A Globo e a grande mídia corporativa fez a diferença na destruição da economia brasileira!

Qual foi e é a influência da mídia corporativa e oligarca brasileira na opinião pública, e do porque esses meios de comunicações corporativos brasileiro ajudou a destruir a economia. Com espiral do silêncio homogêneo principalmente no controverso caso da Lava-Jato, deixando de dá publicidade aos fatos que foram revelados pelo Site Intercept Brasil que tinha como editor responsável o jornalista Glenn Edward Greenwald escritor, advogado especialista em direito constitucional dos Estados Unidos e jornalista norte-americano, radicado no Rio de Janeiro desde 2005. Para o jornalista, que coordenou e passou a divulgar, a série de reportagens conhecida como “Vaza-Jato”, denunciou de que o então Juiz Sérgio Moro é mais perigoso para a democracia brasileira do que o presidente Jair Bolsonaro, que o ajudou a vencer a eleição de 2018 para o executivo.

Isso porque, se eleito ou fosse indicado para o Superior Tribunal Federal, o ex-juiz teria menos resistência do establishment do que Bolsonaro, o que lhe permitiria concretizar com mais eficácia os seus projetos, decorrentes de uma “mentalidade completamente autoritária” e serviente ao sistema que se criou pós golpe de 2016 com o afastamento da Presidente Dilma Rousseff (PT) e a condenação e prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A população precisa ficar ciente que estes meios de comunicações de massas contribuíram para a desestabilização da economia e do campo político brasileiro, eles ajudaram o atual Presidente a se eleger. Mais, atualmente querem descartar o Presidente Jair Bolsonaro com a mesma narrativa da época da Presidente Dilma Rousseff. Portanto, eles fizeram parte ativa do processo de destruição da nação desestabilizando as instituições pilares da República do Brasil, tanto no campo político ideológico como no socioeconômico. Essa grande mídia de massa simplesmente desempenharam o papel de disseminação de que a política era um entre de corruptos.

Mídia essa administrada, financiada e organizada por grandes corporações nacionais e internacionais que tinha como principal objetivo destruírem as empresas nacionais da engenharia e construção pesada e do complexo de gás e petróleo brasileiro. Passaram apenas a desenformar a população, a espalhar notícias e informações negativas. Hoje já se pode afirmar categoricamente como funcionava e quais eram o objetivo, a serem atingido pela Operação Lava-Jato com sede na Capital de Curitiba Paraná, que tinha como responsável o então Procurador responsável pelas denúncias Deltan Dallagnol e uma equipe de procuradores sob a responsabilidade do então Juiz Sérgio Moro que foi condenado pelo Superior Tribunal Federal como parcial. O que em troca deu origem a um conflito de interesses escusos.

Essa perspectiva nos diz como a mídia pode agravar as divisões que ainda persiste existir na sociedade. Tendo como a teoria do Gatekeeper (porteiro) como base nessa analise pode-se ver qual foi o real papel da grande mídia corporativa, decidiram não informar os fatos e passaram a desenformar a sociedade, do que o público pode e o que não pode tomar ciência sobre o que vinha ocorrendo nos corredores escuros dessa organização em Curitiba, decidiram por unanimidade o que era importante e o que não era importante e, finalmente, decide como e de que forma uma história deve ser contada. Resumindo, a informação que chegava ao público era específica, seletiva e passava pelo crivo da censura e de editores que era tidos como filtros por seus patrões antes de serem publicadas. O povo só conhecia sobre essa organização de forma indireta, através de vazamentos fornecido pelos responsáveis da operação a grande mídia corporativa. Que tinham como o princípio de que os cidadãos não passam de um mero espectadores de teatro, que chegam depois do terceiro ato e vão embora antes da cortina se fechar; decidiam em telejornais quem era o herói e quem era o vilão.

