A narrativa do Presidente estadunidense Joe Biden da retomada ao multilateralismo!

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, e sua vice, Kamala Harris, (PD), tomou posse na quarta-feira 20/01 em meio a um conturbado processo de transição. Chegam em um momento de forte divisão no país e ao fim de um ano assintomático, em que o vírus Covid-19 causou a morte de mais de 441.296mil americanos. Com o discurso sinalizando para a retomada do multilateralismo na política externa, é preciso ver primeiro a suas atitudes neste contexto de relações com outras nações, ou será apena, mais uma promessa do Partidos Democratas com a velha narrativa de sempre dizer que vai “envolver com o mundo mais uma vez”. O presidente será que está abandonando a agenda nacionalista e partindo para uma globalização, ou simplesmente um discurso fantasioso. A política não precisa ser belicista e violenta, de destruição dos seus inimigos ideológicos. Onde a cada desentendimento não precisa ser uma causa para uma guerra total principalmente aos países de menores poder econômicos e militares como são de praxe desta nação, que a qualquer custo que ser o xerife global. O mundo deve rejeitar a cultura na qual os próprios fatos são manipulados e até fabricados pelos órgãos de segurança, espionagem (CIA) estadunidenses para justificarem agressões a outras nações.

O discurso cada vez mais hegemônico de sincericídio da verdade relativa da grande mídia ocidental egocêntricas, que se sentem donas da razão e, de apoio irrestrito ao grande império trazendo à tona fatos e opiniões para desestabilizar outras nações. Sobre a bola da vez, será os países que não se aliam, como Brasil, Rússia, Irã e a China. Os democratas americanos com a narrativa de reconciliação com um determinado grupo de nações, não fizeram outra coisa nestes últimos dias senão dizer: que a política externa tem como premissa multilateralismo, ou será usada como narrativa para isolar ou tentar dividir, prevalecerá a opinião de hegemonização das ideias pró-estadunidense na grande mídia ocidental. Cada vez se desagregue estas nações que não estão aliadas aos objetivos do império.

Na verdade, a tradição do ocidente é a submissão ao propósito americano, que leva a todos a convergência ideara neoliberalista. Os que ousarem opor ao sistema intervencionista da grande potência será considerado carta fora do jogo, segue ditando as regras do jogo da geopolítica intervencionista em nome da democracia ocidental e de um falso multilateralismo, mantendo os mais fracos aos seus pés. Esta narrativa que a grande imprensa ocidental tem como objetivos claro de que é desinformarem os cidadãos globalmente com a narrativas da igualdade, diferença entre uma e outra e o domínio da mente. O que visualiza para futuro é que os Estados Unidos exercem seu poder e influência em todo mundo. Sua liderança global se faz em todos os campos, do político ao militar. Entretanto, estamos revivendo uma nova guerra fria entre uma multipolaridade no mundo militar, porque aos poucos vem ressurgindo da própria cinza a potência militar Russa na divisão de poder entre EUA no plano geopolítico militar.

Das invasões ao Afeganistão e ao Iraque, a destruição do Iraque e do extermínio de Saddam Hussein, dos bloqueios econômicos a várias nações, apoios a outras nações não importando o regime que seja vigente, desde que apõem sua política e sempre esteva pronto para atenderem seu chamado, leva-nos a pensar a respeito da soberania internacional dos Estados Unidos da América e da sua consolidação como a maior hiperpotência mundial. Estados Unidos é a única nação a acumular a liderança no poderio industrial, militar, financeiro, nuclear, estratégico e cultural. Pode-se dizer, então, que o poder dos EUA é multidimensional e atinge praticamente todas as partes do globo terrestre. Talvez seja um dos únicos países a não sofrerem um ataque dentro de suas fronteiras, podemos até citar os atentados de 11 de setembro como sofrido dentro de seus limites territoriais.    

