A estrela que volta a brilhar! Aí se encontra o estadista.

Ao tomar a iniciativa de se movimentar, de se encontrar e de começar! Aí se encontra o estadista Luiz Inácio Lula da Silva. A oligarquia elitista odeia o estadista que tem como objetivo o bem estar de seu povo, passaram a cunhar equivocadamente causado pelas ideias do ex-presidente Lula e de sua dinâmica de arregimento das massas em torno de suas ideias de que o governante tinha como símbolo a ambição o poder. Passam a usarem a grande mídia corporativa como arma de ataque a figura do ex-presidente Lula por meio de referências caricaturais de uma visão enganosa e trapaceira. Não aceitam a estrela petista que volte a brilhar, no cenário político outra vez. O qual lutou bravamente contra o tsunami da Lava-Jato que se abateu sobre seu ombro, os quais lutou contra tudo e a todos com brilho e esperança e, muita convicção de que iria provar que as denúncias divulgadas pela grande mídia eram falsas e sem fundamentos jurídicos. Que iria recuperar a sua credibilidade junto a sociedade civil, a qual repetidas vezes e de momentos de tristeza suportou verdadeiras ondas bravas que se despejava sobre si.

Qual nobre se portou perante a tormenta lavajatistas que se abatia sobre o grande estadista Luiz Inácio Lula da Silva. Tinha plena e a altruísta certeza que iria provar de que era inocente das acusações imputadas por uma elite egoística. Sobreviveu ao tsunami e sua estrela voltou a brilhar, novamente o estadista retorna para reconstruir a nação, se assim o povo quiser, voltando em seu projeto de governo nas eleições de outubro/22, ampliando seu convite a todos pela paz e convivência harmoniosa entre a sociedade brasileira. Tocando em cada brasileiro a alegria de forma refrescante como a brisa de um novo amanhecer. Este é o seu juramento após passar quinhentos e oitentas dias preso em Curitiba, já mais renunciar e poder voltar ao chamado da classe mais podre para governar em nome de todos, ampliando os laços e conduzindo o povo a terem paz e felicidade. Desde sua prisão o ex-presidente Lula seguiu a promessa de provar sua inocência, em consequência das perseguições sofridas durante a Operação Lava-Jato, empenou-se, sem poupar a própria vida na batalha travada contra os operadores justiceiros e da grande mídia corporativas, que de antemão condenaram para depois esses trogloditas vestidos da toga o julgassem em um tribunal inquisitório.

Levantou-se corajosamente ciente de que tinha uma missão a cumprir, disposto a voltar de onde jamais deveria ter sido retirado do teatro político. Esse é seu brado de como mirar para desenvolvimento da sociedade, sem distinção de classe, ou etnias. Apena preservar firmemente na luta por dignidade social de cada cidadão que vive nesse solo, para que todos possa chegar a paz social. Como todos sabem que é um abio político em encontrar solução para conflitos socioeconômico, sem irritar as elites dominantes do sistema financeiro nacional e internacional. Entretanto, há algo inegociável a sua honra e a soberania do Brasil, sem alinhamento ideológico, seja de direita ou esquerda. Trata de qualquer assunto com autoridade, seja ele político, econômico e geopolítico como deve ser um grande estadista. Com a qual, Lula ver a possibilidade finalmente com sua chegada ao executivo unificar a sociedade e defende-la contra as intemperes provocadas pela ambição egoística dos poderosos, encontrando formula e estimulo para que todos tenha como objetivo maior o bem estar e o progresso da nação.        

Lula é um estadista mostra ao mundo que faz falta um verdadeiro estadista em tempos tão sombrios para pôr os pingos no “i” e jogar no esquecimento as profecias de ocasião. Lula se comunica não só com o Brasil ou blocos econômicos, e sim com o mundo em que vive todos os seres humanos das mais diferentes origens. Ele vem afirmando em sua caminhada mundo afora – “Vivemos em um planeta que tenta a todo momento nos alertar de que precisamos de novas atitudes e de uns dos outros para sobreviver. Que sozinhos estamos vulneráveis às tragédias ambientais, sanitárias e econômicas. Mas que juntos somos capazes de construir um mundo melhor para todos nós”.

