Lula, é e sempre será perigoso para as elites dominante brasileira?

Para além do caráter das elites dominantes brasileira e tacanha, tentaram destruir a qualquer custo a reputação do ex-presidente Lula como ficou demonstrado na operação lava-jato. As condenações no âmbito da famigerada Operação Lava-Jato provocaram imediata reação entre os que a leram comprometidos unicamente com o propósito de tentarem entender os motivos pelos quais o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava sendo punido pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de ativos de origem ilícita. Não tinham provas, mas tinham convicções que com ajuda da grande mídia oligarca, de uma grande parte da classe média, da classe alta, do industrial, do agronegócio e dos barões do sistema financeiro, condenarão em um tribunal de exceção sem direito ao contraditório. Onde admiradores e opositores do ex-presidente já tinha a certeza de que sua condenação era fato. Foi condenado como já se esperava, sem provas, a partir de acusações ridículas. Foi condenado por um juiz que só subsiste como figura pública porque se colocou a caçar o presidente Lula.

Juristas legalistas exigia e clamavam em suas fundamentações a garantia constitucional do processo. Com a condenação do ex-presidente Lula e concomitantemente sua condenação em segunda instância, a elite dominante tinha plena certeza que o tinha afastado do comando da nação e, ficou aberto o caminho, apossaram da narrativa de mais uma vez “a caça aos corruptos” com aquiescência da maioria da classe média e da alta burguesia, uma grande parte do judiciário brasileiro. A justiça não lhe garantiu o direito de permanecer solto até fosse julgado nas instâncias superiores conforme determina a Constituição e o Código Penal Brasileiro. Foi negado sem avaliação à eventuais violações nos processos que o ex-presidente Lula estava e foi condenado sumariamente pela 13ª Vara Federal de Curitiba.

Os processos, os julgamentos e a prisão, na qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi submetido configura e simboliza, qual era o intento das elites endinheiradas internacional e nacional. Representa e reproduz as profundas desigualdades, violências, injustiças, perseguições e arbítrios. A trama da Lava-Jato foi uma ardilosa operação que tinha objetivo e interesse político de grupos que compõem o “sistema hegemônico de poder”, cuja estratégia era eliminar o ex-presidente Lula das eleições de 2018 para presidente da República e pudessem se consolidar o golpe de 2016. A condenação imposta ao líder do Partido dos Trabalhadores, por mais que se tentem negar, a perseguição judicial e sua parcialidade nas avaliações das provas pró peso (1) e contra peso (2). Antecipação de julgamento em relação a centenas de casos anteriores. Foi marcado em tempo recorde pelo Tribunal Regional Federal (TRF-4). Conluio evidente de acerto do resultado, em que três (3) desembargadores votaram unificando pelo aumento da condenação da primeira (1ª) instância de Curitiba.

Subvertendo o sentido da lei e extrapolando os limites do processo e do caso, com desprezo e desconsideração com as alegações da defesa e aumentando a condenação sem nenhuma base jurídica e factual. O objetivo não declarado, mas explicito do judiciário, era excluir o líder em pesquisas em 2018 para presidente da República, o julgamento tinha objetivo a ser cumprido, uma manobra feita à socapa. Foi julgado à revelia da lei, onde passou em cárceres privado 580 dias e, sem contato direto com o que acontecia do lado de fora dos próceres da Polícia Federal de Curitiba, em uma taciturnidade e submetido ao silêncio forçado. Um cidadão que foi reconhecido por grande parte da população por benefícios de suas políticas públicas. Que com seu afastamento, sentiram na própria pele que as condições de vida pioraram no pós-golpe em 2016 com o afastamento do governo da Presidenta Dilma Rousseff. Do outro, as elites dominantes endinheirada reproduzem um discurso e narrativas de que Lula é um atraso para o país e, a todo custo, tentam manchar sua imagem.

Passou a ser uma constante no dia-a-dia do ex-presidente, mas, sua importância na história do país é inegável; já mais conseguirão apagar da memória dos expropriados socialmente desta nação. São diversos os motivos que fazem com que Lula não caia no esquecimento da população e não saia dos holofotes da mídia. Ele resiste a todos e a tudo, não sabemos de onde o ex-presidente Lula tira tanta força e energia para lutar em defesa de um projeto de sociedade mais equalitário. Um projeto que possa tirar a população mais carente do mapa da fome, inserindo pobres e negros na universidade e melhorando as condições de vida e trabalho no campo.   

