A influência da mídia globalista no pensamento da humanidade!

Não será preciso voltar ao passado ou viajar rumo ao futuro para reportar a influência da mídia globalista no pensamento da humanidade. Porque a humanidade vive na lacuna que há entre o passado e o futuro, que chamamos de presente. É o espaço do existir e do pensar em que estamos, que nos permite pensar ou ser apena robô. Ao que já foi ou ao que ainda não aconteceu, estamos sobre efeito do passado ou do futuro de alienados. Estamos no âmbito metafisico, espaço reservado aos deuses das grandes plataformas digitais. Que tem o poder de nos desligar do mundo real, e nos ligar em um mundo irreal e fantasioso e mediáticos . Que aponta para o infinito, sem um limite, tanto em lembrança e interpretação ou na construção cognitiva, teórica, material e cultural que pensamos manter, gerando uma nova realidade. Sua intensidade com que é deflagrada em nosso dia a dia. Basta um olhar comparativo do como a humanidade vem experimentando e encurtando o mundo a partir de então, dos relacionamentos pessoais aos relacionamentos digitais, enfim das relações presencias às relações sociais midiatizadas. A humanidade passou a experimentar cada vez mais o reflexo do avanço das informações como um  agente mediador das relações sociais e econômicas; passamos a ser parte do como pensar hegemonicamente sobre a inconcebível forma do pensar globalista uniformizando as sociedades culturalmente ao seu padrão de consumo.

Como essas novas formas de relações sociais midiatizadas possibilitam uma proximidade maior de controle do pensar humano, essa é a sensação de que só o tempo e a distância venham a nós alertar de que estamos alienados ao sistema. Suscitam muitas inquietações, já nos pensadores e estudioso, sobre medialíssimos que a humanidade está sendo levada. Afinal, até que ponto essas novas formas de relações sociais midiatizadas são humanizadoras? Essas inquietações podem ser compreendidas, por exemplo, quando lançamos um olhar sobre os fatos históricos deflagrados pelas tecnologias na trajetória do desenvolvimento da humidade no decorrer desse século. Sem sombras de dúvidas, são muitas as conquistas alcançadas. Será que estamos vivendo a era dos extremos? Entre outras coisas, nos instiga esse cenário demarcado pelos avanços das inovações tecnológicas no processo de desenvolvimento do homem em seu cotidiano, ou simplesmente levará o alienador planejar e implementar planos mais mirabolante para nos manipular, nos levar a ser apenas massa de manobras aos seus objetivos.

A influência da mídia globalista, ao longo deste século vem com seus censores controlando os noticiários global e, a censurar quem não concordam com suas linhas editoriais, censurando temas que não estão alinhados ao sistema atlanticista. Porque, caso contrário, será retirado das grandes plataformas digitais que comanda as interações midiáticas globalista. As plataformas que comandam as redes socias nos dias atuais são insciências nessa tentativa de dominarem as mentes, portanto, tentam controlar os conteúdos censura que não concordam com essa homogeneização da informação, portanto, tentam golpearem a todo o momento o pensar crítico. Esta apreensão está sendo realizada a partir de uma abordagem da mente pela mente, que vai ao encontro da nossa concepção como um ser social. Nesse sentido, toda a cultura humana existente, passa a ser um produto de manipulação midiática pelo viés do discurso da falsa democratização e liberdades de expressão enviesada, como condição humanizadora e o relacionamentos pessoais aos relacionamentos digitais.

Nos coloca a todo momento a máscara do medo, da incerteza com relação ao libertar do que é mais humano o de pensar, em relação ao que é certo ou errado como sociedade, de nuvens escuras e tenebrosas, do pensar crítico, do fazer ficar mais e mais míopes alienados. A cada dia avançam furtivamente naufragando todos a lama. As luzes se apagam, as cortinas se abrem com os Estados, empresas privadas modernas e desenvolvidas munidos de arsenais tecnológicos e midiáticos cada vez mais mortais, determinando assim a forma da história da humanidade do século XXI. A grande mídia corporativa e oligarca globalista se faz cada vez mais presente em nosso cotidiano, tornando-se um verdadeiro instrumento de manipulação social e dominação cultural. As informações recebidas pelas mais diferentes mídias, principalmente pela digital, exercem forte influência nos hábitos e costumes nosso com grande poder de manipulação, ditando regras de conduta, de consumo e como as sociedades se interagem, constituindo-se num importante veículo de transmissão de informação e de formação de opinião, pois sabe-se que o seu grande papel não é apenas noticiar  os fatos, um novo produto, mas fazê-lo uma nova necessidade de controle mental.

