Qual o mal que o ex-presidente Lula pode causar a nação brasileira?

O mal que o ex-presidente pode causar a nação brasileira, é ter provado que sabe administrar a nação. O mundo que conhecemos foi construído com base em habilidades, mas isso por si só não conta. Os brasileiros consideram Lula o melhor presidente da história da República do Brasil, apontaram o ex-presidente Lula, que governou o país entre 2003 e 2010. Relembra o que foi feito nos governos do presidente Lula e da presidente Dilma pelo bem estar da sociedade sem distinção de classes; nos governos do Partido dos Trabalhadores deixou um legado de inclusão e respeito às leis deste país. Lula disse – “Eu sou um cara que gosto de conversar com as pessoas, de ouvir as pessoas. Vou conversar muito ainda. Não tomo decisão sem pensar. Eu me preparo muito”. O Lula e Bolsonaro devem se enfrentar nas eleições presidenciais deste ano em outubro conformes pesquisas eleitorais. As últimas pesquisas de intenção de votos feita pelos institutos apontam que, se as eleições fossem hoje, Lula venceria todos seus concorrentes ao cargo de presidente em uns cenários possíveis no segundo turno.

O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) não se resume a apenas ao ideológico, considerado um dos maiores estrategistas políticos da América Latina. Não se pode negar sobre é sua habilidade como estrategista político, como vem demonstrando, surpreendendo até uma parte da esquerda. Tendo em vista uma eleição presidencial que se apresenta como uma das mais complexas dos últimos tempos. Num país devorado pela violência, pela desigualdade social, pelos preconceitos raciais e pela corrupção política, não podemos deixar a nação nas mãos destes conservadores da ultradireita comandarem a nação por mais quatros anos. Sobretudo, por causa de razões pelas quais o líder de esquerda lutou a vida inteira, inclusive no que concerne à sua incomparável história e capacidade de aglutinar adversários antagônicos, assim como ser um político de grandeza e com enorme talento para dialogar, administrar, realizar e concretizar programas e projetos que a direita sempre duvidou, até que o Lula assumisse a Presidência em 2003 a 2010 e saísse dela oitos anos depois com 87% de aprovação popular.

O tema do momento é a eventual eleição do próximo presidente do Brasil e, como combater os intolerantes com argumentos racionais, o escopo desse debate deve ser pautado no espaço público de como o próximo presidente irá dedicar para que se crie solução no sentido de união da sociedade, por um projeto de Estado e não de governo. Com o presidente Lula a sociedade vai ampliar o seu papel democrático que está ligado ao bem-estar coletivo, e não a atração de somente ao individualismo que o neoliberalismo vem pregando e aplicando no Brasil. O debate se faz necessário para ter um governo que contribua em vez de alimentar nossas tendências mais primitivas. Ajudar a fortalecer cada vez mais a democracia debatendo civilizadamente sobre a atual realidade brasileira, que é muito complexa.

Estamos tão divididos que há ameaça à democracia, ou simplesmente perdemos o senso e a razoabilidade. A checagem dos programas dos candidatos para a próxima eleição, ajuda a sociedade a tomar suas decisões, que tem um papel principal em uma democracia que é o aprofundamento das propostas políticas dos candidatos. A checagem é vital para desencorajar os falsos heróis políticos, de mentirem. Que a democracia exija ou não que os postulantes aos próximos cargos eletivos sejam capazes de trabalharem civilizadamente nas suas divergências ideológicas, e que trabalhem por uma nação justa e mais forte, independente, tanto politicamente como economicamente e não seja descomprometido com as causas sociais. Não esqueçam futuros postulantes aos cargos eletivos, são marcas e precisam formar identidade e conseguirem ganhar o consciente da sociedade.

