Moro e Dallagnol personagens nefastos, destruiu a economia brasileira e deixa herança maldita.

Moro, Dallagnol quebraram o Brasil, nos deixou uma herança maldita a vitória nas eleições de 2018, com a chegada da extrema direita ao poder sob o comando de Jair Messias Bolsonaro (PL). Porque o Brasil se encontra no fundo do poço, a sua causa está nestas pessoas nefasta responsáveis pela êmula Operação Lava Jato do ex-juiz Sergio Moro sob suspeição e do ex-procurador Deltan Dallagnol o apresentador do PowerPoint que tinha como principal criminoso o ex-presidente Lula, cujo o ódio político supera o respeito à lei. O Power Point de Deltan Dallagnol contra o ex-presidente Lula, foi elaborado pelos procuradores da operação Lava Jato em clima de ironias, segundo diálogos obtidos pela defesa de Lula. Em uma coletiva aos grandes veículos de comunicações da grande imprensa e encabeçada principalmente pelas Organizações Globo e a grande mídia golpista. Desde o ano de 2013 já se ensanhavam grandes movimentos patrocinados pelas grandes corporações nacionais e até internacionais, dando grande destaque aos movimentos de extrema direita contra um governo progressista. Para nunca mais ser esquecido estes atos é preciso lembrar que colocou o País nessa cratera sem fundo, foi o ex-juiz sob suspeição (parcial) Moro e seus aliados da Lava Jato.

Com a provável candidatura de Sergio Moro a presidente, do ex-procurador Deltan Dallagnol a deputado federal pelo Partido Podemos, está formanda a bancada da Lava-Jato que eles tinham como objetivo ter candidatos em todos os estados da federação brasileira, anunciavam aos quatros ventos pela grande mídia, talvez com menos recursos do que tinha pensado, com a famosa fundação de associação de procuradores, uma instituição lavajatistas sob o escuro manto de fumaça. Tentaram se apossar de mais R$ 2,5 bilhões que os estadunidenses iam doar-lhe referentes a multa por atos corruptos da petroleira brasileira, como uma forma de agradecimento pela condenação da ‘Petrobras’: assim como Moro, ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot já acertou com a cúpula do Podemos a postergação de sua filiação ao partido, agora prevista somente para 2022. Chegou o momento propício para se colocar as cartas na mesa. Portanto. Se sair ou não à candidatos ou qualquer outro cargo eletivo será a oportunidade do Brasil debater o verdadeiro legado da Lava Jato.

O parcial que vestia a toga mais que na realidade não passava de um disfarçado político, destruiu a economia brasileira. Quando esta malevolente Operação em março de 2014, o Brasil tinha uma taxa de desemprego que era de 5%, o PIB tinha crescido 3% no ano de 2013, o que colocava a nação entre as sete maiores economias mundiais. O Brasil deixou de ser uma economia pujante, para mais agravar as coisas veios as pautas bomba patrocinada pela Câmara dos Deputados que estava sendo comandada pelo corrupto presidente Eduardo Cunha (2015-2016). Deixou de ser uma das dez maiores do mundo. Conforme informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos levantou o tamanho do estrago provocado diretamente pela Lava Jato. A operação incensada pela velha imprensa custou 4,4 milhões de empregos e 3,6% do PIB. Com a Lava Jato, o País deixou de arrecadar 47,4 bilhões de reais em impostos e 20,3 bilhões de reais em contribuições sobre a folha, além de ter reduzido a massa salarial em 85,8 bilhões de reais.

Senador Álvaro Dias do Podemos foi poupado pela Lava Jato, assim como Paulo Guedes ministro da economia do atual governo, flagrado com um depósito suspeito de R$ 560 mil (em valores de 2007) numa empresa apontada como fachada para arrecadação de propinas no esquema de Beto Richa, do PSDB/PR. Guedes tinha interesse financeiro no Estado. Ele era do Conselho de Administração da empreiteira Triunfo, que tem como um dos proprietários Luiz Fernando de Carvalho Wolff, primo de Rosângela Moro. Guedes, é bom não esquecer, foi quem negociou com Moro sua ida ao governo de Jair Bolsonaro, quando o líder da Lava Jato ainda era juiz. Moro liberou parte da delação de Antônio Palocci com acusações (hoje sabidamente falsas) contra o Partido dos Trabalhadores, que tinha na época Fernando Haddad como o mais forte oponente de Bolsonaro.

Quando olhamos o Brasil de hoje no fundo do poço, que o ajudou a colocar o país nessa situação quase irreversível do ponto de vista moral, ético e socioeconômico foi o ex-juiz sobre suspeição e seu aliado ex-procurador. Herança maldita que a Operação Lava Jato de Curitiba nos deixou como legado. Que a campanha eleitoral seja colocada as cartas bem claras de que estes fatos trágicos que a nação está passando foram o legado que a Operação Lava Jato nos deixou como presente de grego. É preciso ser discutido de forma mais detalhada sobre a candidatura do ex-juiz Sergio Moro (Podemos), o jornalista Reinaldo Azevedo disse ter sérias ressalvas com relação a ele e criticou a grande imprensa por ter abraçado com tanta facilidade e rapidez sua candidatura, “esquecendo o papel que Moro teve na corrosão do processo democrático no Brasil”. De acordo com o jornalista Reinaldo Azevedo, o ex-juiz representa uma “extrema direita envergonhada, meio covarde”.