Segundo alguns especialistas em relações internacionais, chegam afirmar que no plano Geopolítico, os EUA mantêm intervenções na maioria dos grandes conflitos armados e crises internacionais. Com relação a Israel e Palestina, manterá uma posição de apoio aos israelenses em detrimento ao povo palestino, mantendo uma gigantesca diplomacia local, com relação a ONU continuará a submeter as nações menos bélicas as suas ordens e vontades. Exemplo foi a invasão ao Iraque, vetada pelo Conselho de Segurança da ONU, porém ignorada pelos Estados Unidos. Nenhuma atitude em represália foi tomada pelo órgão internacional, que nada pode fazer a não ser enviar tropas para cuidar dos feridos e sobreviventes do front de batalha. Os Estados Unidos seguem soberanos na liderança política da Nova Ordem Mundial. O novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomou posse no dia 20 de janeiro revertendo várias das políticas de Donald Trump. Nos debates presidenciais, Biden mostrava que não concorda com a atual política nacionalista e ambiental do antecessor.

Já em relação a sua política em relação ao Continente sul-americano, o Brasil o cenário será desfavorável principalmente em relação ao meio ambiente, a floresta amazônica, vai tentar interferir ao máximo na condução política do Brasil em relação ao ambiente e talvez escolha para ser seu grande vilão. Na geopolítica internacional não só que ideologicamente escolheram a China como pretensa inimiga principalmente no campo econômico. Tendo uma questão muito delicada a de tecnologia do 5G, os estadunidenses tem uma visão de ameaça até a segurança nacional, porque querem ser hegemônicos nesta área, mais uma vez prejudicaram o relacionamento entre as duas potências.

Para entender as perspectivas do novo governo e suas diferenças, será preciso saber a que veio Joe Biden, tem 77 anos e foi vice do presidente Barack Obama nas duas passagens pela Casa Branca. Entre 1973 e 2009, exerceu seis mandatos consecutivos como senador pelo estado de Delaware. Como senador, Biden votou a favor da invasão estadunidense ao Iraque. O democrata estava presente quando o então presidente George Bush assinou o decreto autorizando o uso da força no território iraquiano. Alguns anos após a invasão, Biden mudou de posição e hoje se refere àquele voto como um erro. Foi eleito com a promessa de restaurar “tudo o que se perdeu” com a gestão atual e de oferecer respostas aos impactos da pandemia baseadas na ciência. O desemprego alcançou níveis recordes em meio à crise sanitária nos Estados Unidos, atingindo cerca de 16 milhões de pessoas. O país também é o primeiro colocado no ranking global de mortes por coronavírus, estas são algumas da problemática deixada para ser resolvida internamente.

Pode-se afirmar que Joe Biden/Kamara Harris (Democratas) será mais sutil do que foi seu antecessor Donald Trump (Republicanos), com conceito neoliberal, descrito pela cientista política Nancy Fraser. “A mesma política neoliberal na economia, a mesma política imperialista, mas uma política progressista no que diz respeito aos direitos civis: direito das mulheres, latinos, negros e, eventualmente, algum avanço em termos de políticas públicas”. O Presidente Joe Biden representa na da política neoliberal que é praticada nos Estados Unidos, a defesa dos grandes grupos empresariais. O governo Biden vai gastar muita energia para desestabilizar os acordos na economia e no campo militar que a China e a Rússia com países como Irã, Venezuela e outro a que venha no futuro. Não haverá, nenhuma mudança na ampla política externa após a mudança de regime em Washington. Apenas será diferente, na forma de agir nos porões escuros das salas do poder.

O presidente Biden será que está cometendo sincericídio tardio, ao admitir que o Estado Unidos que derrubou vários governos democráticos e alguns regimes de força, sabe como ninguém, mais finge ignorar. Atuou como um dos principais interlocutor na derrubada do governo democrático da Ucrânia na época do então Barack Hussein Obama como o 44.º presidente dos Estados Unidos de 2009 a 2017, o atual presidente Joe Biden era o seu vice do Partido Democrata, levando o presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovych ao seu afastamento. A crise foi deflagrada quando se recusou a um acordo comercial com a União Européia (UE) que estreitaria os laços do país com o bloco em favor de uma aproximação da Rússia. Isso despertou a insatisfação de parte dos cidadãos, políticos e a grande mídia ocidental que desejavam ver a Ucrânia mais próxima da “UE”, o que culminou com seu impeachment. E possíveis conflitos de interesses e que os meios de comunicações silenciaram sobre sua interferência.