Lula vem percebendo em sua sagacidade política, vem pregando a mensagem de união com antigos adversários políticos contra o mal comum representado pelo retrocesso civilizatório da gestão do Bolsonaro. Gostamos ou não, vivemos na era em que tudo depende das arenas públicas. O que também passa a valer para políticos, porque eles disputam preferências em um mercado social, que é de ser um representante da sociedade no campo da política e de elaboração de leis que regem a própria sociedade, como uma teia de aranha em que linhas de diferentes conceitos ideológicos se entrelaçam. Essa conexão se torna mais forte, quando se associa produzindo valor ao direcionamento e preferencial dos eleitores na construção positiva. Tal como, o ex-presidente Lula vem dizendo em sua andança pelo Brasil – “Vou precisar do povo, de gente que gosta de mim e de quem não gosta de mim. Não vou ser eu sozinho que vou consertar o país, vou precisar de toda a sociedade. Quero provar que precisamos governar diferente disso que estar aí”.

Luis Inácio Lula da Silva é o único dos presidenciáveis que têm condição de fazer a economia brasileira a voltar crescer em pouco tempo. O ex-presidente é não só o único, em condição de reconciliar a nação para liderar o processo de reconstrução do País pós governo do Bolsonaro. Lula todo mundo sabe como ele governa, que é responsável, e o que vai fazer a diferencia. O governo do Bolsonaro não fez nada para melhorar a qualidade de vida dos mais pobres e, ainda fez com que os moradores de ruas aumentassem. A construção civil será com certeza revigorada com Lula no governo e com um Congresso comprometido com as causas socioeconômica da nação. Ela será a fronteira da geração de emprego e renda para as pessoas com menos qualificações profissionais, dando oportunidade de emprego e, com isso criarem uma condição mais humana. Lula é uma pessoa que têm lutado para restabelecer o processo de democracia nesse país, ele tem denunciado constantemente o descalabro do que está acontecendo no Brasil. Não imaginávamos que a nação tivesse um retrocesso político e econômico tão drástico, na questão dos direitos humanos, na questão dos direitos dos trabalhadores, na questão dos valores de uma sociedade como a gente está tendo pós golpe de 2016.

O contrário do governo do Michel Temer, destruiu direitos da classe trabalhadoras e privilegiou o sistema financeiro. Já o presidente Bolsonaro promove exclusão e destila ódio, ele entregou as terras e as comunidades indígenas ao agronegócio e tirou a população LGBT das diretrizes de Diretos Humanos do Brasil. Diante de quadro tão desfavorável e a possibilidade real de o Brasil voltar à estaca zero no que diz respeito à inclusão social, torna-se urgente a necessidade de resgatar o imenso legado deixado pelos governos do PT para diminuir o abismo existente entre privilegiados e excluídos. Para Lula, “avançar na conquista dos direitos humanos significa exercer mais democracia, significa exercer mais justiça social, significa valorizar os pobres deste país”.

O ex-presidente Lula ciente de tudo o que fez pelo país, cujas conquistas foram ampliadas e fortalecidas também pela sucessora Dilma Rousseff, Lula apenas constatou o que levou para dentro do Palácio do Planalto, uma política de inclusão e respeito aos direitos humanos sem precedentes na democracia nacional. Desde o primeiro ano do governo Lula até o golpe em 2016 no segundo governos Dilma Rousseff, trabalharam duro para criar uma lista imensa de medidas contra crimes de homofobia e a favor dos direitos das mulheres e da população LGBT. A primeira ação efetiva foi a criação do programa “Brasil sem Homofobia” em 2004 para combater a violência e a discriminação a partir de políticas de direitos humanos, Lula criou o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM), que atua no atendimento direto às possíveis vítimas e às suas famílias.

