Porquê Julian Assange merece a liberdade!

Por que não, todos em coro pedir a liberdade de Julian Assange, que se encontra como preso político no Reino Unido, à espera da extradição para os Estados Unidos, pauta imposta a Inglaterra pelo império estadunidense. O Julian se encontra-se preso em Belmarsh desde 2019, é acusado pelos Estados Unidos de violação da ‘Lei de Espionagem’, por publicação de vídeos de morte de civis e jornalistas em Bagdá no Iraque durante ataque aéreo. Essas publicações incluíam, entre outras coisas, um vídeo da morte de civis e jornalistas em Bagdá, no Iraque. Na sequência dos vazamentos de novembro de 2010 a 2011, as autoridades norte-americanas, bem como a Suécia, anunciaram processos criminais contra Assange. O jornalista e ativista Julian Assange, se encontra preso sem base legal, em uma prisão de segurança máxima. Onde fica a solidariedade da grande imprensa corporativa global?   

Porquê Julian Assange merece a liberdade! O que isso significa? Porque não unirmos todos em torno desse ideal libertário, que desmascarou esses senhores da guerra, que jogam com a falácia da liberdade de imprensa, na lata do lixo da história, cadê a grande mídia global! O que fica é uma mera fantasia do faz de conta desses grupos midiáticos para com a liberdade de expressão e de imprensa de informar os fatos. Onde fica os ideais democráticos dessas organizações mundo afora. Divulgam só o que interessa aos conglomerados transnacionais dessa máquina mortífera de destruições de vidas. Chega de não retorno ao clamor da sociedade, ao fantastigliardi, que escapa ao controle dos seres racionais, é possível unificar os ideais de liberdade que o Assange representa para o futuro de uma imprensa livre. Fazem nos acreditar através da grande mídia global divulgando notícias que só cavalgam onde impera o poder. Ou pobre sociedade idiotas que se diz soberana, está a cada dia mordendo a isca. Esses falsos democratas que tem o poder das armas, vivem a falar que estão salvando vidas e conduzindo a liberdade dos povos, não passam de hipócritas, para eles não passamos de um número.

Será que temos consciência da importância da luta libertária em pró do jornalista e ativista Julian Assange. Alguém ainda tem dúvida porque o Julian Assange é tão disputado pelos Estados Unidos. Não se ver na grande mídia global uma campanha do porquê Julian Assange merece a liberdade! Todos os cidadãos de bem sabe que fazer jornalismo não é crime! Sem liberdade de imprensa e sem liberdade de expressão, não haverá liberdade de escolher o caminho de ser livre. Será que em um futuro próximo poderemos perguntarmos e expressarmos sobre a liberdade de imprensa, ou viveremos na ignorância, no sentido de um mundo alienado aos conceitos dos poderosos. Será que estamos à altura desse ponto dialético. Como será que os jornalistas e organizações de jornalistas que acreditam nos direitos humanos, na liberdade de informação e no direito do público de saber, vão se portarem perante os acontecimentos e exigir a libertação imediata de Julian Assange na Inglaterra, ou vão se calarem diante dessa aberração jurídica.

Não extraditem o Assange, o liberte em nome da liberdade individuais e coletivas dos povos, clemência a Assange respeite a vida. No ano de 2010 o WikiLeaks  publicou vídeos de morte de civis e jornalistas em Bagdá no Iraque na invasão dos estadunidenses , mostrando a real do que estava acontecendo. Não matem Julian Assange, ele representa a liberdade dos oprimidos pelo sistema. Porque o Assange é mais do que uma vítima do sistema, onde os Estados Unidos representam no atual mundo contemporâneo, o carrasco que chuta a banqueta e tenta nos controlar e nos calar. Porque condenarem o jornalista Julian Assange e colocá-los em uma prisão de segurança máxima no Estados Unidos, colocando-lhes a mascará do silencio.