Fatores que influenciam o comportamento da sociedade em sua maioria, de forças sociais e políticas. Também podem ser ditos como restrições à informação ou da censura. Esses fatores influenciaram partidos políticos, organizações governamentais e não governamentais da sociedade. Onde jornalista que em tempo passado desempenharam papeis importantes na derrubada da ditadura que tive vinte e um anos ativa. Esses mesmos jornalistas decidem se devem ser éticos ou não. A questão da noticiabilidade, dos valores editoriais e políticas de notícias quando uma informação passara está nas mãos dos proprietários e dos editores dessas organizações com um único objetivo, fazerem o trabalho sujo e convencerem a população aceitarem o jogo.

Passaram a trabalharem e desempenharem um papel importantes na condução do projeto de poder, não tinham mais comportamento éticos ou moral divulgavam o que interessava há estes senhores justiceiros, publicavam tudo que vinha da Lava-Jato sem nem uma checagem dos fatos, se eram verdadeiros ou falsos. Portanto, tudo ficava e acabava na escolha que os operadores que em nome da justiça queriam condenarem e excluírem do campo político, de acordo com a demanda e o interesse de cada um. Observem como eles sabiam tirar partido de tudo que ia ao conhecimento da sociedade, almas vis, que citavam as coisas que interessava ao grupo que tinha se apoderado da justiça, era como o biltre de sorriso ameno, ou uma bela maçã podre por dentro.

Mais, ao fundo só representava a farsa! E suas teorias conspiratórias a Globo e a grande mídia fizeram a diferença na destruição da economia brasileira, dando ideia e cooptando mentes de seu público do sobre o que poderiam pensar, davam e continuam dando informações a população de como devem seguir suas agendas políticas. Isso simplesmente mostra à mídia o quanto suas notícias afetaram ou criaram um impacto no público e os ajudaram a definirem qual deveria de ante mão condenarem esse ou aquele político, porque eles representavam uma classe de corruptos e ladrões da nação. Com teses sobre aspectos do que a população deveria seguir sem contestação que influenciava na sociedade que era preciso ser excluído do meio político por não concordarem com sua agenda de subserviência ao poder econômico financeiro nacional e internacional.

Influenciavam grupos e indivíduos, eles se concentravam em como suas informações deveriam influenciar essa parte da sociedade. Mostra do quanto foram apocalípticos criando o herói juiz que fez a diferença na destruição das empresas de construção pesada e da de gás e petróleo do Brasil em pró das estrangeiras.  A sociedade foi ensinada a se adaptar ao quadro de referência dado por essa organização midiática. Continuaram falando sobre o campo político e incutindo na mentalidade da população que tinha a mídia corporativa como sua própria imagem. A mídia preparou o palco para que o público passasse a seguirem sem contestação do plano proposto da alta destruição do campo político contrário aos seus ideais ideológicos e de valores morais e padrões éticos, que foi a Operação Lava-Jato.

Isso criou interesse no público e eles tenderam criar e formar opiniões favoráveis. Forneceram só informação que tinha como objetivo destruir a união de um projeto de governo. Com o poder a derrubada do governo da Presidente Dilma Rousseff e a condenação de ex-presidente Lula e sua exclusão da política brasileira. Na medida em que essas teorias foram sendo seguidas pela maioria da sociedade, as informações serem absorvidas, mesmo sendo falsas e tendenciosas. O grupo atuou a incutir nas mentes a mentira. Entretanto, não imaginaram que a farsa do então ex-juiz parcial Sérgio Moro e sua escumalha de procuradores sob o comando do então ex-procurador Deltan Dallagnol, que até aquele momento fazia a diferença destruindo a economia brasileira. Como todos já sabe de que não há nada infinito neste universo de farsas e, que nada dura para sempre ou se movem em uníssono.