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva em 2006 sancionou a Lei Maria da Penha, considerada pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra as mulheres. Entre muitas medidas, a lei federal passou a prever também a união homoafetiva feminina. Dilma Rousseff em 2013 promoveu alterações no Sistema Único de Saúde (SUS), que passou a contemplar o atendimento completo para travestis, transexuais e transgêneros, como terapia hormonal e cirurgias. A identidade de gênero passou também a ser respeitada, com a inclusão do nome social no cartão do SUS. Teve como principal diretrizes de 2003 à 2013 o combate a escravidão de mais de 40 mil trabalhadores que foram resgatados de situações análogas à escravidão. Tendo como destaques das ações de prevenção e combate ao trabalho escravo é a elaboração da chamada “Lista Suja”, que relaciona nomes de empregadores condenados no nível administrativo pelo uso de mão-de-obra escrava, restringindo-lhes o acesso a créditos junto a bancos oficiais.  Em junho de 2014, o Congresso aprovou a Emenda Constitucional 81 (PEC do Trabalho Escravo), que prevê o confisco de propriedades rurais e urbanas que possuem trabalhadores submetidos à escravidão. A PEC ainda aguarda regulamentação.

O ex-presidente Lula no dia 17/02 ao conceder uma entrevista à Rádio Progresso FM de Juazeiro do Norte (CE) disse que o papel de um presidente da República é de harmonizar a relação entre os estados, e municípios da federação brasileira não é de atacar prefeitos e governadores, como faz o presidente Bolsonaro. “Em vez de ajudar, ele começa a criar discórdia onde só deveria haver concórdia”, disse Lula. Em vez de procurar uma aproximação cordial, começa xingar, começa a provocar estes representantes. O ex-presidente ressaltou que conversar com os gestores municipais e estaduais é importante para compreender as necessidades locais. “A vida da gente começa na rua da gente, no bairro da gente, na vila da gente, na cidade da gente. O Brasil vai estar bem quando as cidades estiverem bem, os Estados estiverem bem e o povo estiver bem”. finalizou o presidente Lula.

Nada diz mais sobre o Brasil, sobre o que somos há muito tempo, Lula já foi hostilizado pela classe média, pela proprietária, pelos ruralistas. Quando fazemos uma reflexão do que ele passou foram acontecimentos de uma sucessão de atentados até contra a vida dele e de seus correligionários políticos. Tem notória força política e que por isso seu uso no debate público talvez tenha muita importância. Em nem um momento o ex-presidente reclamou de hostilização a ele e ao Partido dos Trabalhadores, simplesmente ele quer construir junto a sociedade uma forma de poder governar esse país com harmonia. A escalada da violência na política brasileira demanda muito reparos e observações, porquê ainda existe cidadãos que se opõem ao presidente Lula.

Começo, então, com a pergunta que não quer calar, com a pergunta que, talvez, seja a mais importante de ser feita no atual momento da história do Brasil, por que as elites deste país não querem o Lula na presidência do Brasil outra vez, tentam a qualquer custo criarem outras vias para sucederem o atual presidente. Nem de longe Lula foi um Presidente revolucionário, nem de longe atacou o sagrado direito de propriedade privava. As elites brasileiras não perderam dinheiro nos governos de Lula. Muito pelo contrário, ganharam muito. De onde vem todo esse ódio? O ódio a Lula e ao Partido dos Trabalhadores é arcaico, deita suas raízes nos velhos valores aristocráticos, pré-modernos, na lógica da Casa Grande, em uma racionalidade de tipo antigo, sei que é difícil reconhecer!

Lula é a maior instituição política da história do Brasil; acham que uma instituição pode ser destruída pelo ódio nojento desta classe, que só olha para o próprio umbigo. Todos os brasileiros e brasileiras terão que conviver com a instituição Lula queiram ou não. Ninguém mais faz política no Brasil sem passar por Lula, seja para negá-lo ou para reivindicar o seu legado. Lula acredita e aposta na conciliação da nação, e tem como meta principal ajudar os mais pobres, de que é possível distribuir renda para os mais pobres sem contrariar os interesses dos grandes capitalistas. A classe média mais uma vez foi lesada, quando acreditou que a “Operação Lava Jato” seria de fato republicana e não partidária, todos aos poucos vem sentido na própria carne seus efeitos nocivos, não há nenhum motivo para as elites brasileiras odiarem Lula.