Ele desde os anos de 2010 vem pagando um alto preço pela liberdade de imprensa, querem amordaçar a imprensa independente, querem silenciar a todos que ainda tem a coragem de abrir essa caixa preta do autoritarismo imperialista. Vocês não têm consciência do que é a liberdade de expressar, de relatar fatos como são em uma guerra de ocupação como os estadunidenses fizeram no Iraque. O que fica claro é a implantação do terror há quem se atreve a desafiá-lo. O que está motivando os Estados Unidos quererem a sua extradição. Na sequência dos vazamentos de novembro de 2010, as autoridades norte-americanas, bem como a Suécia, anunciaram processos criminais contra Assange chegaram até acusarem de estrupo.

Voltando ao passado vamos recordar, o que fez o general Noriega o mandatário panamenho até cair em desgraça com os norte-americanos? Noriega tinha sido funcionário assalariado da CIA. Dedurava comunistas da América Central, no período em que EUA e União Soviética estavam envolvidos na Guerra Fria. Mas, na época, Noriega já desafiava Washington, dizendo-se vítima de um complô imperialista. A Casa Branca acusava o presidente de lavar dinheiro de traficantes colombianos. Não é mera coincidência, no passado não muito distantes, eles usaram a mesma tática de incriminação contra Manuel Antonio Noriega Moreno, foi um político e militar panamenho que serviu como o de facto líder do Panamá de 1983 a 1989. Noriega foi inicialmente amigo dos Estados Unidos, mantendo laços com as organizações de inteligência americanas; contudo ele rapidamente se tornou um pária e foi derrubado por uma invasão liderada pelos próprios Estados Unidos.

Desde a década de 1950, Noriega trabalhava para os órgãos de inteligência dos Estados Unidos. Ele foi por muitos anos um dos principais ativos da Central Intelligence Agency (CIA), atuando como fonte de informações na região e, principalmente, como intermediário para o mercado ilegal de armas e equipamentos militares, além de dinheiro vivo entre o governo dos Estados Unidos e organizações de contra insurgência e grupos anticomunistas pela América Latina. No final todos sabem o que ocorreu com esse político e militar panamenho foi acusado de tráfico de drogas pelo seu soberano, após uma invasão das tropas estadunidense ao Panamá ele foi preso e extraditado para o Estados Unidos como traficante. Por volta de 1986, as suspeitas relativas à sua ligação com a CIA vêm à tona, mais tarde comprovando-se que agente da agência norte-americana tinham estreitas relações com Noriega. O fato chega ao conhecimento da opinião pública, o que constitui um enorme embaraço para o governo dos EUA então sob Ronald Reagan.

O ataque das tropas americanas durou duas semanas e destruiu grande parte da Cidade do Panamá, especialmente bairros de baixa renda. Calcula-se o número de panamenhos mortos em 3.000, na imensa maioria civis das áreas mais pobres do país, contra apenas 19 militares norte-americanos. Preso como bandido, Manuel Noriega é levado para Miami e julgado. Acaba condenado a 30 anos de cadeia sob a acusação de facilitar o tráfico de cocaína e de maconha para os EUA, cumpriu  pena na Flórida até setembro de 2008, cumprindo 17 anos de prisão por tráfico de droga. Posteriormente o governo americano extraditou o ex-militar presidente panamenho Manuel Noriega para a França, onde foi condenado e processado por lavagem de dinheiro. A justiça francesa o condenou à revelia em 1999 a dez anos de prisão. Por ter sido capturado durante a invasão americana do Panamá, Noriega acabou sendo reconhecido pela Justiça americana como prisioneiro de guerra.

Talvez o evento mais importante do WikiLeaks foi o vazamento de documentos comprometedores para o Partido Democrata dos EUA na segunda metade de 2016, antes das eleições presidenciais no país norte-americano, que indicaram um favorecimento da candidata Hillary Clinton, em detrimento de Bernie Sanders, e que poderiam ter contribuído para sua derrota final contra Donald Trump. Como resultado da publicação, as agências de inteligência norte-americanas disseram “com um alto grau de confiança” que os documentos publicados pelo WikiLeaks foram roubados por hackers russos. A Rússia e o WikiLeaks negaram as alegações, mas muitos veículos de imprensa do país e mundial compraram a versão como verdade e acreditaram nas acusações. Os tais vazamentos publicados, Assange, fundador do grupo WikiLeaks, pode responder por espionagem e conspiração nos EUA. Ao todo, são 18 acusações, que podem render uma pena de 175 anos ao jornalista.