O herói anti-Lula fabricado por uma mídia asquerosa e por não dizer de torpe, criaram a própria imagem na figura de o ‘salvador’, o personagem perfeito, a figura exata que por algum tempo se traduziu em o estereótipo do herói da história ao combate a corrupção e ao ideológico. Para a classe média era o que bastava para saírem as ruas com suas bandeiras e suas verdes roupas com lema agora vamos destruir os corruptos comunistas que se apoderam do Brasil. Construíram símbolos tão ridículos quanto quem patrocinavam esses eventos, tal como o patrocinado pela ‘FIESP’ do pato amarelo e de quem iriam pagar a conta, construíram símbolos da ética e da moral em um falso perfil de argila de segunda classe e que está sendo corroído e virando pó, da “República de Curitiba, aqui se cumpre a lei”, frase essa que alguns meios de comunicações brasileira tinham como verdade absoluta, estão aos pouco sendo diluída pelo tempo a do falso mito. A fatura chegou, o pato sumiu, o povo é que estão pagando a conta.

Noam Chomsky: “Os cinco filtros da mídia de massa” – A mídia de massa hoje exerce forte controle da mente das pessoas e influenciam a opinião pública. É responsável pelas opiniões que as pessoas têm sobre o mundo em geral. A mídia hoje, não consegue permanecer meros observadores neutros, mas, em vez disso, exerce forte influência através de suas análises e reportagens. O que muitas vezes confundimos com a realidade não é nada além de uma realidade construída por essas organizações mediáticas. Essa realidade construída simplesmente o que a mídia quer que conheçamos e acreditemos. Como todos ser que tem noção tempo analisa a moeda, face/coroa, os dois lados da mesma, mas a mídia só nos mostra o lado que eles querem que vejamos; um que é mais conveniente para eles e funciona a seu favor. Então, nesta “Nova Era da Mídia”, qual é o papel exato da mídia em influenciar a opinião pública? Para isso, é importante entender o que leva à supressão da verdade e aos fatores que afetam a notificação e análise. Este artigo de Noam Chomsky e Edward Herman nos leva a entender o papel da mídia contemporânea e suas coberturas sobre determinados fatos ocorrido globalmente.

Noam Chomsky está nos dando e fornecendo uma estrutura eficaz para analisar o funcionamento da mídia. explicando em detalhes o que eles querem nos incutir. Através da propaganda massiva diuturnamente, como nos afeta seus vieses editoriais em nosso dia-a-dia. Isso nos ajuda a entender como as notícias são estruturadas. E como as populações são manipuladas e como o consentimento para políticas econômicas, sociais e políticas partidárias e de Estado, fabricando na mente do público devido sua incursão. Ele vê “a mídia privada como empresas interessadas na venda de um produto para leitores, telespectadores e ouvintes, em vez de notícias de qualidade para o público”. Isso significa que as mídias corporativas estão mais interessadas em maximizar seu lucro nesta sociedade capitalista, em vez de dar ao público fatos e notícias de qualidade. Nada mais é do fazer com que o público aceite a informação como fato e absoluta verdade, muitas vezes medos artificiais são criados para o público. O filtro anticomunismo também é chamado de filtro “medo do inimigo”. Ultimamente, a mídia tem sido frequentemente acusada de encorajar o vigilantíssimo público.

Voltando ao assunto no qual coloquei-me a escrever – o que a grande mídia corporativa e oligarca, como as Organizações Globo, Folha de S.Paulo, Estadão e outras fizeram. Eles construíram o ex-juiz parcial Sérgio Moro como herói, o caçador de corruptos, o antipolítico. Seu auge foi do grampo irregular da conversa da Presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula. “A louvação de Moro como herói nacional – Moro manda prender”. Com o tempo a mascará que a grande mídia usava para ocultar o falso herói caiu, para além daquilo que o país passou a conhecer pós revelação do “Intercept Brasil” a época comandada pelo jornalista Glenn Edward Greenwald. Que se tratava de um juiz que se julgava acima da lei, que pregava o desrespeito à “Constituição Federal” ao defender o grampo e divulgação ilegal que cometeu contra a figura institucional do Presidente da República, como fez contra Dilma Rousseff. Fez isso com a tranquilidade de bandoleiro que confessa um crime diante das autoridades e das câmeras de televisão sem qualquer preocupação com o ordenamento jurídico do país.