Nos governos do Partido dos Trabalhadores Lula/Dilma os grandes empresários, agronegócios foram tratados com muito carinho. De onde vem esse ódio?  Talvez porque ousou governar para todos sem distinção de classes. É por causa da corrupção? Não, não tem nada a ver com corrupção. Há outros políticos notoriamente corruptos que não despertam o mesmo ódio. Nunca é demais lembrar que os mesmos que hoje odeiam Lula aplaudiram Eduardo Cunha e votaram em Aécio Neves. O problema dessas pessoas nunca foi a corrupção. Principalmente em um país em que a política foi assunto a ser tratados entre iguais, entre oligarcas.

A aristocracia brasileira jamais vai aceitar sentarem a mesa com o trabalhador. Eles sentem nojo da ralé, para essa classe o mais importante é a distinção. Quando a empregada usa o mesmo perfume que a patroa, quando o filho do porteiro começa a estudar na universidade, é o regime da distinção que está sendo abalado. Quando eles ver que seu filho e o do trabalhador braçal está na mesma sala de aula na universidade, eles são iguais, são estudantes. O absurdo está aqui. O ódio vem daí. Nossa tragédia é outra, é a tragédia de uma sociedade de modernização incompleta, forjada no escravismo e controlada por uma elite historicamente comprometida com o atraso.

O Brasil será mais forte no plano nacional/internacional com uma eventual vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-presidente vem alertando que é preciso muita cautela nos próximos meses, pé no chão, que a disputa será bem mais apertada do que o cenário de hoje. Lula é o favorito nas pesquisas de diversos institutos para ganhar a eleição presidencial, mas que o jogo não está ganho, conforme seu próprio entendimento. A grande mídia está focando em federações, coligações, montagens dos palanques. Entretanto, pode estar em curso, silenciosamente, uma recuperação do Bolsonaro muito além de jogadas espertas de marqueteiros. Será uma batalha árdua no combate deste desgoverno do Bolsonaro.

O que atualmente vem ocorrendo e vem revelando uma mudança de ventos a favor do ex-presidente, que nasce como uma Fênix após anos de linchamento público e uma prisão política de quinhentos e oitentas dias. O jogo não está ganho; a disputa será voto a voto com o Bolsonaro. Não acredito que nem um nome da chamada terceira via, a começar pelo Ciro, pelo patético ex-juiz parcial venham demonstrar algum crescimento. Tudo isso, está no calor da luta política. Não há dúvida de que Lula é hoje o favorito para as eleições de outubro. Mas a vitória só será conquistada se for feita uma ampla mobilização da sociedade em pró do ex-presidente, esquecendo o lado ideológicos. Lula é um dos maiores estadistas vivos no mundo. E porque todo mundo sabe que Lula é um grande democrata, sabe entender o que é o povão, gerando empregos, sabe conduzir a economia do País e dos Direitos Humanos.

Infelizmente, a degradação das normas para o discurso e debate público será um dos legados mais duradouros desses oligarcas udenistas e arcaicos capitalistas. Os jovens de hoje estão sendo introduzidos na política em um clima de abuso verbal e polarização que teria sido impensável no passado. O uso de dados para explorar emoções como ódio e medo será ainda mais comum nessa eleição e em futuras? A propaganda política online está ficando cada vez mais sofisticada e extrai o máximo não só do progresso tecnológico como do campo das ciências cognitivas. É claro que a política sempre foi baseada na exploração de emoções como ódio e medo, mas esta é a primeira vez que ela pode ser feita cirurgicamente, atingindo as pessoas uma a uma e enviando precisamente a mensagem certa que ressoará entre elas. Durante a campanha do Brexit, a equipe responsável pela saída do Reino Unido da União Europeia foi capaz de dizer aos amantes dos animais que a União Europeia não protege animais o suficiente e aos caçadores que os protege demais, a sociedade acreditou!