Corre rumores que autoridades norte-americanas teriam dado garantias verbais ao Reino Unido de que Assange não corre risco de ser condenado à pena de morte, nos EUA. Mais lhes colocaram para sempre a mascará do silêncio. Voltando a personagem de Chelsea Manning ativista e denunciante político e coparticipante do vazamento, apesar de se ter limitado apenas a copiar os dados e os enviar ao WikiLeaks, foi preso em 2010, em meio à publicação dos dados pela organização. Para evitar ser condenado à morte por “ajuda ao inimigo” nos EUA, Manning admitiu dez das 22 acusações e pediu desculpa pelos atos, sendo assim condenado a 35 anos de prisão. Em janeiro de 2017, o ex-presidente dos EUA Barack Obama reduziu a sentença para sete anos, levando à sua libertação em 17 de maio desse ano. Em fevereiro de 2019, ele foi chamado para novo processo judicial como testemunha contra Julian Assange e o WikiLeaks, ao qual se recusou a comparecer, levando a nova prisão. Manning foi libertado pela última vez em 12 de março de 2020, se encontrando neste momento em liberdade.

Foi graças as revelações do ‘WikiLeaks que passamos a conhecer um pouco dos corredores escuros do poder, de espionagens de presidente de outras nações, do manual de torturas do Pentágono, de tortura de preso em Guantánamo, de civis assassinados por soldados dos EUA em invasões mundo afora. O WikiLeaks contribuiu para revelar algumas das atividades mais sombrias levadas a cabo pelas mais altas instâncias do poder político não só dos EUA como também em outros países. Através do vazamento anônimo de milhares de documentos, esta rede internacional de ciberativistas, fundada por Julian Assange detido em Londres, revelou segredos militares, políticos e diplomáticos, gerando notáveis escândalos e denunciando comportamentos não-éticos ou pouco ortodoxos dentro de diferentes organizações de poder. Espionagem, crimes de guerra, pressões políticas ou diplomáticas, abusos de poder ou más práticas governamentais vieram à tona graças ao trabalho do Assange. Acontecimentos que mudaram a percepção dos fatos recente na história do mundo.

Sua Luta não será em vão, foi e será uma luta de bravos guerreiros que há ainda atuam e vão vir futuramente,  que nunca se limitará as próprias divulgações dos fatos. Ao contrário, sua luta tem sido pela democratização dos meios de divulgação da informação, desapontando os interesses dos conglomerados midiáticos que monopoliza o setor de comunicação globalmente. Eis vítima de perseguição infundada e desumana articulada por governos e corporações empresariais interessadas em evitar que a liberdade de informação se propague globalmente. Está sendo castigado por haver revelado ao mundo que civis, inclusive crianças e jornalistas, foram executados pelas tropas de ocupação dos EUA no Iraque e no Afeganistão, que torturas eram comuns na prisão Guantánamo, conluios eram articuladas para derrubar governos, incidentes pensados para desestabilizar democracias, negociatas forjadas com lavagem de dinheiro e dumping empresarial cometidas por oligopólios financeiros.