Para o jornalista no programa 20 Minutos Opera Mundi concedeu entrevista ao Breno Altman sobre o cenário eleitoral brasileiro e falou que o ‘Lula eleitoralmente viável é o moderado’, ver eleições entre o ex-presidente Lula (PT) e o Presidente Jair Bolsonaro (PL), e definiu possível candidatura de Sergio Moro como a de ‘um Bolsonaro sem coragem’; avaliou como uma possibilidade positiva o ex-presidente Lula nomear Geraldo Alckmin como seu vice, numa tentativa de moderar a candidatura, como muitos vêm sugerindo. Aliás, o jornalista vê o movimento como irrelevante, não enfraqueceria nem agregaria votos. As pessoas querem respostas rápidas. Lula, que oferece soluções complexas, por envolver toda a maquinaria do pensamento social, também consegue traduzir seu pensamento e torná-lo compreensível. O mundo, mas principalmente o Brasil, enfrenta uma onda de desinformação e reacionarismo político. Será preciso que a mídias enfrentem todos os dias, comprometidos com a boa informação, a maré de mentiras, difundidas nos meios de comunicação brasileiro de alcance das massas, pelo Gabinete do Ódio, desinformação, espalhadas pelas grandes agências nacional de notícias, com uma leitura do ódio que vem acontecendo no Brasil.

Tijolaço postou matéria em seu site “ROOSEVELT O COMUNISTA” – Por Fernando Brito -28/11/2021 – Franklin Delano Roosevelt, político norte-americano que serviu como o 32º presidente dos Estados Unidos de 1933 até sua morte em 1945. Membro do Partido Democrata, foi eleito para quatro mandatos presidenciais, sendo o presidente que ficou mais tempo no cargo, e tornou-se também uma figura central dos eventos históricos mundiais da metade do século XX. Roosevelt comandou o governo federal durante a maior parte da Grande Depressão, implementando sua agenda doméstica do New Deal, conforme a Wikipedia.

em resposta à pior crise econômica da história do país. o que será de Lula como candidato a presidente do Brasil de 2022, diante da crise que nosso país enfrenta em matéria de desemprego e recessão constituída, basicamente, propusesse um plano econômico baseado nos seguintes pontos:

  • Controle sobre bancos e instituições financeiras e econômicas;
  • Construção de obras públicas de infraestrutura para a geração de empregos e aumento do mercado consumidor;
  • Concessão de subsídios e crédito agrícola a pequenos produtores familiares;
  • Fortalecimento da Previdência Social, do salário mínimo, além de garantias a idosos, desempregados e inválidos;
  • Incentivo aos sindicatos para aumentar o poder de negociação dos trabalhadores e facilitar a defesa dos seus direitos.

Seria quase que destruído pela Faria Lima de Comunista! Antimercado! Intervencionista! O herege! Um despreparado para o cargo de tão alta relevância que é o de Presidente da República Federativa do Brasil. Franklin Delano Roosevelt, o presidente que reergueu os EUA diante da Grande Depressão do pós-29, a quebra da Bolsa que ficou na cronologia do Século 20 como o maior desastre da economia capitalista. Criou programas de assistências econômica e social o “Food Stamp Plan”. Uma espécie de vale para a compra de alimentos por pessoas de baixa ou nenhuma renda, parecido com o Bolsa Família, foi criado e sobrevive até hoje como um imenso programa federal de benefícios. Nos ajuda a entender como classificar de “radicalismo” ou do “extremismo” a candidatura do ex-presidente Lula, que tem programas muitíssimo mais brandos que esses.

O que diria nossas elites econômicas, os senhores da casa grande! Sem perca de tempo no mesmo dia da apresentação do programa de governo do Lula apresentado para a sociedade, eles simplesmente acionavam todos os meios de comunicações de massas para afirmarem que o Lula não tem qualquer compromisso estratégico com a prosperidade, com a viabilidade do Brasil como país e do brasileiro como povo civilizado. O que eles querem simplesmente a liberdade incondicional para movimentar o dinheiro circulando sem comando e sem disciplina para as pessoas. Tal como o famigerado “teto dos gastos, ponte para o futuro” do governo golpista do Michel Temer (MDB), programas de privatização, concentração de renda e exclusão social. Quem ganha com isso? São os grandes grupos econômicos.