A história contemporânea deixa claro que já não funciona abordagem de confronto e boicote econômicos, no fim só prejudica os interesses globais das nações, minando o bem estar de todos, onde cada escolha e movimento que o novo presidente americano tomar moldarão o mundo, os problemas das sociedades globalizadas são cada vez mais complexas, portanto, o Joe Biden tem a obrigação como presidente da maior potência econômica e militar possa construir caminhos construtivos rumo a um futuro compartilhado para todos. Que assuntos de cunho internacionais seja tratado por meio do diálogo e não pelo confronto e, que as nações decidam trabalhar juntos. O mundo pede paz e não as políticas mesquinhas e egoístas de boicote econômico e intervenções belicista, pare a prática unilateralmente do manter vantagem só para si e para amigos próximos.

Princípios devem ser preservados e as regras serem seguidas por todos. Decisões não deve ser tomada por meio do confronto, cada nação é única com a sua história, cultura e sistema social, todos tem o direito de escolher seu próprio caminho, não há no mundo uma visão única, nenhuma história de cultura e sistema social, cada ser vive a sua própria realidade. As relações entre nações não devem ser pautadas pela intimação do forte perante ao fraco. Avanços econômicos sociais devem beneficiar há todos, em vez de servirem como arma para obstruir o desenvolvimento das sociedades. Precisa abandonar esta mentalidade arrogante de destruir por destruir o outro. A comunidade internacional tem a obrigação ética e moral com a não intervenção de uma nação sobre outra, por não concordar com seu sistema político.

O próprio Biden, ao longo da campanha, chegou a mencionar que o reposicionamento da política estadunidense em uma ideia de multilateralismo, ao estilo do Partido Democrata. O caminho será a política do multilateralismo com um olhar voltado ao cenário internacional do pós-pandemia que vem assolando a todos globalmente. Responder este desafio, reformulando e melhorando a construção consensual é o desejo de todos que o presidente americano e outros chefes de estado tome um papel de liderança pacifica na promoção e cooperação do próprio lar que a chamamos de “Planeta Terra”. Ter uma visão de mundo que construa a convergência em pautas estratégica no campo político e econômico, sem ameaçar ou intimar aos outros, imposição dissociação e não apena empurrar o mundo para a divisão ideológica. Ou soará a insolência, a bazófia, o preconceito e o ódio, a de esnobismo para desiguais povos impondo a sua própria raconto, cultura da barbárie.

Defender o estado de direito internacional em salvaguardar o sistema centrado na “ONU” e na ordem internacional ao direito de cada povo possa escolher o melhor sistema. Presidente Joe Biden não se prevaleça de seu poderio econômico e militar para impor seus interesses unilaterais em combinação a instrumentalização de espaços multilaterais com o uso da força ou ameaça do uso da força, o forte não deve intimidar o fraco. Faça um esforço para construir um mundo melhor e aberto à outra forma de pensar, que possa desfrutar a paz e prosperidade, mais solidariedade para com os mais fracos. Em cada descorda não se pode voltar ao passado de guerras sem sentidos, só por questões econômicas. Importante é olhar além do horizonte e ver o que ocorreu e ainda ocorre com as guerras, destruindo nações e nações, construa o caminho da coexistência pacifica, da cooperação ganha-ganha eliminado a desigualdade socioeconômica entre países desenvolvidos e não desenvolvidos.

A desigualdade instrumento divisionista continua a avançar, há uma grande lacuna Norte-Sul que precisa ser superada. Como irá reagir Joe Biden, em seu governo já tem como enfretamento na sua nação atingida pela pandemia do Covid-19, a perca de muitas vidas por falta de planejamento ao seu enfretamento por um presidente negacionista que preferiu tentar preservar o econômico em detrimento da saúde das pessoas.   