Usou a mídia e de vazamento para a imprensa em conluio com a Globo e demais veículos da grande mídia. Na verdade, a mídia hegemônica tinha como compromisso blinda-lo de suas ilegalidades perante a opinião pública e manipular a justiça, com objetivos políticos. Moro já deveria ter sido condenado e preso. “Em qualquer país do mundo, dito de democracia avançada, uma pessoa que gravasse o presidente da República sem autorização seria presa”. Julga-se inalcançável pelas leis brasileiras e, crê na sua própria impunidade. Esses conglomerados midiáticos invadem nossos lares a todo momento e incessantemente nossas vidas, nossas privacidades e etc. É necessário fazer uma distinção entre notícias confiáveis e não confiáveis, entre mídia informativa e aquela que tem apena compromisso com em desenformar as pessoas, em seções disponíveis nas linhas de rádio, televisão, imprensa e redes sociais em geral.

A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva na ONU é uma derrota fragorosa do jornalismo da Globo e seus aliados da Lava-Jato, fica exposta para o mundo como essa mídia golpista e persecutória tinha lado, e desinformava a sociedade. A Globo e seu departamento jornalístico negando-se a noticiar a decisão da ONU. Uma decisão histórica e uma das mais importantes da cena dos direitos humanos internacionais. O comitê da ONU conclui julgamento que a operação Lava-Jato violou direitos do ex-presidente Lula, na quinta feira dia 28/04, pois ele não foi julgado por um tribunal imparcial. Comitê formado por 18 especialistas independente, analisaram queixa apresentada pela defesa do ex-presidente – o comitê considerou que os fatos ocorridos não se cumpriram-se o elemento objetivo do requisito da imparcialidade. Foi mais uma vitória de quem acredita no Estado de Direito e na democracia.

Juízes internacionais independentes e imparciais ouviram todas as evidências e chegaram à conclusão de que o então juiz Moro foi totalmente tendencioso na condenação. Foi parcial no processo e na sua conduta, assim como dos promotores, violaram o direito à presunção de inocência. A verdade custa mais não fica oculta e embaixo dos tapetes; a operação Lava-Jato com sede em Curitiba monopolizou o debate nacional através da mídia corporativa nacional de uma maneira tão aguda, se propuseram de ante mão julgarem e condenaram sem o direito ao contraditório. Condenaram e fizeram de tudo para destruírem a imagem do ex-presidente Lula junto a sociedade.

Eram juízes, promotores acusadores e aos mesmos tempos julgadores, eram encarregados de darem o ultimato condenando o ex-presidente através dos meios de comunicações corporativos e oligarcas brasileiro, ante mesmo de ser levado ao julgamento pela justiça da República de Curitiba em um tribunal de exceção. Um enredo que atualmente põe a mídia corporativa e até o judiciário em uma saia justa. Tudo parece invertido, às vésperas de mais uma eleição, o principal preso político pela operação segue líder. Esses detratores da lei foram tratados por grande parcela de sociedade como heróis e responsáveis por implantares a pauta anticorrupção no país, hoje passa por párias e revisão profunda dos seus efeitos e dos seus próprios conceitos justiceiros.   

O que a mídia lavajatistas pode aprender com a confirmação da parcialidade do então juiz Moro e da força tarefa do MPF/PR, quando o comitê de Direitos Humanos da ONU decide que Lula teve seus direitos violados e que o Estado brasileiro deve reparar os danos a ele causados, está, na prática, fazendo uma grave denúncia. Diz de forma bastante clara, que Lula foi vítima de uma farsa judicial praticada em desacordo com as normas garantidoras de direitos civilizatórios elementares. A ONU foi incisiva em considerar o ex-juiz em suas fragrantes incompatíveis decisões em condenar o ex-presidente sem prova, como parcial. Mas o jornalismo lavajatistas sempre fez questão de silenciarem da inocência do Lula e, que a verdade vicejasse. Causa indignação que a mídia corporativa entre 2014 e 2018 blindaram esses detratores da lei e da ordem, transformados em pop star.