O povo brasileiro está sendo condicionado a prestarem atenção e dar valor a coisas que não vão fazer a mínima diferença na sua vida, a defenderem projeto que não faz parte do seu cotidiano. Pois bem, um presidente que em 8 anos governou para o povo sem nenhuma distinção de classe social, mudou a face dos brasileiros, a enxergarem um horizonte amplo e cheio de esperança, esse é o verdadeiro herói que a grande mídia corporativa e oligarca, tenta silenciar o jogando no atrocíssimo, ao bairrismo, ao esquecimento do consciente da população brasileira. Não pesquisam sobre a real situação do ex-procurador Dallagnol, não pode ser candidato por ‘ser ficha suja’, por pendência que deixou no Ministério Público Federal, com processo ainda para serem concluído. De um ex-juiz que se fossem em um país que fizessem as leis cerem comprida, não poderia concorrer qualquer cargo público letivo devido ser considerado pelo Superior Tribunal Federal como um juiz sob suspeição.

Sergio Moro representa o que de pior existe numa democracia, que é a tentativa das instituições públicas e privadas de controlar a política. Representa o pior da sociedade brasileira, que é uma classe média preconceituosa, contrária à política, autoritária, e que despertou a ambição de setores amplos dentro da máquina pública. Em um eventual governo Moro seria a ditadura, mais desejada pelo estadunidense, para administrar o Brasil conforme suas determinações, um governo fantoche. Há um ímpeto que beira no ar, uma falsa liberdade capaz de enganar os néscios a manipulação da consciência, traz prejuízos, não somente ao adversário, mas trazem grande danos a sociedade. Onde as massas conduzidas como rebanhos, enaltece há alguém de má fé, através da compra pela desinformação influenciada pelos grandes meios de comunicações de massas que tem objetivos a cumprirem, fabricando indivíduos, de forma artificial.        

Revestindo de forma artificial uniformizando pela ignorância e pendurando nesse individuo um crachá, “uma nação se faz com leigos e mídias”, trocando o verdadeiro pelo “fake News”? Por vivemos em uma sociedade de alinhados e desnutridos de ética e moral? A cada dia vem crescendo o ‘analfabeto político’ que se dizem intelectual, mas de conteúdo duvidosos e são capazes de destruir uma nação por motivos ideológicos e serviente. Se desenvolvem na mentira individualista neoliberal, dessa forma a grande mídia defende os interesses de seus senhores. São capazes de construir indivíduos incompletos e confusos, tornando um disseminador da propagação dos valores invertidos. Geram mentes corrompidas e prisioneiras, gera apenas contentamento a seus idealizadores, há o que querem almejar, mentes alineadas, cedo ou tarde serão varridas pelo sistema neoliberal como objetos em desusos e inúteis.

Falta à sociedade brasileira dizerem não, há estes corruptores de mente que em nome da Lei está destruindo a nação. Talvez com o momento turbulento que a sociedade está passando, despertem as consciências adormecidas, de décadas de lavagem cerebral feita pela grande mídia corporativa e oligarca, das religiões de consumo mercantilistas com suas técnicas de subjetivação. A Operação Lava Jato foi incapaz de separar ‘o joio do trigo’. Eles foram incapazes de serem imparciais na condução do combate a corrupção, passaram e bandearam para adquirirem status e vantagens econômicas indecorosa e obscenas.                

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247 – Publicou artigo do jornalista Evilázio Gonzaga Alves de 17 de novembro de 2021, 18:54 h “Moro é candidato à prisão por traição ao Brasil”. Em que uma nação séria e soberana o ex-juiz Sergio Moro parcial e o ex-procurador responsável pela Operação Lava Jato Deltan Dallagnol que ficou famoso com uma exposição em rede nacional dos grandes meios de comunicação do famoso ‘PowerPoint’, o que comemoramos são as 19 VITÓRIAS  Twitter: Instituto Lula@inst_lula na Justiça! Apontando o ex-presidente Lula como o maior criminoso da história, que tiveram um apoio da ‘agencia global anticorrupção’ prestando serviços sigilosos e assistência técnica e financeira a Lava Jato. Sorrateiramente deixaram de aplicar a lei conforme nosso Código Processo Penal em vigência; exterminando em mais 50% do PIB brasileiro, destruíram deliberadamente a Petrobras e as empreiteiras, que juntas eram o esteio da economia brasileira.

Operação Lava Jato foi uma das mais bem sucedidas operações de “Regime Change”, ou mudança de regime, desencadeada pelos Estados Unidos, desde a queda da União Soviética, em 26 de dezembro, de 1991. O Golpe de 2016, com a consequente desorganização política, econômica, social e cultural do Brasil, que gerou sua remoção do principal palco mundial das nações, foi provavelmente a maior vitória da estratégia estadunidense de guerra híbrida. Como já é de conhecimento público e foi inclusive reconhecido por autoridades estadunidenses, ocorreram intimas relações entre os integrantes da Lava jato e agentes de diversos órgãos dos EUA.