A mera dimensão econômica como teimam em fazer tantos liberais. Apontando os fenômenos socioculturais que vão desde o berço em ambientes familiares privilegiados à preparação ao ambiente competitivo como determinantes do futuro de sucesso ou fracasso social. É preciso uma reflexão e a tomar responsabilidade pelas classes esquecidas e abandonadas e, só há um meio de recuperar esse desastre social, a vitória dos progressistas no Congresso e na presidência da República com Lula, essa é a única maneira de atingir a tal almejada igualdade social, ou ao menos diminui . Muitas vezes menosprezamos as práticas ilegais que fazem os ricos pagarem menos impostos e ainda serem credores da sociedade por meio da dívida pública. Em especial, a desregulamentação do mercado. No Brasil, estima-se uma evasão fiscal que ronda em mais de 520 bilhões de dólares. Número 500 vezes maior do que o valor recuperado pela operação Lava Jato na Petrobras.

Somos aptos em discutir sobre democracia versus fascismo, sem enxergar que boa parte da população já vive em fascismo prático de violência e exclusão social. Podemos cita que a população empobreceu supostamente, não pelos 280 milhões de Sérgio Cabral desviados e descobertos pela Operação Lava Jato, atos condenáveis por si só, mas pela campanha de criminalização da Petrobras, cujos Royalties a nação brasileira dependia para obras de infraestrutura, geração de empregos e pagamento de servidores públicos. O país como um todo dependia da capacidade de investimentos da Petrobras, que chegou a representar 50% do investimento público nacional. Essa perda é na escala de centenas de bilhões de reais, montante suficiente para empobrecer e desempregar populações inteiras. Afinal conseguiremos que executivos, e não empresas e a população, sejam punidos por corrupção?!

O Brasil de hoje é tratado como se fosse pária na política internacional, ninguém quer vir aqui, ninguém tem prazer em receber o presidente do Brasil, porque ele não fala em democracia, não representa a democracia. Ele representa fake News, representa uma coisa que a gente não estava habituado a ver na história política do mundo e que começou muito fortemente com o ex-presidente Trump, nos Estados Unidos e em vários país, onde governantes de extrema direita foram eleitos e assumiram nações com programas hostis aos mais pobres. No Brasil o Bolsonaro também representa essa parcela de governantes. Um presidente que montou um governo que não tem nenhuma preocupação em responder às ansiedades do povo brasileiro, as ansiedades da sociedade brasileira com emprego, com saúde, com estudo, com cultura, não respeitam os valores elementares da democracia.

Brasil tem a segunda pior taxa de desemprego do G20, a falta de ocupação da população economicamente ativa virou um problema persistente. Já são mais de cinco anos, desde 2016, com desemprego acima de 10%. Após o golpe do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, duas medidas principalmente prometiam a retomada do crescimento e o aquecimento do mercado de trabalho. A primeira delas, sob o governo de Michel Temer, em 2016, a “Emenda Constitucional 95”, conhecida como “Teto de Gastos”, prometia equilíbrio fiscal nas contas do governo, o que resgataria a confiança do mercado. Congelaram os gastos públicos, inclusive os investimentos, por 20 anos, engessaram a nação. Ainda sob Temer, mas no ano seguinte, a “reforma trabalhista Lei 13.467, de 2017” seria diretamente responsável pela criação de até 6 milhões de empregos, segundo seus defensores. Ambas fracassaram, especialistas da areia econômica vem afirmando que essas duas medidas foram fundamentais para o atual quadro de estagnação econômica e social do país.

Do Teto de Gastos, os investimentos públicos em infraestrutura, por exemplo, caíram para o menor patamar da história. A “reforma trabalhista” contribuiu para a ampliação da informalidade. Além disso, a renda dos trabalhadores brasileiros não para de encolher e está no menor nível desde 2012. O crescimento do emprego está mais relacionado com a dinâmica econômica, e menos com o arranjo jurídico nas contratações. A tal reforma ia reduzir o custo do trabalho e, com isso, as empresas iriam contratar mais de acordo com a teoria econômica pré-keynesiana que não funcionou. As empresas não contratam mais trabalhadores porque está mais barato, contratam quando precisam aumentar sua produção, para isso, tem que ter demanda. A reforma trabalhista tem ligação direta com a redução da massa salarial. A legislação liberou formas mais precárias de contratação, praticamente legalizando a informalidade.