Lula passou seis anos sendo capa de jornais e revistas ocupando horas e horas dos telejornais, acusado de corrupção, com base nas ações penais conduzidas por Sérgio Moro, Deltan Dallagnol. Que tal, mídia golpista agora terem a hombridade em fazerem uma meia culpa decente pelos ocorridos no transcorrer da famigerada operação lavajatistas, de informarem falsidade dos fatos noticiados e debatidos por horas em suas Organizações mediáticas massivamente contra o ex-presidente Lula. Foi preso por mais quinhentos e oitentas dias em uma cela do complexo da Polícia Federal em Curitiba, por uma farsa judicial reconhecida pelo Superior Tribunal Federal (STF) e, agora pelo mais alto comitê de direito humanos da ONU. A tal farsa contaminou o resultado eleitoral em 2018, visto que essa tramoia mentirosa tirou Lula, a época líder de todas as pesquisas eleitorais e que poderia até ganhar a eleição para Presidente da República do Brasil já no primeiro turno.

Mas, essa mesma mídia, cobra tanto a autocrítica dos Partidos políticos, agora se esconde sobre os escombros da Lava-Jato. Imprensa que fez questão de esconder a anulação dos processos viciados do ex-presidente pelo Superior Tribunal Federal (STF) e, pouco fala sobre os danos causados a um cidadão brasileiro que ficou quase que dois anos trancafiado injustamente numa sala de poucos metros quadrados. A mídia golpista demonizou Lula até vê-lo preso, foi a mesma após a soltura do Lula e a anulação dos processos, insistiram em insinuar de que o ex-presidente Lula não é inocente, fingem em não querer saber que pela ‘Constituição brasileira’, qualquer cidadão sem sentença transitada em julgado é inocente.

Ou vão continuar com a farsa narrativa que a ONU não tem competência e não vale nada. Até onde irá esses colunistas órfãos do então juiz parcial, o super herói. A história não se deixará ser esquecida, sempre será relembrada como farsa, que nosso sistema de justiça precisa ser melhorado e ter “justiça e não injustiça”, que as instituições encarregadas do sistema judicial sejam imparciais, não tenham lado, que lutem pelo que é justo.

O ex-juiz Sérgio Moro e o ex-procurador Deltan Dallagnol que sirvam de exemplo para que não passemos por mais um vexame de proporção internacional de parcialidade e de cunho ideológico do sistema de justiça. Não passaram de uns desmoralizados e apequenados. Não há outra alternativa peçam desculpas ao maior estadista; as críticas eram desagradavelmente injustas, atacava o homem Lula, seus familiares, demostrava “Lulafobia”, esse ódio que foi estimulado pela grande mídia corporativa e oligarca brasileira via jornais, revistas, televisão e redes sociais etc. O ódio insano a Lula, uma neurose a ser catalogada pela psicanálise. expressava o ódio ao petista, era um ultraje imperdoável, apena voltados a eliminarem o ex-presidente e ao Partido dos Trabalhadores. Após o encerramento da operação a justiça em parte mostrava má vontade em reparar os erros judiciais cometidos pelo parcial juiz. O que ficou claro é que esse grupo queria era poder. Queriam alcançar o poder dominado as pessoas através da coerção e da trapaça.

O que se pode ser afirmado com convicção e com as provas já reveladas são tendenciosos. Não podemos ficar à espera de algo que nos venha resgar da ilha fantasiosa que a grande mídia tentou nos conduzir e ao naufrágio que nos atirou. Afinal ainda somos uma nação jovem em matéria de vida institucional. Simulando falso fervor que estavam combatendo a corrupção. Essa trupes chegaram a atacarem e ameaçarem ministro do STF e advogados que ousassem a defenderem, réus da operação Lava-Jato. Montaram um verdadeiro circo com o apoio da grande mídia corporativa para intimidares a Justiça, Congresso e o Executivo. O que afinal essa organização criminosa queria era poder. Contudo, com a deflagração dos desrespeitos as leis vigentes. Esgarçaram o ambiente político e econômico, estalando o caos no país. Esse hiperativíssimo político da Lava-Jato, juiz, procuradores, Policia Federal e até de desembargadores do TR4, revelaram uma tendência contraditória a nação, que se até pode afirmar para não dizer autodestrutiva só eles eram a verdade absoluta.       