Desde o famigerado ‘impeachment’ aplicado pelo Congresso Nacional (deputado/senador), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski assumiu a presidência do processo de impeachment. que teve início em 2 de dezembro de 2015, quando o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha deu prosseguimento ao pedido dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Com uma duração de 273 dias, o caso se encerrou em 31 de agosto de 2016, tendo como resultado a cassação do mandato, mas sem a perda dos direitos políticos de Dilma. Foi a gota d’agua para impedir que se tornassem uma nação forte economicamente, tornando-se um grande obstáculo ao império neoliberal estadunidense. Devido a importância geográfica, econômica e estratégica do Brasil no Continente Sul. A execução do plano do ‘Regime Change’, o Brasil não foi preciso da intimidação através da força, só precisaram acionar um interventor na colônia chamada Brasil com poderes extraordinários, o ex-juiz Sergio Moro e sua trupe de procuradores traidores da pátria passaram apena a cumprir ordem do sistema establishment americano de justiça (em inglês: United States Department of Justice, chamado frequentemente de Justice Department ou DOJ).

Podemos até designar que as nossas instâncias superiores da justiça brasileira ficaram paralisadas balizando e avaliavam tudo que tinha origem da Operação Lava Jato de Curitiba como verdadeiras. Objetivo e missão cumprida da dominação do Brasil ao acesso a um dos maiores patrimônios minerais e biológicos do planeta, assim como asseguram uma posição geoestratégica única, que viabiliza o controle de toda América Latina, assim como do Atlântico Sul, importante rota comercial; e viabiliza a projeção de poder ao riquíssimo Oeste da África, sem colocar um único soldado em terras brasileiras. MPF de Curitiba em outubro de 2015 recebeu a visita de 17 norte-americanos. Entre eles, estavam procuradores ligados ao ‘DOJ’ e agentes do FBI (não se sabe a identidade de todos os convidados). De acordo com conversas divulgadas pelo Intercept, a ‘Lava Jato’ não informou os encontros para o governo brasileiro, então chefiado pela presidente Dilma Rousseff (PT)”.

Cooptaram de pronto a todos lavajatistas, em uma operação para beneficiar um país estrangeiro contra o Brasil. O Estados Unidos não são uma nação confiável, doutrina central é provocarem guerra hídrica aquém se atreva a desafiá-los no campo militar, político e principalmente no econômico. Incorpora leis aparentemente civilizatórias com viés democrático, mas que no fundo só tem como objetivo a intervenção em outros países, simplesmente desconhecendo a soberania dos estados nacionais. A legislação se destinava, na prática, a impor as políticas internacionais dos EUA, enfraquecer a concorrência contra empresas protegidas pelo império e ampliar o espaço de ação do sistema financeiro ligado às instituições sediadas em Nova Iorque e Londres. Os Estado Unidos impõem a outras nações o conceito do combate a ‘corrupção principalmente no público e disfarça quando são instituições estadunidense’ são utilizados como justificativa para a intervenção externa nas políticas internas dos Estados.

Durante o período da Guerra Fria, foram usados métodos de cooptação dos toscos militares latino-americanos, oferecendo garantias e beneficies, fazendo-se de cegos as atrocidades que se faziam em todo o continente latino com uma enfia para os ditadores do cone sul, deixando que eles sujassem as mãos, com golpes, repressão de seus povos, prisão, tortura e assassinatos. Embora a intervenção militar estadunidense sempre se mantivesse como plano “B”, como no caso do golpe de 1964 no Brasil, quando uma esquadra dos EUA estava pronta para a invasão, caso houvesse resistência. Entretanto, esqueceram que os incompetentes governos ditadores militares impostos sobre sua licença, queimaram sua imagem perante aos outro país que prevalecia os princípios do direito à vida (Direitos Humanos).     

Não podemos afirmar exatamente quando começou o ataque contra os governos progressistas do PT. Talvez em tese foram motivados pela independente política externa brasileira durante o mandato que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Que foi caracterizada como de continuidade, mudanças e rupturas em relação à política desenvolvida por governos anteriores durante o período democrático do país. Os resultados alcançados se devem a uma aliança positiva e construtiva entre o Partido dos Trabalhadores, representado no governo pelo Presidente Lula, seu Assessor Especial para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia e titulares de outros Ministérios com o setor “soberanista” do Itamaraty, representado, principalmente pelo Ministro Celso Amorim e o Secretário Geral do Ministério de Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, bem como por outros servidores do Itamaraty. As visões comuns da aliança possibilitaram constituir uma sinergia ativa.

As autoridades estadunidenses estava muitos preocupados com o rumo da política externa brasileira estava tornando-se independente, o Thomas Shannon, embaixador estadunidense no Brasil entre 2010 e 2013. Em uma de suas declarações, diz que ‘o projeto brasileiro de integração regional suscita preocupação no Departamento de Estado estadunidense, considerando-se que o desenvolvimento da Odebrecht é parte do projeto de poder do Partido dos Trabalhadores e da esquerda latino-americana’. Em matéria do Conjur, 2021, revela que “segundo um antigo membro do Departamento de Justiça (DO), ‘se acrescentarmos a isso as relações entre Obama e Lula, que se deterioravam, e um PT que desconfiava do vizinho norte-americano, podemos dizer que tivemos muito trabalho para endireitar os rumos’”.