A função das grandes redes mundiais  é influenciar os seus receptores, a serem influenciados e manipulados a defenderem os interesses de uma classe hegemônica dominante que por sua vez, defende os interesses do grande capital global. Já que há controle sobre o socioeconômico, só lhe faltam o controle mental. Os meios de comunicação, vem intervindo de forma contundente na veiculação da notícia, dos fatos e o que se pode pensar ou se executar. Deixando claro seu caráter e discurso midiático, é totalmente ideológico do controle da mente humana, e não pode ser entendido como mero discurso. Pois, vai além de pronunciamentos políticos, econômicos, social, é preciso saber ler nas entrelinhas para identificar o que está implícito e explícito no discurso dessas organizações transnacional que tem poderes maiores que governos.

Com o advento da globalização generalizou-se, no senso comum, a percepção de que está havendo um encurtamento das distâncias e um encolhimento do espaço e do tempo, tornando o mundo cada vez menor. Cada vez mais e com maior rapidez recebemos um grande número de informações, que em grande parte, são objetos de organizações que fazem parte do atual sistema de poder, que impera globalmente, tais como: meio ambiente, economia, focos de tensão, população, entre outros advindo desse avanço mediático e a velocidade das informações captadas em tempo real, como espaço, lugar, território, natureza, paisagem, sociedade e região, devem, sempre está associado ao grande capital. Contudo, com as transformações ocorridas no mundo, ou seja, as novas tecnologias da informação, chegaram em ritmo supersônico, só nos cabe a assimilarmos ou nos rebelarmos contra o sistema, fazendo o uso dessas ferramentas digitais e, fazer uma contraofensiva ao sistema.

Afinal como o discurso da grande mídia corporativa globalista que trabalha para essas corporações transnacional e, sua interferência na vida do indivíduo moderno e na sociedade contemporânea. Os discursos dominantes, envolvendo a problemática da imposição de valores e da luta de classes conflituosa fica muito evidenciada. O desenvolvimento histórico dos meios de comunicação através de um exame sobre os desdobramentos do processo de cooptação da mente humana e seus aspectos positivos e negativos para as sociedades. As produções midiáticas a partir de conceitos como a padronização, a reprodução de valores, o monopólio sobre a informação, até mesmo no campo ideológico político, econômico e social. Demonstra que a sociedade precisa e tem a necessidade de resgatar o papel social da mídia e reafirmar seus princípios éticos, através da conscientização e do comprometimento desses meios de comunicações com os interesses coletivos da sociedade e não apenas o do corporativismo oligarcas dessas máquinas de construção mental.

O que mais instiga é a relação da mídia com essas organizações poderosas. A mídia corporativista e oligarca global, afinal tem muito a explicar o trabalho que se prestam conduzindo a humanidade há um corredor estreito como gado ao caminho do abatedor. A sociedade precisa fazer uma reflexão sobre o poder exercido pelos meios de comunicação no mundo contemporâneo, uma vez que a interferência das mensagens da mídia na vida do indivíduo moderno é determinante. Muitas pessoas têm a mídia como diretrizes morais e modais em suas vidas, aquilo que é apresentado através dos meios de comunicações  escrito, de áudio e visual. Muito mais do que a simples transmissão de sons, imagens e textos, o que a sociedade tem que ter um pé atrás, tal como o peso ideológico agregado aos conteúdos oferecidos pelas mídias como construtora de paradigmas.

Para a vida de cidadãos de países do mundo todo. Um ponto a ser observado é quanto a questão do atlantíssimo, processo esse viabilizado pelas grandes corporações produzindo efeitos na forma da sociedade se locomover e pensar. Parece elementar que a sociedade global está a caminho de bloco único, no qual o espaço e o tempo serão comprimidos e a mobilidade do poder ampliada sobre a mente humana. As estruturas sociais são reproduzidas, cada vez mais, em escala mundial, através dos veículos de comunicação que legitimam a relação de dominação entre os grupos hegemônicos e os excluídos da esfera de poder. Suas repercussões, e suas ideologias embutidas nas mensagens transmitidas. A perspectiva não é muito animadora para o cidadão global, a influência dos paradigmas da mídia na sociedade contemporânea, os efeitos da presença marcante dos meios de comunicação de massa na vida atual e a contraposição desses dois aspectos com o papel originalmente atribuído aos meios de comunicação, como representantes dos cidadãos e seus direitos.