Tem a força de um leão no ataque, ele é gigante. Ele é um cara que sobreviveu a tudo. Sobreviveu à miséria, à fome, ao preconceito, à perseguição, à ditadura. A população em sua maioria acredita que são justamente estas violações e perseguições que enfrentou e enfrenta cotidianamente, que dão força para resistir. Foi preso durante a ditadura militar brasileira, o ex-presidente Lula sofreu na própria pele, a tortura de ser preso e condenado por um juiz parcial e, logo em seguida foi condenado em segunda instância por um colegiado de desembargadores que já tinha como premissa a condenarem em um processo viciado, em uma solitária, longe do povo. Como todos já tem conhecimento que foram expostas as falcatruas da 13ª Vara Federal e do Ministério Público Federal de Curitiba, pelo jornalista Glenn Edward Greenwald, material este adquirido através de um hacker, que passou a ser divulgado no site Intercept Brasil.   

Foi o sofrimento, a injustiça e a tortura de ser preso por algo que não ficou comprovadamente esclarecido, fez crescer dentro de seu ser a vontade de lutar, de sobreviver a esta sanha de destruí-lo politicamente e moralmente, sobreviveu a destruição da sua imagem pela grande mídia corporativa e sabuja, dando a volta por cima vencendo aos seus algozes. Pela força mental, mantendo-se ereto com uma mente lúcida e a certeza de que estava do lado certo da história. Ele tinha plena convicção da sua inocência e, que o povo já mais iria abandoná-lo naquele cubículo em que foi jogado. Ele tinha plena consciência de que estava sendo acompanhado de milhões de brasileiras e brasileiros que o amam, gente que o admira e, também, gente que sabe que, neste momento histórico, sem ele, o país continuará se desfigurando. Lula o tornaram o que é e lhe deram condições de resistir contra perseguições em toda sua trajetória política.

A comunicação com o povo do ex-presidente Lula é incontestável marca sua trajetória como o político mais popular e querido por a maior parte sociedade global. Preso, privado de contato com seus próprios familiares e com a população, foi por meio de cartas e bilhetes que encontrou uma forma de se expressar sobre o que acontecia no Brasil e continuar a defender seus posicionamentos. É destaque internacional, o legado do petista não reverbera apenas nas falas daqueles que trilham ao seu lado. Os números mostram os feitos de seu governo: Em 2002, o Brasil ocupava a 13ª posição no ranking global de economias medido pelo PIB (Produto Interno Bruto) em dólar, segundo dados do Banco Mundial e FMI, entregou a nação 6ª posição para desespero de uma parte da classe média/alta e da burguesia. Alcançou um grande desenvolvimento em todas as areias da industrial, agropecuária e, campo social avançou muitos tirado o Brasil do mapa da fome, incluiu o pobre no orçamento do país, deu prioridade a educação nos três níveis. Mostrou ao mundo de que era possível fortalecer há todos sem distinções de classe.

Fortaleceu a todos ao mostrar que nossos sonhos eram realizáveis. Deixou claro aos milhões de brasileiros, sempre excluídos do poder e vítimas da injustiça social, que era e é possível, e necessário, uma vida melhor para os mais pobres. E isto, sem violência e sem guerras. Demonstrou que a redução da desigualdade é um pré-requisito para a paz, a democracia e um efetivo desenvolvimento. Lula foi esnobado, desdenhado pela burguesia, que não tinha savoir-faire e articulação política tão grande e ser aclamado pelo povo. A nação teve a oportunidade e o orgulho de, por várias vezes, assistir ao reconhecimento da liderança de Lula, nos aplausos e nas entusiasmadas manifestações feitas nos encontros internacionais. Ao perceberem o tamanho de Lula, as elites dominantes brasileira passaram a desprezá-lo numa perigosa mistura de ódio e medo. Afinal, até os que a crítica não tem argumentos suficientes para negar que a história da nação chega há se misturar com o personagem do ex-presidente Lula.

Lula passou do maior presidente da nação ao mais perigoso dos líderes, onde o cenário da usurpação se faz presente em um país ocupado pelo capital rentista e vadio. Pesquisas aponta que o ex-presidente Lula pode levar já sua vitória no pleito presidencial em 2022 no 1º turno. A nação vive em um cenário de um país colonizado e cada vez mais neoliberalizado como é nosso, a presença de um personagem como Lula passa de fator de conciliação entre classes a grande perigo para as elites que usurparam o poder. Lula continua sendo um fator político fundamental, talvez o mais fundamental no contexto de uma democracia cada vez mais destruída, um país que se tornou terra de ninguém. Transformaram o Brasil em um mercado barato, vendendo-o em termos de commodities a preço de um café.

Nesse contexto que precisamos se manter a resistência contra a ditadura corporativa, midiática, judiciária cada vez mais claras. É claro que resistir é urgente, necessário e muitos terão suas imagens destruídas, não podemos ser ingênuos diante dos jogos que estão sendo tramados nos bastidores do poder contra a população, os movimentos sociais e todos os que ousarem opor-se ao sistema colonialista neoliberal de rapina, o que se pode esperar de um governo um país colonizado por este paradigma sócio-político que nos rege. Fato é que o cargo de Presidente da República Federativa do Brasil não é mais o mesmo depois do golpe. Talvez o cargo de presidente da República é um dos que perdeu a dignidade conquistada com as eleições de Fernando Henrique Cardoso, de Luiz Inácio Lula da Silva, bem como de Dilma Rousseff, presidentes eleitos e legítimos.