De acordo com reportagem publicada pelo jornal francês Le Monde Diplomatique, em 2007 foi o início da construção de uma rede de intercambio e de iniciativas de cooperação extraoficial envolvendo os membros da Força-Tarefa da Lava Jato em Curitiba e agentes do ‘FBI’ polícia federal americana, ‘DOJ’ departamento de estado dos EUA, na ocasião, o magistrado Sérgio Moro era responsável pelo caso Banestado, envolvendo investigações sobre lavagem de dinheiro no banco público, em que houve uma efetiva colaboração com autoridades estadunidenses por meio de um programa de relacionamento financiado pelo Departamento de Estado dos EUA que envolveu viagens, compartilhamento de informações e treinamento.

Com a implantação do projeto de cooptação de operadores da justiça brasileira, criaram cargo de assessor jurídico residente, ocupado pela procuradora estadunidense Karine Moreno-Taxman, especialista no combate à lavagem de dinheiro. Passaram a organizar cursos de formação, seminários e reuniões com juízes, criação grupos de trabalho “forças-tarefa”, o uso de delações premiadas, a cooperação internacional informal e a estratégia de “perseguir o rei de forma sistemática”, identificando o suposto chefe dos esquemas de corrupção e desgastando sua imagem perante a opinião pública. A pressão estadunidense, via os operadores da justiça brasileiros cooptados, que tiveram o apoio da mídia ligada às oligarquias brasileiras, comprada para o projeto, levaram à aprovação de leis anticorrupção inspiradas em legislações dos EUA, em 2013 – a presidenta Dilma Rousseff não conseguiu resistir à pressão.

em 2013, Edward Snowden denuncia uma operação de espionagem dos Estados Unidos, operada pela agência NSA, responsável pelos modernos mecanismos de monitoramento eletrônico, contra vários países, inclusive o Brasil. Entre os alvos da bisbilhotagem estavam a Petrobras, que à época havia se posicionado entre as cinco maiores empresas do mundo, em valor de mercado; e a própria presidenta Dilma Rousseff. Aquele ano registra ainda uma visita do então vice-presidente dos EUA ao Brasil, Joe Biden, para pedir a participação de empresas estadunidenses no pré-sal, o que foi negado pela mandatária brasileira. Logo depois, começaram as estranhas manifestações do que ficou conhecido como “Jornadas de 2013”.

Em discurso de Leslie Caldwell em 2014, então procuradora-geral adjunta do DOJ não deixa dúvidas sobre a intenção dos EUA: “A luta contra a corrupção estrangeira não é um serviço que prestamos à comunidade internacional, mas sim uma ação de fiscalização necessária para proteger nossos próprios interesses de segurança nacional e a capacidade de nossas empresas americanas de competir no futuro”. Este discurso tinha endereço de que era preciso aplicar punições em empresas brasileiras que atuam no exterior, como a Petrobras, a Odebrecht e a Embraer. Com multas para o Tesouro estadunidense, essa pratica punitivista enfraqueceram a competividade internacional dessas empresas, favorecendo as empresas estadunidenses que competem pelos mesmos mercados “Conjur,2020”.    

A importância da colaboração do MPF para a aplicação de multas às empresas brasileiras nos EUA, através do compartilhamento de informações obtidas em delações premiadas, é reconhecida pelo próprio DOJ. Em 2016, Kenneth Blanco, estão procurador-geral adjunto do DOJ, declarou que: “É difícil imaginar uma cooperação tão intensa na história recente como a que ocorreu entre o DOJ e o Ministério Público brasileiro”. Tudo indica após estes fatos narrados, havia uma conspiração de alguns integrantes da justiça e do Ministério Público Federal, estavam praticando a traição contra o Brasil. Os oficiais de Justiça dos EUA tinham informações privilegiada sobre a remoção do ex-presidente Lula da eleição presidencial de 2018. Em 2017, esse mesmo procurador afirmou que os oficiais de Justiça dos EUA tinham “comunicações informais” sobre a remoção de Lula da eleição presidencial brasileira de 2018 (Blanco, 2017 apud Prashad, 2020, p.156). Essa relação entre as elites jurídicas brasileiras e estadunidenses se tornou ainda mais estreita no caso do acordo de não persecução penal envolvendo o DOJ e a Petrobras, intermediado pelo Ministério Público Federal em 2018.

A intervenção de instituições e agentes públicos estadunidenses na Operação Lava Jato – inclusive fornecendo informações colhidas pela espionagem da NSA – visava interesses objetivos, como a liberação da liberação de empresas transnacionais nos leilões do pré-sal, a aceleração dos certames e a venda de ativos da Petrobras para grandes petroleiras transnacionais, como British Petroleum (BP), British Shell, Chevron, Cnooc, ExxonMobil, QPI e Statoil. De outro lado mirava no recuo da presença das empresas brasileiras de construção civil (Odebrecht, OAS, Camargo, AG e Correia, entre outras), as mais capazes do mundo na época, da participação de projetos no exterior, abrindo espaço para empresas estrangeiras concorrentes. Como sintetiza Vijay Prashad, 2020 (p.156), “A investigação da Lava Jato foi uma grande vantagem para as empresas transnacionais”.