Especialista lembra, no entanto, que a tendencia da política dos Estados Unidos é, histórica e estruturalmente, imperialista, extrativa e belicista, seja no governo democrata ou no governo republicano. É preciso cautela em relação a todas as comemorações que a gente possa fazer. A guerra comercial e a beligerância estadunidense contra a China não são de autoria do presidente negacionista Donald Trump, foram herdadas do governo de Barack Obama e do próprio Biden que a época era o vice-presidente americano. Esta política do enfretamento está enraizada em setores da elite americana, entendem que os avanços científicos e tecnológicos do país Asiático ameaçam as vantagens hegemônica dos Estado Unidos estão sendo usurpada pela China. conforme as palavras do seu secretário de Estado Antony Blinken, disse recentemente que “a China representa um desafio crescente, provavelmente o maior desafio que enfrentamos vindo de outro Estado-nação: economicamente, tecnologicamente, militarmente e até diplomaticamente”. Em vez de reconhecer que a China é uma potência tecnológica e econômica e que com certeza irá a cada dia atuar com força no engajamento de seus produtos ao mercado mundial, os EUA querem usar Taiwan como escudo e com essa narrativa de defender está ilha que já foi território da China, querem usar seu poder político e militar para exigir que a China recue na sua política econômica globalista. Essa será a política de Biden, como foi também foram as dos predecessores. A retórica será sempre do enfretamento belicista que com a mudança de comando pode ser menos direta, mas o mesmo tipo de atmosfera bélica será de imposição, as cornetas irão tocar a todo momento.

Presidente Biden que todos conhece e um ferrenho defensor do neoliberalismo que em seus discursos minimiza a importância do Estado e de serviços públicos. Parece que não tem muito apreço a uma estrutura do Estado capaz de mitigar os efeitos da crise. Tampouco o mercado será eficiente, pois não há alguma iniciativa para priorizar a seguridade social. O neoliberalismo que passa de mais de quarenta anos minimizando a importância do Estado forte, ele simplesmente veio enfraquecendo os Estados e o próprio mercado. Neste momento de pandemia que vem assolando a todos, sejam ricos ou pobres, desenvolvidos ou não desenvolvidos, aparece sem maquiagem o neoliberalismo se denuda por inteiro, sua incapacidade de fazer partilhar as conquistas da ciência com o conjunto da humanidade. A dimensão da calamidade que a cada dia avança e esmaga pelo exclusivismo que assegura a poucos o direito a vida, que deve ser de todos. A pandemia só dissimula e escancara a hipócrita narrativa do predecessor. Outro fato foi a cruzada contra a ciência, a negação da gravidade da doença, levada por vertente política neocapitalista, respaldados por setores da plutocracia americana. A assimetria de países ricos e pobres será um novo capítulo do aumento do fosso, só irá escancarar a crueldade desumana do neoliberalismo impondo um apartheid. 

A crescente influência de gigantes americanas redes sociais, estão pautando governos eleitos democraticamente. Leva a crer que estas organizações tentarão a qualquer custo ditar o que o Presidente Joe Biden queira fazer. Com certeza, vão corroer políticas de conciliações e descontentamento público. As gigantes tecnológicos, irão controlar mais e mais vidas. Eles já atuam em concorrência com os Estado-Nações, em posição de monopólio. É preciso que os governantes fiquem atentos para esses gigantes das comunicações e com suas interferências transicionais sem pátrias passem a controlar as instituições democráticas. Presidente tenha bom senso e não procure inimigos externos e, não se utilize de seu poderio bélico com o pretexto inventado por corporações que querem tirar proveito de conflitos, e sim, deve olhar para o futuro de forma construtiva.

Sabemos que irá enfrentar grandes dificuldades a serem enfrentadas para unir o povo americano. Que prevaleça a democracia e os americanos una-se, deixando as divisões de lado. Que os acontecimentos passados pelo povo americano, poucos dias ocorrido no Capitólio, onde uns trogloditas usaram da violência para silenciar a vontade da nação, que se recusavam a aceitar o resultado da eleição. Conforme Joe Biden pronunciou em seu discurso de posse nesta quarta-feira 20/01 que sua vitória nas eleições americanas, em novembro de 2020, foram, na verdade, o triunfo da democracia. “aprendemos novamente que a democracia é preciosa. A democracia é frágil e nesse momento, meus amigos, a democracia prevaleceu, as forças contra a democracia são grandes, por isso é essencial buscar união. Vamos começar tudo de novo, vamos começar a ouvir um ao outro de novo, demonstrar respeito de um para o outro precisamos rejeitar a cultura em que fatos são manipulados. Que esse seja a nossa inspiração e que as próximas gerações nos digam que fizemos o que precisava ser feito”.