Não é possível, nesse momento, termos um presidente que não nos representa. Não é possível não se perguntar como o atual presidente da República suporta ser quem se tornou, sem grau algum de reconhecimento, sem méritos, sem história, sem coragem, sem brilho, ser um pária no contexto internacional, uma vergonha. Qualquer pessoa a quem a questão da dignidade ainda se faz sentido, que ainda tivesse um mínimo de amor próprio, já teria renunciado, teria se matado ou morrido de tristeza estando em sua situação. Mas aqueles que perderam a subjetividade, aquilo que os antigos, chamavam de alma, esses não sentem nada. E talvez seja esse o caso do homem que, sentado no trono da ilegitimidade e da rejeição popular, estarrece a todos.

Mas por que gastar tempo falando de um presidente que trabalha para retirar os direitos trabalhistas de um povo já tão escravizado pelas elites endinheiradas, direitos se perdem no meio da desregulamentação da economia, da privatização e dos demais aspectos que fazem parte de um programa neoliberal? Por que Jair Bolsonaro é apenas mais um. E porque é sob o seu nome, num país que precisaria de líderes democráticos, de um projeto de país, que se produz a ignominia do desmantelamento do Estado, da sociedade e assistimos há destruição do país. O protótipo do político brasileiro, aquele que chegou onde chegou por tramas obscuras, por jogos sinuosos de poder, no caminho da ilegitimidade é o que está em jogo.

Podemos citar o nome do ministro da economia Paulo Guedes que faz parte da equipe do atual governo na sua inexpressividade a serviço da covardia dos neoliberais. Falamos de um e estamos falando de todos, salvaguardadas as exceções que confirmam a regra. Não podemos nisso tudo esquecer os agentes do Judiciário que hoje, sem provas, sustentados em convicções em nível de delírio, que fazem lembrar idiotas, tentam encontrar um lugar ao sol enquanto todos percebem que se valem de um ódio, no caso dos mais famosos atualmente, de um ódio contra Lula e o Partido dos Trabalhadores. O ódio destrói a crítica que poderia ser interessante em qualquer momento. O ódio, como sabemos, é plantado em corações vazios, em mentes despreparadas para a política por meios de comunicação que em tudo são máquinas protéticas que definem hoje o caminho, a verdade e a vida da população. O caminho que estes senhores estão levando a sociedade é a da servidão a oligarquias neoliberais.  

O Lula, é e sempre será perigoso para as elites endinheiradas, o que significa para o Brasil nesse momento? Será o líder que atrapalhar concreta ou simbolicamente o cenário do poder econômico, a descarada tendência dominante há tempos, será destruído, descartado, eliminado. Lula em tudo é querido, amado, altamente expressivo como ser humano, capaz de encantar os mais exigentes estadistas e massas inteiras de gente simples, Lula continua impressionando os intelectuais, os que pensam e até aqueles que não se preocupam muito com política. Ele foi e continua sendo o mais perigoso dos líderes capazes de atrapalhar o cenário político previamente estabelecidos pelos donos do Brasil, simplesmente por um fator. Ele é amado pelo povo que nele se reconhece e nele votaria pura e simplesmente. Me refiro ao povo, às pessoas das classes humilhadas e exploradas que lhe eram fiéis e que, nesse momento, passam a amá-lo mais ainda. Do mesmo modo que, aqueles que ainda não tinham percebido a sua dimensão, diante das injustiças das quais é vítima, passam a adorá-lo. População esta, que em sua maioria, tem perdido a esperança de que na velhice não dependa de esmola, não precise catar ossos para sobreviverem com o mínimo de dignidade.

Há, sem dúvida, também o lacaio do neoliberalismo. Em geral, ele não gosta de Lula, não gosta de esquerda, mesmo quando se favorece com as lutas em nome de direitos e garantias sociais levadas adiante por movimentos, ativistas e até políticos de esquerda. O neoliberalismo não respeita nada que não seja útil, e o cidadão, entre ingênuo e astucioso, tenta “prestar” seu serviço ao capital. Não é só a ingenuidade do corpo docilizado o que entra em jogo na inércia da população, é também a covardia interesseira que o “aburguesamento” do mundo nos legou. Muitos que um dia foram honrados com a consciência de serem trabalhadores perdem agora o seu desejo de lutar – porque o desejo político é a coragem da luta – enquanto são rebaixados a produtores e consumidores. Para essas pessoas, a política vira uma humilhação. A política deve ser rejeitada, pensam aqueles que não sabem o que dizem, nem o que fazem.