Acredita que é possível construir um mundo justo socioeconômico para todos. É contra a ignorância metida à besta: “A tese do ‘choque de civilizações’ é uma farsa como a ‘guerra dos mundos’, que serve mais para reforçar o auto orgulho defensivo que para uma compreensão crítica da desconcertante interdependência de nosso tempo”. Pela sua liderança política e aberto ao diálogo, de acordo com especialistas, se apresenta como alguém que busca mostrar, mesmo após sua prisão. Ainda é respeitado e ouvido no fora do país. Lula em suas viagens internacionais, sonda investidores e que o Brasil é viável politicamente como economicamente. Demonstra estar cada vez mais à vontade em seu relacionamento com líderes internacionais e busca, com isso, se consolidar como estadista. Faz conexão com chefes de Estado e financiadores internacionais. Ele busca em cada oportunidade em dialogar com entidades financeiras e políticas internacionais de que o Brasil é viável.

Lula foi o primeiro presidente a receber o prêmio de Estadista Global do Fórum Econômico Mundial, pela sua atuação e liderança em vários setores, como do meio ambiente, erradicação da pobreza, redistribuição de renda e paz mundial , com o objetivo de melhorar a situação do planeta. Lula, um democrata, um estadista? Ele aonde vai e chamado de líder e com seu carisma conquista a todos seja de esquerda ou direita, ele passa ao mundo como a humanidade deve ser guiada, um gênio, para o mundo é considerado um democrata um estadista. Segundo a opinião de líderes internacionais, Lula é um autêntico democrata e indiscutível estadista que tem uma visão voltada para o presente e futuro, ele pensa globalmente, ele tem uma visão humanista, de que os povos vivam em uma verdadeira confraternização entre si.

Para conhecer a personalidade visionária e política de Lula é preciso remontar ao início do século XX. Ele desde sua época de sindicalista no ABC paulista, dispensa qualquer tipo de avaliação na sua trajetória de luta coletiva da classe trabalhadora brasileira , e a todos tipos de atentados contra sua pessoa pelas elites do poder, mais, nunca fechou a porta do diálogo, como força de vencer os truculentos senhores da casa grande, a época do regime de força que a sociedade brasileira vivia. Lula começou como sindicalista na região do ABC, com comícios em porta de fábricas, trazendo ao trabalhador uma nova consciência de seu valor no sistema capitalista. Onde uma determinada parcela de privilegiados da sociedade querem até aos atuais dias o desqualificarem  de pedagogismo de sujeição da política para fins pessoas, uma prática apoiada diretamente nas massas, mas desviando-as de sua real e consciente participação ativa na vida política. Lula é um político que pões o Estado a serviço da sociedade e não a sociedade a serviço do sistema neoliberal como o que vem ocorrendo pós golpe de 2016.

Enfim, ufa, a mídia comercial brasileira saiu do sarcófago, passou finalmente a se render ao sucesso de Lula no exterior como estadista e personagem pública relevante do senário mundial, saíram da ordem que foram submetidas pelo baronato mediático, receberam a alforria dos seus senhores feudais, dando-lhes o direito de anunciarem os fatos, como são ocorridos, não destorcendo a verdade em falsos presságios negativos. Ex-presidente com sua passagem positiva por Bélgica, França e Espanha, teve encontros bilaterais relevantes e foi aplaudido de pé. O encontro de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o residente francês Emmanuel Macron, no último dia 17/04, foi um divisor de águas na cobertura da mídia comercial brasileira sobre a visita que o petista realizou pela Europa. Recebido como chefe de Estado na França, o ex-presidente e pré-candidato do PT em 2022 deixou de ser ignorado pelos meios de comunicação de grande alcance do Brasil.