Talvez por ser considerado por muitos um herói antiestablishment, com ideias “contra a ordem estabelecida” de advertência urdida estadunidense. O que fica demonstrado é um plano deliberadamente de intimidação do silêncio contra o Julian, maquinada pelo sistema que predomina atualmente como balizamento do que pode e não pode ser divulgado. Estabelece com a prisão e extradição do jornalista Assange para o Estados Unidos, ‘façam o que mando mais não façam o que faço’, porque serão condenados, será colocado a mascará do silêncio. Não é mera coincidência que a história está se repetindo, vamos relembrar o final da segunda metade do século XVII, corria rumores a respeito de um prisioneiro na França, o que ficou conhecido como o homem da máscara de ferro. Esse indivíduo de nome desconhecido fora preso por ordem expressa do rei Luíz XIV. A sua identidade era desconhecida, e o seu rosto não podia ser visto pois haviam forçado o indivíduo usar uma máscara de ferro. Pergunto, onde está, o direito humano do ‘Partido Democrata’ americano que paradoxalmente interfere globalmente, não está agindo neste caso repercussão mundial, da prisão do jornalista ficam em silêncio sepulcral. Como vão justificar, essa prisão de cunho político, amordaçando a liberdade de imprensa possa atuar livre no comprimento de informar os fatos.

As elites da mídia corporativas global, nesse caso se esconde e alegam o que? Essa prisão não passa de uma amordaça contra a liberdade de imprensa e impressão. Alguém acredita nessa falácia fantasiosa. Notamos que esses tecnocratas permitem ficarem em silêncio do que levantar a bandeira da liberdade de imprensa. São consumidos pela ambição de puder pelo puder, dos holofotes e nada mais. Usam a bandeira da liberdade de imprensa e sacrifica no altar do lucro e do sacrossanto da hipocrisia disfuncionais e de fáceis manipulações das massas. Com a alienação e expõem a todos ao controle mental do qual o Estados Unidos prova que são mestre. A liberdade de imprensa global não experimenta a liberdade há muito tempo. Os últimos vestígios de liberdade estão escapando com a extradição do jornalista Assange para os EUA. Em resumo, Assange dava conhecimento público das atrocidades cometidas em campos de batalhas, no Afeganistão, Iraque e na Prisão de Guantánamo, sendo por isso acossado em apuração judicial de exceção.

Não são poucas as violações de direito que lhe acometem. Foi acusado numa investigação desonesta na Suécia com o único fito de cercear-lhe a circulação, foi tão deliberadamente desonesta que as autoridades suecas não deram prosseguimentos a ação do ministério público daquele país europeu que a prescindiram. Foi submetido a um encarceramento em prisão de segurança máxima, com acesso totalmente restrito ao mundo exterior, sofre com dificuldades de acesso até aos seus advogados, que reclamam de frustração nos meios de defesa, além de limitações de visitas e privação de atenção médica. Se uma vez extraditado para os Estados Unidos, enfrentará um tribunal notadamente inquisitório manipulado por ex-militares e ex-agentes de órgãos de segurança, verdugos declarados. Lawfare clássico, (uso ou manipulação das leis como um instrumento de combate a um oponente desrespeitando os procedimentos legais e os direitos do indivíduo que se pretende eliminar) – portanto, não passa de uma guerra jurídica. Assange nada mais é que um defensor da liberdade de expressar a verdade dos fatos, ele deu luz aos macabros acontecimentos impostos pelos invasores e indesejáveis senhores da guerra. Está preso e injustamente preso e condenado por grupos privados e nações que se dizem protetoras-mor da liberdade de informação, liberdade que nunca relutam em sabotar quando entram em foco suas mentiras sanguinárias e inescrupulosas.

Conforme entendimento do Professor Doutor de Direito Internacional Público da Universidade de Fortaleza (UNIFOR), Membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), Marcelo Uchôa – “No campo do direito internacional a situação é assustadora. Um direito de asilo foi corrompido, uma nacionalidade arbitrariamente cassada, a rigor, até uma sede diplomática invadida. Assange não é norte-americano, a WikiLeaks não tem base nos Estados Unidos, as ações deletérias divulgadas não foram apenas dos norte-americanos, os fatos em si justificavam ser de conhecimento geral, mas ele está sendo entregue a uma jurisdição que autoritariamente se crê planetária para tratar, sob sua lupa, de todos os assuntos que lhe interessam. Apesar de os fatos serem escandalosos, a mídia convencional ignora o julgamento da extradição de Julian Assange, porque sua luta nunca se limitou à divulgação da informação, o que, por si só, já seria importantíssimo. Ao contrário, sua luta tem sido pela democratização dos meios de divulgação da informação, desapontando os interesses dos conglomerados midiáticos que monopolizam o setor”.