Não é fácil ver uma gama grande de cidadãos brasileiros, seres levados à incapacidade de reverberação, movida pela desinformação do ódio, impedida de compreender o que significa Lula para o Brasil. Hoje, há uma espécie de interdição à percepção de que há um Lula para além do Luiz Inácio Lula da Silva, político com qualidades e defeitos, eleito por duas vezes à Presidência da República. Que foi admitido e aceito pelos detentores do poder econômico, que ao final de seus dois mandatos presidencial lucraram como nunca. No consciente destes poderosos tornou-se insuportável, esse Lula quimérico e imaginário da imensa parcela da população brasileira, que alcançou e chamou a atenção em todo mundo. Tornou-se insuportável justamente no momento em que vem simbolizar o Brasil que volta a ser uma velha colônia usada e abusada pelos colonizadores de sempre, o velho capital internacional aliado hoje em dia de corporações e banqueiros que ocupam os cargos políticos como se fossem os donos do Brasil.

Lula continua em seu papel como representante do povo idêntico ao povo, um papel que é incomparável com qualquer outro político de seu tempo. Perseguido e humilhado, como é inevitável a um líder de sua envergadura, mas altivo e sem dever nada a ninguém, ele nos deixa um recado: “não há solução para nenhum país que não seja uma solução política”. Isso nos leva a pensar que o neoliberalismo em curso propõe soluções econômicas que favorecem os ricos e que esse favorecimento conta com a adesão do cidadão rebaixado há pascácio. Nas palavras de Lula “a desgraça de quem não gosta de política é ser governado por quem gosta”. Precisamos sair desse lugar de pascácio e imbecil em que fomos postos por uma produção discursiva que nos afasta de nosso próprio desejo por política e nos faz viver das decisões alheias que sempre nos desfavorecem. Lula prevalecerá para sempre e não será apagado da história, nem do coração das classes humildes e invisíveis desta sociedade escravocrata.

Porque a grande mídia oligarca e corporativa blinda escondendo da sociedade o conflito de interesse do Ministro da Economia Paulo Roberto Nunes Guedes e do presidente do Banco Central do Brasil Roberto de Oliveira Campo Neto? Não, por favor, não! É preciso se discutir o papel da elite endinheirada e sua trupe xarope. Só queremos saber que raios de espaço reservamos às massas populares, aos trabalhadores brasileiros. Quando vamos trazê-los à cena. Sociedade acorde! Não costume sendo um movimento nubívago? Sim é claro, não faço parte da grande mídia mercantilista, não sou líder de massas. Mas sou um ser que pensa. Então, não dá para pensarem e contribuírem para organização e educação das massas populares.

É claro que vivemos em sociedade de oportunistas, gananciosos e adventícios, sem compromisso com a educação e a organização popular, com a revolução brasileira. Certamente haverá alguém que peça um aparte e acuse os que defendem uma distribuição mais igualitária da riqueza do país, ou o acuse de radical, de sectário, de dogmático, defenda os senhores do poder que querem a qualquer custo as reformas que retiram direitos do povão. Este pensamento ultraliberal com certeza irá regredir ao século XIX?

A crueldade das reformas que está em curso do pós-golpe de 2016, tirando direitos trabalhista, previdenciário, dos gastos em saúde, da educação, com a guerra contra a cultura e a civilização? Com o morticínio que já levou há mais de seiscentas mil vidas ceifada pela pandemia de coronavírus no Brasil. Provocada por negligência, negacionismo, incompetência, estupidez e crueldade? Quem contribuiu para o caos que a nação está passando, foi de forma consciente de caso pensado, sem qualquer coação, mereceu afagos da elite dominante, as homenagens aos torturadores, o ódio aos valores básicos da civilização e até a falta de empatia? Qual a diferença, nessa nação nada gentil. Lá nos primórdios do país, nossos liberais eram escravocratas, racistas e ingênitas, pois o que são as reformas trabalhista, previdenciária, o teto de gasto.

Estes liberais aos poucos vêm reintroduzindo uma canga sobre o pescoço dos mais pobres desta nação? Quem matou Getúlio, quis impedir a posse de Juscelino Kubitschek de Oliveira, também conhecido pelas suas iniciais JK e de João Belchior Marques Goulart, conhecido também pelo apelido de Jango, sabotou as reformas de base? Nada menos que nossos liberais. Quem orquestraram os golpes de 1964 e 2016? Os nossos liberais. Quem ludibriou uma grande parte da sociedade a voltar aludido em 2018? Nossos liberais. Mais uma vez estão preparando um novo palco, posicionando seus atores de centro, no meio ou no extremo do picadeiro, para mais narrarem seus versos bem construídos e aludir a população a rejeitarem a proposta progressista e de transformação do país do ex-presidente Lula.

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s