Esse globalismo atlanticista que está sendo nos colocado garganta abaixo pela mídia oligarca ocidental e seu aparato ideológico será como dizia o escritor inglês Aldous Leonard Huxley. Mais conhecido pelo seu romance, como ‘Admirável Mundo Novo’ publicado em 1932, que narra a história de uma sociedade futurista, em que seus habitantes passam por um recondicionamento biológico e psicológico para que pudesse viver em harmonia com as leis sociais e com um sistema de castas –  “A ditadura perfeita terá a aparência da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão.”  São essas ideias insanas que os senhores da grande mídia têm como objetivo maior é manter a ordem, mesmo que para isso todos passem por uma grande lavagem cerebral, eliminando qualquer senso de individualidade ou de consciência crítica sobre a realidade.

Apesar de ter sido escrito há quase um século, o livro ‘Admirável Mundo Novo’ se mostra, em muitos momentos, extremamente atual, levantando questionamentos sobre a vida contemporânea e sobre os desafios para o futuro da humanidade. Com personagens complexos, a narrativa envolve o leitor em um universo hipotético, mas passível de diversas comparações com todas as mudanças pelas quais o mundo tem passado ao longo das últimas décadas vem se tornando-se realidade. Todos os núcleos da história mostram a grande oposição entre o primitivo e o moderno. Com o grande avanço tecnocientífico, os personagens nascem em um ambiente controlado e preparado desde a sua gestação, que ocorre no “Centro de Incubação e Condicionamento de Londres Central”.

Na trama, toda a população é gerada a partir de reprodução artificial e manipulada geneticamente para atender às especificidades necessárias para cada grupo de pertencimento pré-determinado. A história dentre todos os personagens relatados no livro fica destacado a de ‘Bernard Marx’, que pertencia à elite genética, mais devido um descuido durante sua gestão saiu diferente dos demais. Diante disso, ele se sentiu excluído, rebelou-se contra o sistema. Não foi a mera coincidência que em uma de suas viagens à uma reserva primitiva, Bernard Marx se encontra com Linda, uma mulher que havia nascido na civilização, mas que fora banida para essa tribo indígena por ter ficado grávida, devido o tal acontecimento que jamais foi aceito pela sociedade do ‘Admirável Mundo Novo. Como também ficou conhecendo seu filho John, conhecido de Selvagem.

Na realidade esses dois personagens no mundo novo eram vistos como desarranjos. Entretanto, o filho John nesse novo mundo, não foi aceito devido sua capacidade crítica, acaba por ameaçar a ordem e a estabilidade do ambiente ao qual não pertencia. O livro tem como principal objetivo mostrar a quem quer ver do como é complexo essa nova construção globalista atlanticista e seu protagonismo de governança global e degradação da soberania dos Estados que se opem ao sistema pregado pelo Ocidente. Mas especialmente sobre a diversificação do poder sobre os demais, em uma ordem unipolar das forças e ações sobre o todo, com enfoque principalmente na manipulação pela grande mídia oligarca Ocidental, mas especialmente sobre o poder internacional.

A manipulação ideológica montada principalmente pelo império estadunidense e seus vassalos que se diz o dono do poder, que tem como seu maior laboratório o Wall Street como um dos centros financeiros mais importantes do planeta. Porque é nessa pequena rua de Nova York que circula as pessoas mais poderosas, capaz de mudar os rumos da economia mundial em um piscar de olhos. Baseado em uma falsa base ideológica moral da sociedade, como o ambientalismo e outras pautas defendidas pelo atual sistema. Dentre outros. Para alcançar o objetivo, por meio da doutrina do mais forte sobre o mais fraco. Para catalisarem o processo de dominação mundial.

Que é recorrente de uma maciça propaganda midiática, fartamente financiada com recursos de grandes capitalistas. Tais patrocinadores, almejando o poder supremo sobre o planeta e sua população, subvertendo a todos hegemonicamente seus ideais dominantes  e amorais. Tornando-se o xerife do poder ditatorial sobre os países periféricos da aparência democrática, em uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão.