A ameaça que este caso representa para a liberdade de imprensa no mundo, o jornalismo está ameaçado ao silêncio, mas se parecem fantoches, que sofreram lavagem cerebral e que não percebem sua percepção, parecem um bando de marionetes, porque essa fidelidade canina ao império, não consegue saírem desse filtro de profunda sombra e camuflagem. São muitos os especialistas e defensores dos direitos humanos que concordam que o que está em jogo neste caso jurídico não é apenas a extradição de Assange e seus direitos humanos individuais, mas que o que for também terá um impacto direto na situação dos jornalistas do mundo inteiro, servindo de exemplo para qualquer pessoa que ouse vazar informações consideradas “classificadas” que, em princípio, questionam as ações de governos como os Estados Unidos, o que poderia levar à autocensura. A liberdade de imprensa tem o papel questionar e expor informações de interesse público, especialmente quando envolve graves violações dos direitos humanos.

O que evidencia é que qualquer jornalista em qualquer país do planeta que divulgue segredos que não estejam de acordo com as posições políticas dos governantes estadunidenses, corre o risco de ser extraditado, processado sob a Lei de Espionagem de 1917. Por isso, ele é acusado de 18 acusações, 17 das quais estão sob a controversa ‘Lei de Espionagem’, aprovada após a Primeira Guerra Mundial, há mais de um século, e usada para perseguir espiões e dissidentes políticos. Lei essa nunca antes foi usada contra jornalista ou editor. O Julian não está sendo processado como editor, mas como um hacker, ou seja, estão acusando de conspirar por invadir computadores do governo dos EUA, ao invés de acusá-lo de publicar informações confidenciais, muito provavelmente, dizem os especialistas, para camuflar o ataque direto à liberdade de imprensa consagrado na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

É claro que é uma tentativa dos acusadores de Assange no Departamento de Justiça de mudar a questão para um caso de hacker, quando não há absolutamente nenhuma evidência deste ato da parte do jornalista Assange. O que estão demonstrando é o desejo de se afastarem das questões importantes de ‘liberdade de imprensa’, termo sagrados para os americanos. O que está em jogo é o acesso dos cidadãos ao direito de informação. Em 2010, o WikiLeaks publicou duas séries de reportagens em colaboração com os principais meios de comunicação do mundo (The New York Times, The Guardian e Der Spiegel), conhecidas como Diário de Guerra do Afeganistão e Registro de Guerra do Iraque. Nas reportagens, foram revelados diversos documentos oficiais dos EUA que representam graves violações dos direitos humanos e crimes de guerra cometidos pelas forças norte-americanas em ambos os países, bem como a tortura infligida a prisioneiros em centros de detenção clandestinos da CIA e abusos na prisão estadunidense na Baía de Guantánamo.

Os servos da falsa liberdade de expressão, passam a misturar verdades e mentiras. Passam mentiras como se fosse verdades, onde uma sociedade de incrédulos é facilmente enganada. Intervém em nome da liberdade apresentando hipnoticamente e repetidamente transformando o mais inteligente dos seres em um ser passivo, apático e alheio a causa desse herói Julian. Ou senhores acordem! Enquanto há tempo, estamos sendo tragados pelas corporações da Nova Ordem Mundial. Eles se acham acima de todos. Eles gostam é de poder e, garantindo que a vontade do povo seja silenciada. Maravilhosos, esse momento, pensamos que somos independentes e livres. Há, porém, alguém que preferem ser apenas servos e encapais de pensar. Rompe essa falsa áurea de liberdade para informar aos espectadores que todos estão sendo manipulados, mas as mossas mentes já estão passivas e hipnotizadas que ignora os fatos. A integridade foi reduzida a zero.