É importante lembrar que as empreiteiras brasileiras estavam partindo para outros setores da economia, sendo que algumas delas, como a Odebrecht e a AG, investiam em projetos industriais de última geração. A Odebrecht, por exemplo, havia estabelecido joint ventures, para a produção de avançados drones e mísseis no estado da arte, que competiam com o complexo militar industrial estadunidense. Além disso, a empresa de origem baiana, participava do complexo de produção de submarinos no litoral do Rio de Janeiro, que estava construindo o submarino nuclear brasileiro, armamento que poderia assegurar ao Brasil enorme poder de dissuadir qualquer ameaça militar ao país.

É importante lembrar que o método de “combate à corrupção” utilizado pela Lava Jato; de destruir as empresas e liberar os gestores do topo com suas fortunas (após a obtenção de confissões sob medida, via tortura); é único no mundo. Nos Estados Unidos e Europa os diretores responsáveis sofrem punições, deixando as empresas intactas, com seus ativos, contratos e, assim, elas mantêm os empregos dos seus trabalhadores. No Japão, os corruptos cometem sepuku, mas as empresas e os empregos sobrevivem. Na China, os criminosos são executados com um único tiro, para evitar despesas e as empresas prosseguem intactas.

Um exemplo é a Lockheed, empresa estadunidense responsável pelo maior episódio de corrupção da história, quando distribuiu propina para autoridades de meio mundo, para vender seus produtos. Descoberto o crime, dois diretores foram punidos, com penas brandas, os países prejudicados foram proibidos de processar os cidadãos dos EUA e a, hoje, Lockheed-Martin, é uma das duas maiores fornecedoras dos bilionários contratos de suprimento militar das Forças Armadas dos EUA. 

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O jornalista Luiz Nassif, do GGN, postou uma matéria esmiuçando as falcatruas, da família do ex-chefe da Lava Jato de Curitiba Deltan Dallagnol abriu diversas empresas e adquiriu imóveis de luxo na capital paranaense. O jornalista detalha “a expansão repentina dos negócios da família Dallagnol“, ex-chefe da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba. No dia 7 de novembro passado, o procurador Deltan Dallagnol pediu demissão do Ministério Público Federal. Houve duas especulações sobre a saída repentina. A primeira – desmentida por ele – é que sairia candidato a algum cargo eletivo. A segunda – repetida à boca pequena por adversários – é que teria dificuldades em explicar o aumento patrimonial ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). De fato, em setembro de 2018 – em pleno apogeu da Lava Jato – Deltan comprou um apartamento em um prédio de luxo de Curitiba, um por andar, pelo valor de R $1,8 milhão, pago em duas parcelas. O apartamento tem 393 metros quadrados, mais 4 vagas na garagem, totalizando quase 600 metros quadrados.

Dois anos depois, segundo levantou Joaquim de Carvalho no Brasil 247, um imóvel no mesmo condomínio estava sendo vendido por R$ 3,1 milhões. No dia 12 de julho passado, a esposa de Dallagnol arrematou um segundo apartamento no mesmo edifício Plymouth Hills. Pagou R $2,1 milhões em um leilão judicial. Especulava-se como iria bancar suas despesas, já que apenas com condomínios dos dois apartamentos chega-se a um valor superior a R$ 10 mil mensais. Como passou ocorrerem em Curitiba que davam conta que ele teria adquirido quatro franquias da Hering para sua esposa. Os boatos podem ter nascido das atividades de sua irmã, Édelis Martinazzo Dallagnol, fica-se sabendo que se trata de uma “extensão infantil da renomada Hering, voltada ao público de 0 a 16 anos. A marca é reconhecida pelas suas roupas de qualidade e extremo conforto, com produtos para que a criança viva na prática uma infância plena e saudável”. Foram abertas várias empresas, todas em nome de Élida, do pai Agenor Dallagnol e a mãe Vilse Salete Martinazzo Dallagnol. Fernanda Mourão Ribeiro Dallagnol – esposa, com quem Deltan é casado em regime de comunhão parcial de bens – abriu a empresa Delight Consultoria Gerencial e Empresarial Eirelli, adquiriu em leilão da Caixa Econômica Federal um imóvel de escritório, no Edifício Vega Business Center pelo valor. Todos esses negócios realizados em um mesmo curto espaço de tempo.

Segundo reportagem da Folha – “Em julho de 2016, Deltan trocou mensagens com a procuradora da República em São Paulo Thaméa Danelon sobre uma operação que ela estava coordenando contra o superfaturamento na aquisição de equipamentos para implante em doentes com mal de Parkinson. Após comentar sobre a melhor forma de divulgar a operação, Deltan sugeriu que a procuradora aproveitasse o tema de fraude na área da saúde para montar uma palestra para a empresa de planos de saúde Unimed, uma das que mais contratou o procurador nos últimos anos”. É possível que parte dos investimentos tenha sido bancado pelos pais de Deltan, que se envolveram em indenizações vultosas e polêmicas junto ao Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). É possível que não.