Que novo mundo, que futuro? Por estamos todos inserido diretamente ou indiretamente nas redes socias que se conecta ao mundo, estamos em confrontação global de longa duração principalmente no combate a desinformação e proveniente da grande mídia corporativa e oligarca global. Este ideal e influência globalista do pensamento que está sendo incutindo em nossas mentes a todo momento, que nos tentam impor através do confronto das ideais tem razões profundas, não será resolvido alienando as populações a pensarem hegemonicamente, conforme tentam nos impor a todo momento. Resulta principalmente das nossas negligências nas redes sociais em deixarmos ser levados a manipulações levianas, não apenas dos nossos governantes, como também dos povos e de uma multiplicidade de fatores imponderáveis, que estão sempre a brotar no quotidiano humano. Coisas triviais que se avolumam, fazem bola de neve e transformam a todos em apenas um alienado e sem controle cognitivo da própria mente.   

É travada uma guerra de informação e desinformação em nosso dia-a-dia, que fica muito difícil  de percebemos e, que tem muito a ver com a ordem financeira e monetária global. Não é fácil para um mortal comum compreender na essência dos fatos. Mas, que somos impedidos de prestar atenção pela nossa mente dominada pelas notícias a cada instante, pela grande mídia corporativa e até a independente comprometida com o atual sistema que nos domina nestes momentos, que nos satura todos com lixo informativo e nos impede de tomar recuo e pensar, causando a cada vez um analfabeto midiático. Me refiro principalmente aqueles que sabem ler e escrever e até pessoas doutoradas e que lecionas em grande universidade global, manipulam com à-vontade o computador ou smartphone e são, no entanto, profundamente ignorantes do mundo em que vivem, uma afirmação enfática de banalidades ou slogans, apresentados como verdade absoluta.

A mídia assumiu o papel de mediadora do conhecimento, já que está cada vez mais inserida no dia a dia das pessoas, desempenhando uma grande influência na sociedade, transmitindo comportamentos, moda e atitudes. Mídia corporativa e oligarca com alcance transnacional, não há limite para eles, é a essência do poder sobre o que é mais importante a mente humana. A popularização da internet e de aparelhos multimídia massificou a produção de informação e registro de toda sorte de acontecimentos, relevantes ou não. As redes sociais abriram espaço para que as pessoas experimentassem novas formas de se relacionar e se articular em torno de objetivos comuns, políticos, econômicos e sociais. Estes fatores estão mudando a forma com que os cidadãos lidam com a imprensa, a política e o poder de forma geral.

Este processo levanta uma série de importantes questões. A grande mídia corporativa realmente tem a capacidade de influenciar a opinião pública global. Como será a configuração da mídia em nossa mente? Sua relação como influenciadoras da mente irá nos transforma em robores ou controle remoto? Estas questões, tão caras ao pensar crítico, merecem uma reflexão que auxilie no caminho de inclusão social e participação política, socioeconômica da própria sociedade. Porque  a mídia corporativa é a essência do poder. Suas regulamentações pelos governantes serão positivas na proteção do senso crítico dos povos, ou afetará valores da desinformação em massa e sem controle, da ética de convívio e práticas ou a aparente liberdade que à dá espaço à mistura de verdade e fantasia fabricadas nas mentes alienada dos povos.

No campo da geopolítica esses conglomerados  midiáticos já atuam como poder, com suas guerras informativas e real do discurso da irresponsabilidade. Com a supremacia da informação nas mãos de poucos privilegiados desse setor vital para a sociedade contemporânea, tornou-se padrão de objetividade, impondo antagonismos absurdos como o Ocidente contra o outro, excitando a conflitos impermeáveis às identidades nacionais, a retórica publicitária da mídia ocidental nos vende o cosmopolitismo, individualismo, hedonismo, superficialidade e, sempre que possível, cultura global amorfa, sem história e sem pátria. Essa censura que a grande mídia corporativa do ocidente tenta nos impor quantos os fatos relevantes no mundo, sobre conflitos, sem uma análise objetivas dos fatos, de modo geral, é uma espécie de seleção mental, nos tentam domesticarmos e supervisionarmos, de modo geral a não temos uma informação corretas em ter o acesso aos fatos como está acontecendo, que assuntos relevante da geopolítica global seja com que o cidadãos se mantenha na ignorância dos fatos como convém e oculta o que interessa ocultar estrategicamente montada pelas grandes redes  patrocinados pelos oligarcas da informação global.

2 comentários em “A influência da mídia globalista no pensamento da humanidade!

  1. I could only read the Google translated version of yr post, but found it powerful and insightful.
    In my view, it is each to his/her own. Nobody has a responsibility to the little guy. He will always be kept little by the big guy while being fed the belief that he (the big guy) is doing whatever he is doing only for his (the small guy) good. We thought elected governments would do that. Does not look like it. Humans are not built to be equal. Let us dip in and take what we can.

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