Portanto, o que realmente aconteceu foi o efeito dominó. Na medida em que temos menos pessoas inseridas no mercado de trabalho formal, a renda total disponível é menor. Isso faz com que diminua o poder de consumo, essa redução do salário real não leva ao aumento da demanda de trabalho. Porque simplesmente não gera demanda pelos produtos das empresas, seja do setor industrial, seja do setor de serviço. Outro impacto importante para a queda da renda da população, foi o fim da política de valorização do salário mínimo, interrompida durante o governo Temer e abandonada de vez por Bolsonaro.

Lula vem afirmando que o Brasil precisa de um governo que governe para todos, principalmente para as pessoas mais humildes que estão esquecidas, esses políticos que representam a nobreza, só lembram dos pobres em época de eleições. Quando as eleições passam e são eleitos, eles esquecem do povo pobre. Em um país de mais de dez milhões de desempregados, o petista disse apostar na transferência de renda como motor de crescimento. “Normalmente quando você entrevista um candidato, ele vai dizer: ‘nós vamos criar uma política de desenvolvimento que vai gerar emprego’. O que faz gerar emprego é um pouquinho de dinheiro na mão do povo. Ninguém vai fazer uma fábrica se o povo não tiver poder de consumo, ninguém vai fabricar sapato se o povo não puder comprar sapato. Então o que nós queremos é colocar o povo pobre no orçamento e o rico para pagar imposto de renda, sobretudo quem vive de dividendo”. Será preciso fazer uma análise profunda, coadunando com o que a nação está passando ou, mostrar a estrada pela qual a sociedade que passar. Talvez seja uma das nossas características mais fatais; pois existirá coisas mais absurdas do que querer carregar sempre o fardo da reconstrução, há cada mudanças de governos, devido os privilégios da elite oligarca e arcaica brasileira, os donos de tudo, e o povo, de nada. 

Lula vem alertando a sociedade brasileira e mostra indignação com a longa trajetória de golpes de Estado na História do Brasil e disse que isso sempre acontece quando um governo quer melhorar a vida do povo. Lembrou dos golpes contra Juscelino, João Goulart, Dilma e Getúlio. É sempre assim. Eu poderia falar e listar os episódios envolvendo Juscelino Kubitschek, João Goulart, Getúlio Vargas, Dilma Rousseff e da minha prisão no âmbito da Lava Jato. A verdade é que deram um golpe e não deixaram Juscelino ser candidato outra vez. Só porque o Juscelino queria construir uma república livre e soberana. Em seguida ele falou do golpe mais recente, em 2016, contra Dilma Rousseff (PT). Cassaram a Dilma, depois não me deixaram ser candidato em 2018. Não deixaram o João Goulart governar deram um golpe com o apoio do estadunidense. Fizeram o Getúlio se matar. Toda vez que há um avanço na sociedade. Toda vez que tem um governo para melhorar a vida do povo, aparece a desgraça de um golpe. É sempre assim. E sempre com o apoio da elite brasileira, desses vassalos do império, daquele que querem tirar direitos do trabalhador. O País só não se tornou uma potência econômica mundial por ser submisso a interesses internacionais e vítima de constantes golpes. Essa mentalidade de colonizadores, como é a da nossa burguesia capitalista, faz o Brasil não ser uma potência mundial.

2 comentários em “Qual o mal que o ex-presidente Lula pode causar a nação brasileira?

  1. From afar I followed Brazilian politics and what is certain is that Bolsonaro did nothing for the people. I am a person who is always on the side of the people and I can’t stand when politicians, instead of thinking about their country, think about themselves and the elite class.

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