Segundo o portal “De olho nos ruralistas”, em 2016 foram efetuadas desapropriações de terras na Amazônia, já no governo Temer. Segundo o portal, o INCRA teria identificado irregularidades nas desapropriações e abriu processo para recuperar o dinheiro. Dos R $41 milhões liberados. pelo menos R $36,9 milhões foram para a família Dallagnol. em um total de 14 pessoas, incluindo eu pai Agenor.  O processo do INCRA contra Agenor começou em 5 de maio de 2020, no Tribunal Regional Federal da 1a Região e está pronto para decisão. No material divulgado pelo Intercept “Vaza Jato”. Deltan antecipava seus planos de montar novos negócios em nome de terceiros, para não despertar críticas. Ele e o colega Roberto Pozzobon montaram um grupo de WhatsApp exclusivamente para discutir os novos negócios. Nas discussões planejam uma empresa de eventos, mas colocado em nome das esposas.

Talvez essa história desta nefasta Operação Lava Jato, que destruiu quase 50% do PIB da nação tivesse sido barrada pelo STF, que se fez de surdo e mudos perante as atrocidades cometidas pela Operação em Curitiba, preferiram dar um tratamento de exceção ao ex-presidente Lula, foi um prejuízo foi irreversível como todos cidadãos que pensa um pouco chega a concluso dos fatos feitos pela trupe de traidores da própria pátria brasileira.

Para ele, o Supremo confere um tratamento de exceção a Lula, e não é a primeira vez que isso acontece. O ministro lembrou aos colegas que da última vez que o Supremo decidiu mudar os ritos e entendimentos já consolidados na Corte por causa de uma questão envolvendo Lula, o prejuízo ao ex-presidente foi irrecuperável: Lula passou 580 dias na prisão e impossibilitado de se candidatar a presidente da República em 2018.

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Em uma nação soberana, Sergio Moro, Deltan Dallagnol seriam considerados traidores da pátria julgados e condenados por ‘crime de lesa pátria’ em regime de exceção tal como agiam prendendo seus prisioneiros. Não há um cargo de tão alto poder e relevância como o de presidente da república, deputados federais, que decide o rumo da sociedade e da nação. No comando da Operação Lava Jato, eles trabalharam para demolirem os pilares de sustentação da economia brasileira, enfraquecendo deliberadamente a Petrobras desmantelando por total sua infraestrutura e poder de investimento, as empreiteiras, que juntas eram responsáveis pela cadeia produtiva mais dinâmica da nação. 

Uma reeleição de Jair Bolsonaro ou a vitória do ex-juiz parcial Sergio Moro representam um insuportável de destruição do Estado brasileiro, que penalizará, não somente os brasileiros, mas todos os povos da América Latina. Será uma das eleições mais importante para todo o Continente da América Latina. Decisões muito difíceis deverão ser tomadas, como uma aliança entre a esquerda e os liberais democráticos, situados ao centro como o ex-governador Geraldo Alckmin, Marcio França viabilizando uma grande corrente, não apena para eleger o Lula, desencadeando um movimento de salvação nacional, que derrote Bolsonaro, e bloquei as pretensões do ‘traidor da pátria’ Sergio Moro sabujo dos estadunidenses e, o que significa o deep state (Estado dentro do Estado) assumindo o comando da nação.

A vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhado por uma grande bancada no Congresso Nacional e leal ao projeto de governo a ser ainda apresentado aos brasileiros. É essencial para arrumar minimamente a nação, tão massacrada, desorganizada, empobrecida, economia em frangalho e, a sociedade em quase uma total desfragmentação social. Precisamos ficar atento nos bastidores da ‘Faria Lima’ e, das grandes corporações nacional e internacional, em manipulação tal como do #elenão, deflagados através de impulsão em grande escala de mensagens pelas redes sociais.

Sérgio Moro ex-juiz parcial, tem apoio militares do alto oficialato das Forças Armadas, general Etchegoyen, Carlos Alberto dos Santos Cruz, muito conceituado nas casernas, como o ex-juiz parcial também conta com o apoio do ‘deep state’ estadunidense, com quem tem relações estreitas desde ante da deflagração da Operação Lava Jato já na época do ‘escândalo do Banestado’ em Foz do Iguaçu/PR que também era responsável e, pode atrair o apoio financeiro. Portanto, é preciso expulsar do comando da nação esta aliança nefasta, comandada por BolsoMoro, neutralizar o traidor da nação brasileira.

Quando o tempo presente a realidade tem força da memória, a memória pode se prestar a instrumentalização da história, ao uso da história com finalidade política ideológica para o que se quer, para o que se busca. Assim como a história servi de base para construção política e construção ideológica, sempre se repete, sempre repetimos que indiscutível é o fato sim, mas a dependendo da possibilidade nem ele o fato. Porque a escolha do fato ao ser exposto, analisado é também subjetivo. Depende de quem e como olha o ângulo, a frase, a imagem, a edição corte e tudo mais. Uma frase nesses dias agora será e, é de olhares e analises até dia 2 de outubro do próximo anos, mesmo que o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) e, de algumas das esquerdas não seja o autor da frase ‘Lula’, certamente editores repórteres, editorialistas etc…, tomaram cuidado antes de escolher, injetar e analisar o projeto. O jornal espanhol ‘El País’ publicou entrevista com Lula com áudio e vídeo, conversou imprensa?