Não temos memorias do que é a liberdade de imprensa e de expressão, que aos poucos está desaparecendo. Conseguiram  silenciar os corajosos jornalistas, que ainda se rebela contra o sistema. Em um mundo onde as piores atrocidades que alguns jornalistas podem enfrentar são, a mordaça e o silêncio. O jornalismo perde muito com a sua condenação, com sua prisão em masmorra estadunidense, deixa mancha muito grande aos amantes da liberdade de imprensa global. Ninguém vai perceber, até que seja tarde, estamos presos nessa espiral de falsa liberdade. Os poucos jornalistas que ainda tem a coragem e, fazem o enfrentamento ao sistema, estão à beira da extinção. Aqueles que enfrentam o sistema serão tratados como criminosos e submetidos ao controle mental e ao silêncio; será que ‘os fins irão justificarem os meios’! Estão assassinando um destemido jornalista que desmascarou o grande império.

Pode-se dizer que ele representa e simboliza a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão. Apesar de estar metaforicamente preso e condenado para sempre, não se curva aos poderosos, recebe ameaças diariamente principalmente no campo psicológico. Jornalista que expões a verdade sobre as barbares cometidas pelas Forças Armadas invasora no Iraque e no Afeganistão. Ele teve a coragem de denunciar os acontecimentos, ilustra o quão angustiante é a situação da liberdade de imprensa, como muito grave. Espero que esse trabalho não cesse, que garanta que nem mesmo a prisão perpetua possa silenciar as verdades reveladas por Julian Assange. O jornalismo foi quase silenciado pela retórica de políticos que se diz democráticos, mas, que no fundo agem como ditadores.

O mundo precisa entender o que significará a extradição de Julian para o EUA. Assange se auto se refugiou na Embaixada do Equador por sete anos. O jornalista foi e é acusado por divulgar documentos secretos com informação diplomáticas e de atividades militares norte-americana. Trata do período que ficou conhecido como guerra ao terror. O mundo jornalístico pede a imediata liberdade do fundador do WikiLeaks. Os especialistas avaliam que a defesa de Assange será quase que impossível, a batalha vai ser árdua e baseada na liberdade de expressão e informação, o que com toda a certeza para a mídia norte-americana é muito importante. Que para alguns especialistas após seu esgotamento  na justiça britânica, não haverá outro caminho que não em recorrer ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos depois de esgotados as opções na justiça do Reino Unido. Só com uma eventual decisão da corte favorável a Julian, seja suspensa a malfadada extradição. O que precisa perguntar “que crime o Julian Assange cometeu”, é o crime de ter divulgado documentos sobre o que acontecia nos becos escuro do poder estadunidenses, mostrando que os EUA, por meio de seu departamento de justiça pede a extradição. Sei lá, o que ficou comprovado foi que a CIA estava grampeando até países amigos mundo afora.  

Julian Assange é perseguido simplesmente porque se recusa a permanecer em silêncio. Se não fosse a audácia deste jornalista, não teríamos ideia de quantos civis foram mortos no Afeganistão, Iraque, Iêmen pelas bombas dos Estados Unidos e seus aliados da Europa a OTAN em diversos países desse planeta chamado Terra. Julian sofre terrível punição por ousar expor ao mundo as atrocidades dos invasores há esses países. Ele resiste a tudo e a todos com valentia e coragem à arbitrariedade e a injustiça, com dignidade e rebeldia. Assange disse no tribunal britânico – “não aceitarei que censurem o testemunho de uma vítima de tortura perante este tribunal”. Se confirmar a extradição a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa estará correndo o risco de ser silenciada, enterrada para sempre e, o jornalismo ficará submisso aos interesses exclusos das grandes corporações e potências econômicas e militares. Vamos ficar alerto e tomarmos conhecimento das graves irregularidades no processo judicial (lawfare)  contra Assange, tememos que o Estado de Direito seja mortalmente ferido se, ele for extraditado. Julian não deve ser extraditado, deve ser libertado! Julian Assange livre já! Basta de perseguição política, liberdade já!   