Lula – Eu confesso que se eu dissesse que eu não fiquei magoado, que eu não fiquei muito nervoso com os mentirosos que montaram essa quadrilha para me condenar, eu estaria mentindo. Eu tinha consciência do que estava acontecendo no Brasil: o impeachment da Dilma não poderia terminar na Dilma, porque não tinha nenhum sentido fazer o impeachment da Dilma e dois anos depois o Lula voltar a ser presidente da República. Então era preciso afastar o Lula. E como eles não tinham como afastar, eles resolveram construir um rosário de mentiras contra mim para poder me colocar na cadeia. Hoje eu estou aqui, livre, todos os meus processos foram anulados. Fiquei 580 dias na cadeia. Eu li muito. Então eu fiz muita reflexão, eu me preparei para sair da cadeia sem ódio, sem mágoa, sem ressentimento, apenas lembrando que aquilo foi um processo histórico que eu não posso esquecer. Eu não posso esquecer, mas eu não posso colocar na mesa esse assunto todo dia porque é uma coisa do passado. Eu quero pensar no futuro.

Para você entender a minha vida, eu fui comer pão pela primeira vez com sete anos de idade. A minha mãe, muitas vezes, não tinha nada para colocar no fogão para fazer comida para a gente. E eu nunca vi minha mãe desesperada. Ela sempre falava o seguinte: ‘Amanhã vai ter. Amanhã vai melhorar’. E isso foi introjetado na minha consciência, no meu sangue, e eu sou assim. Não tem problema que a gente não consiga vencer. Eu tenho orgulho de provar que um metalúrgico que não tem diploma universitário tem mais competência para governar esse país do que a elite brasileira toda. Porque a arte de governar é você saber utilizar o coração junto com a razão. Eu não acho que seja possível você ser um bom presidente se você só tem ódio dentro de você, se você só tem vingança dentro de você. Não. Você tem que ter paz e pensar no futuro. O que passou, passou. Eu vou construir um novo Brasil.

Como diz o Lula eu sou um cara que só pensa em paz. Eu não penso em guerra. O Brasil não tem contencioso nem com os Estados Unidos, nem com a China, nem com a Rússia, nem com a Bolívia, nem com a Argentina, nem com o México. E é o fato de o Brasil ser um país de paz que vai lhe fazer restabelecer a relação que nós criamos de 2003 a 2010. O Brasil vai virar protagonista internacional, porque a gente vai provar que é possível ter um mundo melhor. É urgente e é preciso a gente criar uma nova governança mundial. A ONU de hoje não representa mais nada. A ONU de hoje não é levada a sério pelos governantes. Porque cada um toma decisão sem respeitar a ONU. O Putin invadiu a Ucrânia de forma unilateral, sem consultar a ONU. Os Estados Unidos costumam invadir os países sem conversar com ninguém e sem respeitar o Conselho de Segurança. Então é preciso que a gente reconstrua a ONU, coloque mais países, envolva mais pessoas. Se a gente fizer isso, a gente começa a melhorar o mundo.

Revista Time estampa em sua capa principal “Presidente mais popular do Brasil retorna do exílio político com promessa de salvar a nação”, exaltando o Lula como estadista em reportagem publicada na quarta-feira, 04/05, a revista norte-americana Time faz um retrato romântico da nova chance de Luiz Inácio Lula da Silva, depois do que chama de ‘exílio político’ do líder de esquerda. A publicação traz o petista em sua capa e descreve o veterano como ‘presidente mais popular do Brasil’, destaca em suas páginas um líder empático, descreve a figura de Lula como um ‘avô jovial’ e se encanta pela  oratória do ex-presidente brasileiro. A revista valoriza declarações do petista na batalha contra o discurso de ódio, por exemplo. “Se eu puder, na campanha, falarei apenas de amor”.

Time fala de “Uma criança nascida na pobreza se muda para a cidade grande, sobe para liderar um sindicato e se torna o presidente mais popular da história do Brasil moderno. Em seguida, a tragédia: um estadista célebre é apontado em um esquema de corrupção impressionante, enviado para a prisão e forçado a assistir do lado de fora enquanto os rivais desmantelam seu legado”, descreve a reportagem na introdução, ficando a sensação de uma história em que a esquerda foi tirada do xadrez político à força. A reportagem da Time faz uma descrição quase sombria sobre o Brasil atual. A revista se refere ao presidente Jair Bolsonaro como um líder de ‘extrema direita’ que debochou do coronavírus. Para a publicação, o petista é, acima do personagem envolvido em casos de corrupção, o líder que “tirou milhões da pobreza e transformou a vida da maioria negra e da minoria indígena do país”.