Qual será o objetivo e trajetória do governo estadunidense para os quadros anos: o cenário dos fluxos imigratórios, a mudança na legislação, e o papel da sociedade e da tecnologia na construção dos discursos de inclusão, agregação e xenofobia. Como irá ser seu relacionamento com as grandes redes sociais, sobretudo por meio do uso de inteligência artificial. Por fim, apresentar as perspectivas no campo do acolhimento das migrações internacionais e na sua governança. Essas plataformas ganharam atributos de um estado paralelo: não satisfeitas em obter lucros desmedidos, querem controlar o debate público. É por isso que estão na mira de comissões de inquérito, agências reguladoras, instituições acadêmicas e entidades de direitos humanos no mundo inteiro.

Brasil: O que mudará segundo o professor Roberto Rodolfo Georg Uebel, do curso de Relações Internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Doutor em Estudos Estratégicos Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul na linha de pesquisa de Política Internacional. – O novo mandato democrata deve ter uma postura próxima do que era o governo de Barack Obama. “O governo Biden deve ser uma ruptura com as políticas externas de Trump. Deve ocorrer uma mudança de posicionamento dos EUA diante do mundo”. Por ser um estrategista principalmente na política externa ele atuará com mais prudência, não deve acontecer distanciamento na postura porque é mais uma questão estratégica do que passional e não deve abalar a boa relação com as duas nações. O que pode acontecer será um puxão de orelha no Jair Bolsonaro para exigir mais prudência nas suas declarações polêmicas.

Na visão de muitos especialistas em relações externas o democrata Biden será pragmático e buscará uma relação amistosa com a nação brasileira. Porém no campo de política ambiental o governo do Bolsonaro terá mais um crítico. Uma coisa certa ele só irá se manter próximo ao Brasil enquanto for do interesse dele. Com certeza o Brasil vai ter dificuldade, notadamente em linha de crédito, e transferência de tecnologias, principalmente no campo militar. Entretanto, já a agenda no campo econômico construída pelo governo Trump junto ao brasileiro continuará porque é benéfico para os EUA, eles não terão interesses em se desfazer deste acordo, mais que pode ser revisto para trazer mais ou menos concessões há ambos. O atual governo americano irá posicionar contrários, devido o presidente Jair Bolsonaro, dá reiteradas declarações contrárias ao espírito de defesa dos direitos humanos, e tem colocado em prática uma política ambiental muito criticada no exterior. Biden já em seus discursos vem assumidos compromissos em defesa dos direitos humanos, meio ambiente, igualdade de gênero. O governo Bolsonaro tem adotado políticas ao contrário que violam esses princípios.   

O Presidente americano Joe Biden usará da astucia do Sísifo que enganou Tânato, que na mitologia grega, significa a personificação da morte, elogiando sua beleza e ofereceu um colar. Só que esse colar era na realidade uma coleira, fazendo com que Sísifo conseguisse manter a Tânato a “Morte” aprisionada como sua prisioneira e conseguiu driblar seu destino. Esse conceito aparece desenvolvido nos livros “Mais além do princípio do prazer” e “Mal-estar na civilização”, de Sigmund Freud. Ou como diz o antigo provérbio português “a esperteza, quando é muita, vira bicho e come o dono”. O oferecimento de US$ 20 bilhões para a Amazônia, para o Brasil não queimar mais a Amazônia. Declaração esta que gerou uma resposta imediata e revoltada do presidente Jair Bolsonaro, classificando o comentário como “lamentável”, “desastroso e gratuito” e fez uma série de postagens críticas a Biden no Twitter. Que simplesmente está usando sua forte influência política e econômica principalmente para seus aliados da União Europeia para gerar isolamento ao Brasil, passando a ser um exemplo para todo o mundo!

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