A sua extradição tira o valor da liberdade pregada na Constituição estadunidense, a cada momento, de cada sensação, de cada instante. Que essa situação é que tudo vai mudar e, que o ferimento causado por essa perseguição política não será cicatrizada, enquanto não houver liberdade de imprensa e do livre pensamento. Este momento difícil, em um futuro vai fazer que as sociedades globais vão valorizar, que antes pensavam não ter muito valor. Tem coisas que o regime que se diz democrático e que tem como maior bem a liberdade de informar aos seus cidadãos, se porta tal como um regime ditatorial. O que se pode afirmar é quem em pleno século XXI, convive-se ainda com um Estado policial, que abusa do poder e da força.

É difícil falar de Julian Assange, ele representa a liberdade. Difícil porque globalmente grandes  juristas, escritores e pensadores já escreveram; difícil porque é algo muito complexo principalmente no campo da jurisdição internacional, difícil porque é algo precioso, quando se trata de Assange, difícil porque se corre o risco de não dizer o necessário. Para melhor se compreender do porque o Julian deve ser libertado. É preciso voltar a afirmar tudo que já foi escrito e falado. Ele é o grande jornalista que representa a todos vieses da liberdade, ele é o protagonista, o herói da liberdade de imprensa. Estamos em 2022 que se podia está comemorando a liberdade, porém, estamos travando uma guerra pela liberdade do Assange, todos jogado nas trincheiras, por uma imprensa livre.

Julgando as chances de sucesso nesta luta libertária, fica matizada para aqueles que apreciam a liberdade de expressão. Estes governantes que se dizem democratas, incomodados  e revelando das suas incapacidades e covardia, que pede sua extradição, que foi escolhido para ser exemplo para quem se atrever a revelar as atrocidades cometida pelo Estado. Só expressam arrogância e sentimentos de superioridade, que consideram o jornalista Julian Assange apenas forragem de abate e fúria raivosa do não controle a informação. Sua prisão leva ao abuso de poder absoluto sobre o ser. Ele por ser humano não é imaculado, mas é honesto para a profissão que a representa com galhardia, entusiasmo e altruísmo. A extradição do Reino Unido para o Estados Unidos não passa de um jogo sujo e nojento, em que cada um desempenha o script sem nenhuma convicção. Por uma extradição absurda e odiosa criada apena para sustentarem esse mecanismo de o grande xerife global. Por outro a agonia de quem tem aceitar uma prisão perpetua sem motivo, ou por motivos errados. Exemplo então de quê? O da covardia e da hipocrisia!

O fundador do WikiLeaks Julian Assange foi torturado psicologicamente pela Suécia, Inglaterra e pelo EUA. Assange publicou provas de tortura e, é o Assange que está sendo perseguido e torturado; esse caso tem grande importância e afeta a todos cidadãos de países que se diz democrático. É uma manobra para manipular a opinião pública. Ele denunciou os abusos e crimes de guerra, o que fica claro que esses países estão interessados em confidencialidade legítima, mas na suspensão de informações importantes sobre corrupção e crimes. O mundo sabe que Julian Assange não receberá um julgamento justo nos Estados Unidos? Essa perseguição ameaça o cerne da liberdade de imprensa. Estamos em sério risco de perder liberdade de imprensa.

11 comentários em “Porquê Julian Assange merece a liberdade!

  1. Great article. The US is the most dangerous country in the world. At Fort Benning, GA, the “school of america’s” teaches soldiers and leaders from other countries how to torture. They set up coups, bought off dictators, kill, use biological and chemical weapons, corruption, lies, propaganda, anything they can use to support their Imperialistic agenda, gain power over others, support corporations and impoverish the people and countries. Bin Laden was paid by the CIA as well. And you are right….they use false media to promote their lies, point the fingers at others for malice they are committing themselves. It is time for true freedom around the world. That’s why I do the work I do daily.

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