A história nos reverte aos anos de 2013 com grandes protestos e manifestações não vai ter a copa do mundo e algo mais. Pessoas vestidas de verde amarelo e até da camisa amarela da seleção brasileira, que tinha como o slogan ‘20 centavos’, gerou uma onda de debate de leis mais dura contra movimentos e tal. A ultradireita achou uma brecha para saírem do armário, dos guetos invisíveis da sociedade. Cooptaram blogs e redes socias de viés de direita, com o suporte da grande impressa corporativa e oligarca em vazamentos seletivos diuturnamente e, que tinham como a cereja do bolo atacar o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) e principalmente a Presidente da República do Brasil Dilma Rousseff. Cobrando leis mais duras no Congresso Nacional e pressionando o governo, a encampar essa pauta e tese da Lei de ‘Segurança Nacional’, era a solução para os protestos de rua; com discursos que girava em torno de endurecimento no combate aos movimentos sociais.

A presidente Dilma Rousseff (PT) se deixou ser levada pelos efeitos causados pelos protestos, que a cada dia se tornavam mais e mais violento com infiltrações de indivíduos estranho a causa, tal como dos “black bloc”, indivíduos mascarados e vestidos de preto, principalmente ao final de cada manifestação, destruindo tudo que tinham a sua frente, utilizando-se da propaganda pela ação para desafiar o establishment e as forças da ordem, eram muitos coordenados para serem apenas um grupo de mascarados reivindicando algo? Porém, talvez por falta de alerta de seus conselheiros a própria Presidente Dilma Rousseff, esqueceu que era ela a bola da vez. Com leis aprovada pelas duas casas legislativa (Câmara e Senado) e promulgada pela presidente do Brasil Dilma Rousseff, salve esquecimento foi sancionada conforme os grupos organizados de direita queriam. As elites junto com o poder judiciário passaram aplicar até a lei americana chamada de ‘Regime Change’. 

A arrogância e posição antidemocrática, intervencionista ao longo da história, independente do governante que esteva no comando da nação estadunidense, só mostra o que eles estão seciando o direito das nações escolherem seu próprio caminho. Não muda nada em relação à política imperialista. O governo Joe Biden (democrata), tem a cara de pau convidando o sub-reptício Juan Gerardo Guaidó Márquez, autoproclamado presidente da Venezuela. Que não tem nenhuma legitimidade e vai contra a maioria da sociedade venezuelana que voltaram sucessivas vezes elegendo seus representantes a nível municipal, estaduais e nacional e do próprio Presidente Nicolás Maduro Moros democraticamente.

O ex-presidente Lula disse que será ‘maravilhoso’, poder enfrentar o Sergio Moro de igual para igual, como candidato a Presidência. A gente vai poder conversar com o Moro sem a proteção da toga; pra dizer na cara dele que ele é mentiroso, que é falso. Entretanto, não vai ser minha prioridade. A minha prioridade e restabelecer a dignidade e a alta estima deste país, que ele ajudou a destruir. Tal como vem afirmando o Fernando Haddad: eleger Lula no primeiro turno é a forma mais segura de “sepultar de vez o fascismo pilantra de Bolso-Moro”. O ex-juiz parcial aos poucos vai revelando o quanto era juridicamente ‘fraco’, sem notório saber jurídico, como requer a qualquer juiz imparcial. Não se pode confiar em uma pessoa para quem se destacou apenas como um cão adestrados em destruir o inimigo político à serviço dos Estados Unidos, para aniquilar nossa economia, nossa infraestrutura da construção civil pesada e de gás e petróleo. O ex-juiz e sua trupe. São apenas uma alegoria, amuleto do império estadunidense. O Brasil pós golpe 2016, virou possessão, mais uma vez de um império.

O Brasil até no passado é incerto, quando mais se pensamos no presente e no futuro? – como explicar as ações das elites endinheirada da Faria Lima, das elites oligarcas e escravista, dos juízes, MP e Polícia, como parte desta anticorrupção operação Lava Jato e outras, há diferenças obvias sobre ‘como juízes, promotores/procuradores, policias se comportam no sistema judicial, quando de pesquisar e investigar a esquerda política’, usa-se o vigor da lei, mais quando forem seus parceiros, correligionário o contrário as beneficies da lei. Enquanto, o povo passa fome, Sergio Moro recebe salário do Partido Podemos de R$ 22 mil mensais para ser pré-candidato a presidente.

Matéria e Vídeo para reflexão do atual momento do Brasil:

Há muito ainda para ser desvendo essa telha de aranha chamada de “Operação Lava-Jato”, nasceu para tirar o Partido dos Trabalhadores excluindo da política brasileira.

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