Em um trecho final da reportagem, a Time abre espaço para Lula criticar a Guerra e Joe Biden e analisar o atual cenário geopolítico. O ex-presidente brasileiro então tece comentários sobre a guerra na Ucrânia e a crise do petróleo enfrentada pela Europa. Tudo isso, com direito a uma crítica à condução da política externa dos Estados Unidos. “Biden poderia ter evitado a guerra, e não incitado ela, comentou. Ele poderia ter participado mais, Biden poderia ter tomado um avião para Moscou para conversar com o (Vladimir) Putin. Esse é o tipo de atitude que você espera de um líder”. O petista responsabilizou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Olexandrovytch Zelensky, a União Europeia e os Estados Unidos pela guerra em curso na Ucrânia. E no pacote de comentários, Lula criticou os aplausos exagerados dos países ocidentais ao presidente ucraniano Volodymyr Olexandrovytch Zelensky, disse que a ex-chanceler alemã Angela Merkel errou estrategicamente ao fechar usinas nucleares e afirmou que as Nações Unidas “não representam mais nada”.

Lula, porém, ressaltou o papel de Zelensky no conflito. “Esse cara (Zelensky) é tão responsável quanto o Putin. Porque numa guerra não tem apenas um culpado”, disse o petista. “o comportamento dele é um comportamento um pouco esquisito, porque parece que ele faz parte de um espetáculo”. Ainda afirmou, se fosse presidente do Brasil, teria ligado para o presidente americano Joe Biden, para Putin, para a Alemanha e para o presidente da França Emmanuel Macron para tentar resolver o conflito de forma diplomática. O Brasil voltará a ser protagonista no cenário internacional e vamos provar que é possível ter um mundo melhor. E disse que não desistiu da política, embora revele que cogitou não se candidatar a um novo mandato em determinada ocasião. Nunca desisti da política. A política está em cada célula minha, a política está no meu sangue, está na minha cabeça. Porque o problema não é a política simplesmente, o problema é a causa que te leva à política. Falou de tudo e não fugiu de polêmicas, seja ela favoráveis ou contrária, o pré-candidato em entrevista e discurso reproduzido pela repórter da Time.

Lula o maior estadista da história do Brasil e talvez do mundo atualmente, após uma longa batalha judicial para ter seu direito de expressão garantido, provar sua inocência pôr algo que foi fabricado por seus adversários, que não tinha a coragem de enfrentá-lo em um debate público sobre qualquer pauta que fossem definidas, seja ela de economia, social e geopolítica. Esteve na condição de preso político quase que dois anos. Pode-se afirmar com toda certeza, ele é um dos maiores estadista global da atualidade, em suas entrevistas Lula causa frisson nos seus correligionários e até em seus ferrenhos adversários políticos.

Lula dialoga com todos naturalmente e expressa sua opinião discorrendo sobre economia, política, geopolítica global, indiferente de alinhamento político ou não, é o maior estadista da história do Brasil. Se pode destacar outros grandes estadistas brasileiro tal como, o ‘Getúlio Vargas por ter promulgado a legislação  trabalhista, fundado a Petrobras, desenvolvido a indústria siderúrgica, o ciclo da borracha, assinado o Tratado de Washington etc. O Juscelino Kubitschek devido sua condução na política desenvolvimentista implementada pelo seu governo. No entanto, se constata que embora entre 1950 e 1980 o Brasil tenha crescido 7% ao ano em média, não houve distribuição de renda. Foi no Governo Lula que pela 1ª vez no Brasil os 20% mais pobres tiveram aumento maior que os 20% mais ricos, os pobres ganharam proporcionalmente mais dinheiro que os mais ricos em seu governo.

Por este dado objetivo é que é possível afirmar que Lula é o maior estadista da história deste país. A forma didática com que Lula explica questões complexas da macroeconomia sempre chama a atenção globalmente, sempre utiliza histórias, cenas do seu cotidiano para fazer o povo entender. A cada dia o mundo vem observando o seu talento e aperfeiçoamento para com a coisa pública, sua capacidade de comunicar-se com os mais diversos temas por mais complexos que seja no campo político ou econômico. Lula é uma figura pública, uma autoridade política, foi presidente por dois mandatos de quatro anos cada , considerado pelas elites econômicas  como um baderneiro e anarquista em tom pejorativo, incapaz de administrar uma nação, mais nesse período que governou o país de 2003 a 2010, ele provou de que era capaz de administrar a nação, tal como de mostrar para esses donos da ‘casa grande’ de como se distribuem riqueza para todos sem distinção de classes.