Nunca deixaram de encontrar tolos dispostos a acreditarem em suas narrativas fantasiosas. A sociedade em sua grande maioria fora hipnotizada e alienada, via apena o que eles queria e parecia ser, poucos sabiam realmente o que era a tal leniência dos barões das comunicações brasileira. O qual podia, representava o aval para crimes contra a nação e seus cidadãos. O principal problema dessa castra é a ilusão de que ela tornou realidade e verdade absoluta. Usaram o medo, a intimidação de quem era contra a ‘Operação Lava-Jato’ era corruptos. Agentes do Estado que tinham por obrigação ética e moral em preservarem a lei, a jogaram na lata do lixo e contribuirão para destruição do sistema judiciário. Para melhor evidenciar os crimes da Lava-Jato com a condescendência da grande mídia e os crimes da Lava-Jato – Assistam o vídeo abaixo:

“Os crimes da Lava Jato #1: juiz confronta delegado que ajudou Moro a violar a democracia – O jornalista Joaquim de Carvalho analisa o depoimento do delegado Igor Romário de Paula, braço direito de Sergio Moro na Polícia Federal. As declarações do delegado foram feitas no processo em que a família de Marisa Letícia cobra reparação pelos danos morais sofridos com a divulgação da conversa dela com o filho Fábio, em que comenta sobre o panelaço. O juiz federal perguntou ao delegado o que a Lava Jato conseguiu além de destruir empresas brasileiras. Confira esta e outras respostas do delegado. Este é o primeiro de uma série de vídeos sobre a Lava Jato”.

Empresas, pessoas pública e privada foram destruídas pela Lava-Jato. Porque, afinal, foram destruídas? Quanto ao ex-presidente Lula e sua família. Esse vídeo ajuda a esclarecer a atuação da Operação Lava-Jato. Como todos sabe a mentira só prevalece em quanto a verdade não aparece. Não podia deixar de comentar sobre o “Hacker de Araraquara/SP Walter Delgate Nelo”. O que mudou a história do Brasil, ajudando a esclarecer os fatos sobre a operação, os caminhos escuros de como era conduzida e, quais eram seus objetivos. Esses personagens da chamada Operação Lava-Jato passaram a história como vilões, foram desleais, insinceras e enganadoras, tímidas do perigo que estavam cometendo para com a nação e prontas para encher seus bolsos.

O vínculo de obrigação que essas criaturas tinham era do ​​rompimento com o Estado de Direito em seu sentido amplo, desobedeceram às leis e a Carta Magna do país, em uma teoria ideológica e política, não se submeteram às mesmas. Como é oportuno relembrar que o STF, fez vista grossa vendados os olhos diante das aberrações executadas por essa trupes, acovando-se em fazer com que eles cumprissem as leis vigentes e a própria Constituição do país. Foi o sinal verde para avançarem inquisitorialmente na intromissão destrutiva da economia e da política, destruindo empresas pesada da construção civil, gás e petróleo e derivados, demonizando políticos ideologicamente contrário as suas convicções. O mais triste é que chegaram a um ponto em que não sabiam mais quem eram. Tornaram-se prisioneiros dos oligarcas da comunicação brasileira. Isso os tornaram vassalos da própria farsa, sabotaram a história e fizeram da justiça um trampolim para alcançarem seus objetivos cabalísticos e enigmáticos.

4 comentários em “A Globo e a grande mídia corporativa fez a diferença na destruição da economia brasileira!

  1. “The mass media today exert strong control over people’s minds and influence public opinion.” Noam Chomsky is right. Therefore it is very important that we still have alternative media and blogs like yours, so we can read different opinions, without being totally brainwashed. Thank you for your support of my blog. I appreciate it.

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