidade de São Paulo. Ao votar o aumento do próprio salário, Bruno Covas e os vereadores estão desrespeitando a população que sofreu tanto em 2020 e segue sofrendo com as consequências da pandemia de Covid-19”.

O eleito prefeito da capital paulista para os quatros anos seguintes (2021-2024), Bruno Covas mesmo sendo membro do grupo político do governador João Doria procurou esconder, tentou mostrar a diferença que havia entre os dois. Em sua campanha pautou apelando para a população paulista o enfrentamento contra o câncer e a pandemia de covid-19. Porém, já sabendo de quem era seu adversário para o segundo turnos das eleições novembro deste ano, passou a fazer o discurso voltado à experiência. Já que seu adversário Boulos do (Psol), não tinha experiencia e não tinha ocupado um cargo público. Onde as pesquisas eleitorais do 1º turno estimavam que Covas chegaria ao 2º turno das eleições. Mas a 2º vaga, que foi garantida por Boulos, estava indefinida até a véspera da eleição.

É o presente de ano novo do Prefeito sancionou aumento do próprio salário, do seu vice e secretários, juntos com seu padrinho e atual governador do estado em uma única canetada retiraram a gratuidade para idosos entre 60 e 65 anos é cancelada por João Doria e Bruno Covas no transporte coletivo da capital e região metropolitana. Medida conjunta de prefeito e governador passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2021. Somente continuarão a viajar gratuitamente em ônibus, trens e metrô, além dos ônibus intermunicipais da Região Metropolitana, os idosos acima de 65 anos, conforme já garantido pela Constituição Federal. A ação conjunta foi justificada como redução dos custos do transporte.

O pesquisador em mobilidade do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), Rafael Calabria, a decisão de Covas e Doria vai limitar o acesso ao transporte e trará uma economia irrisória aos cofres públicos. “A medida é prejudicial porque é um ataque ao direito dos usuários e, ao ser um obstáculo ao acesso de pessoas ao sistema de transporte, vai na contramão do que as cidades precisam. Além disso, a economia será irrisória, pois grande parte dos idosos usa o RG para acessar os ônibus e ficam antes da catraca e em pouco tempo o sistema de ônibus de São Paulo vai passar a pagar por custo, e não por passageiro, reduzindo ainda mais o impacto das gratuidades dos idosos”.

O governador João Doria também, na mesma linha insensata, revogará a lei estadual que permite a gratuidade nos ônibus intermunicipais, no metrô e no trem. É imoral revogar a gratuidade nos transportes aos cidadãos, às vésperas do Natal, após um ano duríssimo para as famílias brasileiras, em que a pandemia provocou milhões de desempregos, elevou o custo de vida e desorganizou as estruturas sociais. É inoportuno esta exclusão social em que a população suporta a crise da pandemia. No período eleitoral, o tucano Bruno Covas evitou se associar ao governador, por causa da alta rejeição de João Doria na capital paulista. Assim, para os analistas, por mais que o candidato do governador tenha se saído bem, Doria não conseguiu recuperar a popularidade alta que tinha há dois anos. As revogações podem ter base legal, no entanto, são imorais.

Segundo estudo realizado pela doutora Ana Amélia Camarano, se há 30 anos os idosos dependiam das rendas das famílias, agora a realidade é que em 21% dos lares brasileiros a renda dos idosos é responsável por 90% da renda familiar. E a gratuidade nos transportes acima dos 60 anos representa parte desse arrimo dos idosos às suas vidas e de seus familiares. Em tempos de pandemia, em que se busca desesperadamente uma vacina para enfrentar o coronavírus, é importante que os políticos tomem uma dose de bom senso e discernimento para compreender as reais necessidades do povo brasileiro nesses tempos tão difíceis. Decisões políticas equivocadas provocam tantos danos quanto um vírus.

Com a política de distanciamento provocada pela pandemia do coronavírus prejudicou fortemente as candidaturas de esquerdas, tiveram grandes dificuldades de se projetar e de descontruir a narrativa da direita, onde a direita já ocupavam os executivos municipais em grande maioria dos municípios, foram de alguma forma beneficiados por essa situação em suas campanhas sem atividades de rua. Do ponto de vista político, parecia que a esquerda vinha se oxigenado para a disputa no segundo turno, contudo, as derrotas sucessivas no segundo turno demonstraram que a “demonização da esquerda” permanece sendo um dispositivo eficaz na disputa do eleitorado. Porém, o campo da esquerda ficou estagnados, não criaram uma forte musculação da narrativa para ensaiar a arrancada vitoriosa que se parecia no horizonte político, da disputa de várias cidades importantes no segundo turno eleitoral.

O ambiente político destas eleições, em comparação a 2018 e 2016, o antipetismo. Foi o cenário propicio feito pela direita sobre o conjunto dos partidos ideologicamente a esquerda, mais de que as ideias progressistas, que não alcançaram as mentes e corações da sociedade, eles conseguiram conquistar com suas narrativas de ataque sobre as representações políticas de esquerda, em um processo de desconstrução da legitimidade dos representantes dessa faixa do espectro político. Deste modo, o debate político sai do âmbito racional da confrontação de ideias e propostas, e entra no terreno dos afetos, mobilizando o ódio político de uma parcela da população.

Independentemente de não sair vitorioso desse pleito, o Campo progressista pode contabilizar algumas pequenas conquistas com a política de alianças que se estabeleceu no segundo turno. A mais significativa delas foi o processo de renovação das lideranças políticas de esquerda. Guilherme Boulos (PSOL), Manuela D’Avila (PC do B) e Marília Arraes (PT), embora derrotados, representaram uma oxigenação na esquerda à frente de campanhas extremamente empolgantes, atraindo uma parcela significativa do eleitorado jovem. Essa renovação geracional da esquerda pode ser observada também nas câmaras de vereadores, onde houve uma elevação significativa de candidaturas jovens, negras, de mulheres e trans, houve apoio consistente das instituições de cunho ideológico a esquerda aos candidatos da Direita tradicional, em situações como a do Rio de Janeiro, onde o embate era com o Campo bolsonarista. Entretanto, quando houve o confronto de segundo turno entre direita e esquerda, a ultradireita apoiou as candidaturas do campo da direita. Quando houve o confronto esquerda verso direita, já era previsto que a ultradireita iria apoiar as candidaturas mais à direita na corrida final, onde a direita ficou fracionada, passou a apoiar a ultradireita. Conjuntura esta foi esclarecida com a disputas das capitais de Belém-PA e Vitória-ES. O que se pode projetar para o futuro, que com certeza a primeira opção são a eleição Para Presidente, Congresso Nacional para o ano de 2022 e para governadores e deputados estaduais. O que podemos afirmar que nem o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Presidente Jair Bolsonaro (sem/partido), não serão apenas coadjuvantes e sim protagonistas destas eleições gerais. Nossa democracia tem como principal característica as relações fisiológicas e não a concepção política, que se estabelece conformes os compadrios de seus membros, esse é a característica de seu caráter gelatinoso, que se amolda a qualquer circunstância política para ficarem deitado em berços esplendidos. Portanto, quando pensamos com a própria cabeça somos varridos do que queremos partejar.

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