Nasceu pronto, tem a sensibilidade política, a honra e o caráter próprio dos grandes estadistas, algo que não se ensina nem é possível se adquirir no banco de universidade alguma. Somado sua sensibilidade política nata e a experiência da presidência da República fizeram de Lula, que já era um player político monumental, ainda maior. O que se constata, que Lula está mais preparado para travar um debate de fundo com qualquer adversário da cena política nacional e sobretudo com seus algozes, aqueles que se utilizaram do judiciário como instrumento de perseguição política, não é tarefa fácil debater com Lula. Levará gerações para nascer alguém da estatura política de Luiz Inácio Lula da Silva. Somente Lula é capaz de restaurar a democracia, revogar as medidas regressivas, restituir e ampliar os direitos sociais, os direitos civis, trabalhistas e libertar o povo da opressão econômica, somente desta forma restauraremos a democracia no Brasil.

Na canção “Ninguém=Ninguém”, Humberto Gessinger diz o seguinte: {Há tantos quadros na parede/ Há tantas formas de se ver o mesmo quadro/ Há tanta gente pelas ruas/ Há tantas ruas e nenhuma é igual a outra/ Ninguém é igual a ninguém/ Me encanta que tanta gente sinta/ (Se é que sente) a mesma indiferença/ Há tantos quadros na parede/ Há tantas formas de se ver o mesmo quadro/ Há palavras que nunca são ditas/ Há muitas vozes repetindo a mesma frase/ Ninguém é igual a ninguém/ Me espanta que tanta gente minta/ Descaradamente, a mesma mentira/ São todos iguais, todos iguais/ Uns mais iguais que os outros/ São todos iguais, todos iguais/ Uns mais iguais que os outros/ Há pouca água e muita sede/ Uma represa, um apartheid/ (A vida seca, os olhos úmidos)/ Entre duas pessoas/ Entre quatro paredes/ Tudo fica claro/ Ninguém fica indiferente/ Ninguém é igual a ninguém/ Me assusta que justamente agora/ Todo mundo, tanta gente, tenha ido embora/ São todos iguais, todos iguais/ Uns mais iguais que os outros/ São todos iguais, todos iguais/ Uns mais iguais que os outros/ O que me encanta é que tanta gente/ Sinta, se é que sente, ou/ Minta desesperadamente/ Da mesma forma/ Tão desiguais/ Tão desiguais/ Tão desiguais/ Tão desiguais}

Será que somos realmente todos iguais e, no entanto, tão desiguais. Realmente todos são diferentes, não existe alguém igual ao outro. Pode haver proximidade, mas igual mesmo, não há! Ou mesmo no que se quer que acredite. O ponto em comum é a desigualdade socioeconômica da sociedade brasileira que se faz presente, pessoas passando fome, baixos salários e ricos cada vez mais ricos, nessa sociedade dos desiguais. Por que o Brasil é tão desigual? Quais são os fatores que fazem do Brasil um dos países que mais concentra riqueza no mundo? O que pode ser feito para reduzir as imensas desigualdades que travam o desenvolvimento do país e condenam milhões de pessoas à pobreza extrema? Será porque fomos um país escravagista, onde um ser valia mais que outro. Se as desigualdades são tão evidentes e prejudiciais ao país e a própria sociedade, porque elas continuam a existir e se aprofundam a cada dia mais? Será a falta vontade política, e com isso, o ciclo de pobreza se perpetua no país. Portanto, senhores cidadãos brasileiros, neste ano temos uma oportunidade de mudar essa desigualdade social. Ao irem as urnas em outubro/2022 vamos voltar para  deputados estaduais/governadores e para deputados federais/senadores e presidente da República. Além de escolher esses novos representantes que tenham em mente a criação  e manutenção de políticas públicas, que atuem pela diversidade e pela equidade.

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